Quais são os tipos de colostomia?

Já explicamos aqui no blog o que é colostomia, agora chegou a vez de entender os tipos que variam de acordo com a região do intestino. Lembrando que antes de qualquer procedimento de colostomia, o paciente precisa estar anestesiado. O tratamento evitará obstruções ocasionadas pela imperfuração anal, corpos estranhos no reto, lesões ao redor do ânus, entre outras complicações.

Colostomia ascendente

A colostomia ascendente, o estoma é feito no lado direito do abdômen. Dentre todos os tipos que serão mencionados, este é o mais raro. As fezes apresentam consistência semilíquida.

Colostomia transversa

A colostomia transversa recebeu este nome, pois o procedimento é realizado no cólon transverso, ou seja, na parte superior do intestino. O procedimento ocorre quando o intestino grosso é exteriorizado. Neste caso, as fezes apresentam consistência pastosa.

Colostomia descendente

A colostomia descendente recebeu este nome, pois é realizada no lado esquerdo do abdômen, na alça descendente do intestino, que está localizada entre o sigmoide e o transversal. As fezes, nesse caso, são semi sólidas.

Colostomia sigmoide

colostomia sigmoide também recebeu o nome do local onde é feito o procedimento. Ela é realizada na alça do cólon sigmoide, entre o cólon descendente e o reto, a fim de curar algum ferimento ou doença no local. Após a cura, o cirurgião fica encarregado de fechar o estoma e reconectar o intestino para que a digestão volte a ocorrer normalmente através do anus.

Cuidados após a colostomia

O paciente deve tomar muito cuidado para que não haja complicações após o procedimento de colostomia. Confira cuidados que são primordiais:

  • Não carregar muito peso ou empregar força excessiva no abdômen.
  • Evitar o uso de cintas na região abdominal.
  • Evitar a ingestão de bebidas e alimentos que deem gases (consulte seu médico para saber o que é permitido).
  • Mastigue bem os alimentos para que sejam digeridos corretamente.
  • Mantenha a pele ao redor do estoma sempre limpa e depilada. A limpeza deve ser feita somente com água e sabão neutro, enquanto a esponja deve ser macia.
  • A troca da bolsa coletora deve ser feita preferencialmente sob orientação médica.

Para mais informações sobre a colostomia, procure nossa clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro.

Como a mastigação pode influenciar no emagrecimento

Antes de tudo, o emagrecimento está ligado diretamente ao que você ingere. As atividades físicas são um apoio que te ajudam a manter o peso ideal, mas é por meio da alimentação que você conseguirá reduzir as medidas e, junto a ela, está a mastigação, que também pode influenciar no emagrecimento. Isso porque, quando o alimento é bem triturado, a digestão acontece de forma mais rápida e fácil. Além disso, as chances de obter os nutrientes também aumentam.

Quando os alimentos chegam ao estômago em grandes pedaços, a digestão é mais lenta, o que pode ocasionar gases, azia, refluxo e outros desconfortos. É normal acontecer de apressarmos as refeições por conta da correria do dia a dia, mas pense primeiro na sua saúde. Quanto tempo você costuma investir em cada uma?

O emagrecimento relacionado à mastigação é apenas um dos benefícios. Quando você mastiga cada alimento corretamente, o paladar melhora, o estômago fica saciado por mais tempo e o corpo fica naturalmente mais leve. Se você comer rápido demais, poderá ingerir mais do que precisa, pois o estômago só envia a mensagem de saciedade ao cérebro vinte minutos após o começo da refeição.

Quantas vezes mastigar

A cada garfada, realize pelo menos 30 mastigações. Evite colocar uma quantidade excessiva na boca, pois isso dificulta o processo. Intervalos entre as garfadas também são muito bem-vindos, ok? tenha em mente uma média de 25 segundos. Quando for mastigar, utilize toda a boca e não somente um dos lados.

As pesquisas comprovam que mastigação e emagrecimento andam juntos

De acordo com os resultados da pesquisa realizada pelo American Journal of Clinical Nutrition, pessoas que mastigaram determinado alimento 40 vezes, em vez de apenas 15, consumiram 12% menos calorias. Caso a mastigação durante seja correta, é possível perder até 11 quilos durante um ano. Incrível, não é? Basta estar atento(a) durante a alimentação para não cair na tentação de comer muito rápido.

Continue acompanhando as dicas aqui no blog e esteja com a saúde sempre em dia. Mas, não se esqueça de que é muito importante também manter a consulta médica de rotina em dia, ok? Procure a sua clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro!

Alimentos que minimizam a prisão de ventre

A prisão de ventre é um desconforto que pode ser causado por diversos fatores como a má alimentação e a digestão lenta, que acarretam na dificuldade em evacuar, evacuação incompleta, fezes endurecidas e em problemas mais graves como sangue nas fezes. Inclusive, já falamos aqui no blog sobre como melhorar a digestão. Tudo o que o corpo não precisa absorver se transforma em bolo fecal, que é empurrado para fora do organismo por meio de contrações musculares da parede intestinal.

Quando essas contrações são pausadas ou não estimuladas como, por exemplo, tentar defecar todos os dias no mesmo horário, pode ocorrer o acumulo de alimentos não digeridos no intestino e, consequentemente, o endurecimento das fezes.

Como evitar a prisão de ventre

A melhor dica para evitar a prisão de ventre continua sendo beber bastante água. 80% das fezes são compostas por ela, logo, quanto menos água você beber, mais endurecidas serão. O excesso de bebidas com cafeína e alcoólicas causam a desidratação, portanto, se você tem histórico de prisão de ventre, seja cauteloso com elas.

Outra alternativa é a ingestão de alimentos ricos em fibras, como vegetais e legumes crus, frutas (de preferência com casca), cereais integrais como a aveia, sementes como linhaça e chia e também iogurtes. Também já falamos sobre a importância das fibras para o funcionamento do intestino.

A sua alimentação pode ser uma ótima aliada para evitar problemas digestivos. Mamão (leia sobre os benefícios do mamão para a saúde), laranja, ameixa e abacate, por exemplo, funcionam como laxantes e ajudam até a emagrecer. Essas frutas apresentam uma grande quantidade de fibras, que aceleram o trânsito intestinal e favorecem a formação das fezes.

Alimentos que causam a prisão de ventre

Assim como existem alimentos que minimizam a prisão de ventre, existem aqueles que a causam. Não é nenhuma novidade que alimentos ricos em açúcares, como refrigerantes, bolos, doces e biscoitos recheados são prejudiciais à saúde se consumidos em excesso. Além disso, eles também causam a prisão de ventre. Outros alimentos como comidas congeladas, fast-foods, carnes processadas, como a linguiça, e frituras em geral também geram má digestão. Não é que seja proibido comê-los, mas nada em excesso faz bem! Reduza esse consumo, ok?

Caso o problema continue após nossas dicas, procure seu gastroenterologista no Rio de Janeiro para exames ou recomendações médicas detalhadas. A equipe do Instituto Digestivo agradece a sua preferência!