O que é pancreatite?

A pancreatite é uma inflamação no pâncreas, glândula localizada atrás do estômago que tem as funções de ajudar na digestão de gorduras e carboidratos usando o suco pancreático que contém enzimas digestivas, e de produzir hormônios como a insulina. Normalmente, as enzimas digestivas do suco pancreático só devem ser ativadas no intestino delgado. Quando elas são ativadas ainda dentro do pâncreas, ocorre um processo de irritação das células do órgão, que leva à pancreatite.

Pode ocorrer de forma aguda, que surge repentinamente e desaparece em poucos dias após iniciado o tratamento, ou crônica, quando as crises são frequentes e os sintomas demoram a desaparecer. Os casos mais graves da doença podem gerar complicações como hemorragias e infecções.

Sintomas e fatores de risco para a pancreatite

Pacientes com a forma aguda da doença costumam apresentar dor na parte superior do abdômen, que se espalha pelas costas e tende a piorar depois da ingestão de alimentos, além de náuseas e vômitos.

Alguns fatores de risco para a pancreatite são alcoolismo, presença de cálculos biliares, ingestão de medicamentos potencialmente agressivos ao pâncreas, tabagismo, fibrose cística, histórico familiar da doença, níveis elevados de cálcio e triglicerídeos no sangue, entre outros.

Tratamento

O tratamento para a pancreatite envolve a administração de medicamentos para controlar a dor, a diminuição da ingestão de gorduras e proteínas por meio de uma dieta controlada, e a imediata suspensão do consumo de álcool. Em casos mais graves, a depender do tamanho da lesão, a cirurgia do pâncreas pode ser necessária. É importante lembrar que a pancreatite crônica não tem cura, e o tratamento tem o objetivo de garantir a qualidade de vida do paciente e minimizar a ocorrência das crises.

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O Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, possui profissionais capacitados para tratar de casos de pancreatite e outras doenças do aparelho digestivo. Estamos localizados em Copacabana e no Rio Comprido. Agende uma consulta e conheça-nos!

Direitos da pessoa ostomizada

Muitas vezes, em virtude de algum problema intestinal, alguns pacientes precisam passar por um procedimento chamado ostomia. Pessoas que passam por esse tipo de intervenção andam com uma bolsa coletora acoplada ao abdômen, e desde a publicação da Lei Federal 5.296 são consideradas pessoas com deficiência. Essa classificação garante aos ostomizados uma série de benefícios que, muitas vezes, são desconhecidos pela sociedade em geral. Saiba mais sobre os direitos da pessoa ostomizada neste artigo do Instituto Digestivo.

O que é a ostomia?

A ostomia é uma intervenção cirúrgica pela qual passam pessoas que, em decorrência de doenças (como câncer ou infecções), traumas ou outros problemas, não são mais capazes de eliminar suas necessidades fisiológicas pelas vias intestinais. Trata-se da criação de um caminho alternativo para excretar as fezes, com a abertura de um ostoma (ou estoma), orifício na região do abdômen ao qual fica acoplada a bolsa coletora.

Existem algumas modalidades de ostomia: a colostomia, um tipo de ostomia intestinal que faz a comunicação do cólon com o exterior, e a ileostomia, que é a comunicação do intestino delgado com o exterior. Todas podem ser temporárias ou permanentes, a depender do caso.

Pacientes ostomizados são considerados pessoas com deficiência

Desde 2004, com a lei federal nº 5.296/04, os ostomizados são considerados pessoas com deficiência física. Com isso, além do fornecimento das bolsas coletoras pelo Sistema Único de Saúde (que já era garantido desde a década de 90), esses pacientes passaram a ser amparados por um amplo espectro de leis federais, estaduais e municipais. Muitos dos benefícios assegurados por essa medida ainda são desconhecidos pela população em geral, entre eles:

  • Amparo Assistencial ao Idoso e ao Deficiente (LOAS);
  • auxílio-doença;
  • saque do PIS;
  • saque do FGTS;
  • isenção de imposto de renda na aposentadoria por invalidez;
  • isenção de ICMS e IPI na compra de carro adaptado;
  • isenção de IPVA para veículos adaptados;
  • Benefício Assistencial (BPC – LOAS);
  • Passe Livre.

Além disso, esses pacientes também são assistidos pela Portaria SAS/MS nº 400, de 16/11/2009, que estabelece diretrizes nacionais para o tratamento de ostomizados no âmbito do SUS e institui o Serviço de Atenção à Pessoa Ostomizada em todo o país.

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O Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, está atento às necessidades de pacientes já ostomizados, ou que ainda vão precisar se submeter a esse procedimento. Nossa equipe conta com profissionais altamente capacitados para realizar ostomias intestinais e gastrointestinais, como a colostomia. Temos estomaterapeutas, gastroenterologistas e outros especialistas, e oferecemos ao paciente toda a estrutura necessária. Agende já uma consulta, conheça-nos e tire todas as suas dúvidas.