Os riscos que a diabetes traz à saúde

A saúde de quem possui diabetes precisa de atenção especial. Isso porque a doença pode causar outras patologias, que quando não são tratadas, podem levar a sérios danos.

Diabetes causa problemas nos pés

Muitos diabéticos podem apresentar a perda de sensibilidade nos membros inferiores. Esse problema é conhecido como neuropatia diabética. Essa patologia, na realidade, afeta o sistema nervoso, que é responsável pelo transporte de informações sensitivas.

A neuropatia diabética afeta principalmente os pés. É exatamente por isso que pessoas com diabetes sofrem com feridas, rachaduras e calos. O problema é que, quando esses problemas são não tratados, é possível que fungos e bactérias se instalem, podendo evoluir para gangrena.

O mais indicado é que quem sofre com essa doença passe periodicamente por um podólogo para verificar a saúde dos pés.

Doenças nos olhos

Algumas pesquisas comprovam que quem tem diabetes pode apresentar um risco de perder a visão quase trinta vezes maior do que a população que não sofre com a doença.

Só no Brasil, estima-se que existam doze milhões de diabéticos. Desse número, dez por cento já apresentam ou irão apresentar algum problema de visão.

A indicação nesse caso é que o diabético realize consultas com um oftalmologista para medir a pressão dos olhos, para acompanhar a evolução de algum problema e para prevenção de doenças como a catarata.

Esses problemas ocorrem justamente pelo excesso de açúcar no sangue, fazendo com que os pequenos vasos sanguíneos oculares absorvam mais líquido, o que leva a um inchaço da retina. Essa patologia é chamada pelos médicos de retinopatia diabética.

Pele sensível

Quem sofre com a diabetes tende a ter a pele mais seca, coceiras ou infecções causadas por fungos e bactérias. Esses problemas de pele acontecem porque a hiperglicemia, ou seja, o excesso de açúcar no sangue, promove maior desidratação do corpo, já que a glicose utiliza a água do corpo.

É por isso que muitas pessoas tomam cuidado excessivo para não ter cortes ou ferimentos no corpo. A glicemia em excesso também atrapalha na cicatrização da pele, deixando a ferida aberta por mais tempo.

Complicações nos rins

A função dos rins é de filtrar o sangue do corpo, removendo qualquer resíduo. Entretanto, quando o paciente possui um alto índice de açúcar no sangue, os rins acabam filtrando mais sangue que o normal.

Isso faz com que muita proteína seja perdida na urina. Quando os rins passam muito tempo sendo sobrecarregados, ocorre a falência renal, que é quando o órgão perde a função de filtragem.

Essa patologia leva à necessidade de um transplante ou sessões constantes de hemodiálise, um procedimento que faz a função dos rins.

Você pode evitar a falha renal controlando a glicose, já que as principais causas das complicações renais são pelo excesso de açúcar no sangue. É importante também estar atento à pressão arterial.

Periodontite

A periodontite é muito comum em pacientes diabéticos. Essa doença ataca a gengiva, os dentes e até mesmo a raiz dentária. Por ser uma doença silenciosa, ela pode levar a uma infecção generalizada sem que o paciente perceba.

Os primeiros sinais desse problema envolvem o sangramento da gengiva. Por isso, a maior recomendação dos dentistas é que o diabético realize a higiene bucal todas as vezes que se alimentar. Isso eliminará os restos de alimento dos dentes, prevenindo também contra o tártaro e o mau hálito.

Quem sofre de diabetes pode, sim, ter uma vida normal. Tudo dependerá de como o paciente controla os níveis de glicose no corpo. Um médico pode ajudar e ensinar a pessoa a medir e combater os altos níveis de açúcar no sangue. Quando esses índices estão estabilizados, todos esses riscos são diminuídos.

Vale lembrar que é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, como os que você encontra no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, para que o quadro seja tratado devidamente. Fale conosco e agende sua consulta.

Tipos de Úlcera

A úlcera é uma espécie de ferida que se desenvolve na mucosa do esôfago, estômago ou intestino delgado. Ela ocorre quando o ácido estomacal danifica o revestimento do trato digestivo e é geralmente causada pela bactéria Helicobacter Pylori – H. Pylori. O uso de analgésicos anti-inflamatórios como a aspirina e ibuprofeno, estresse, alguma alteração genética, excesso de bebida alcoólica, fumo e até a má alimentação também são causas dos variados tipos de úlcera.

A úlcera se desenvolve em diferentes partes do sistema digestivo e por isso é dividida em:

  • Úlcera péptica: uma ferida profunda, que se forma na parede interna do tubo digestivo
  • Úlcera gástrica: é quando a úlcera péptica está no estômago
  • Úlcera duodenal: é quando a úlcera péptica está no duodeno e se desenvolve na primeira parte do intestino delgado.
  • Úlcera esofágica: se desenvolve no final do esôfago e geralmente está associada ao refluxo ácido.
  • Úlcera hemorrágica: acontece quando uma úlcera péptica não é tratada e é o tipo mais grave de úlcera.
  • Úlcera refratária: é quando uma úlcera péptica não foi curada mesmo após três meses de tratamento.
  • Úlcera de estresse: é um grupo de lacerações encontradas no esôfago, estômago ou duodeno. É encontrado em pacientes gravemente doentes ou severamente estressados.

Sintomas da úlcera

O sintoma mais comum da ulcera é a queimação no estômago, uma dor na parte superior do abdômen; ela pode parecer uma cãibra ou uma sensação de fome muito acentuada. Pontadas de dor, arrotos com frequência e inchaço na barriga também são sintomas da úlcera. Há também a evidência de sangramento, vômito, perda do apetite e náuseas, que são menos comuns, mas podem existir.

A dor aparece e desaparece em surtos que podem durar algumas semanas, intercaladas com períodos livres de sintomas. Quando há a ocorrência de náuseas, vômitos, sangue nas fezes, fadiga ou perda de peso, é sinal de um agravamento da doença.

Em caso de suspeita de úlcera, o médico examina o abdômen para localizar as dores. Por meio de uma endoscopia, que permite observar o interior do tubo digestivo com uma câmera pequena, é possível confirmar se há a ulcera; sendo este o caso, ela aparece sob a forma de uma fissura oca na parede gástrica ou intestinal.

Prevenção da Úlcera

Uma boa alimentação é fundamental para uma boa saúde, e ela também pode prevenir e até mesmo curar uma úlcera.

Por exemplo, uma dieta alcalina é excelente para todos os tipos de doença, pois ela balanceia o pH do nosso corpo, e um organismo muito ácido é propício para doenças. Água também é de grande importância, além de alguns chás, como os chás de ervas e o chá verde.

Já o que se deve evitar são alimentos ricos em açúcar ou gordura, queijos fortes e muito fermentados e tudo o que apresenta acidez elevada.

Essa e outras doença podem evoluir para problemas ainda mais graves no futuro, por isso é importante estar atento aos sintomas e à frequência com que aparecem. Por essa razão, é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, como os que você encontra no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, para que o quadro seja tratado no início. Fale conosco e agende sua consulta.

Existe diferença entre Intolerância alimentar e alergia alimentar?

É muito comum confundirem alergia alimentar com intolerância alimentar, uma vez que seus sintomas são parecidos em vários aspectos. Mas, apesar disso, a Intolerância alimentar e a alergia são originadas de formas diferentes.

A alergia alimentar

Na alergia, o organismo encara proteínas específicas de um alimento como inimigas e envia células de defesa para barrá-las; o que resulta numa agressão ao corpo. Inchaço nos lábios, coceira, tosse, falta de ar e diarreia estão entre as manifestações que aparecem após a ingestão.

O pior dos casos de alergia é quando ocorre o choque anafilático – reação alérgica que pode ser fatal, se não tratada com urgência.

A intolerância alimentar

A intolerância alimentar, por sua vez, é uma desordem completamente diferente, a começar pela causa: a carência de uma enzima que processaria certo nutriente. Por exemplo, para ser intolerante à lactose, deve haver a deficiência da lactase; então quando se ingere alimentos com lactose, há maior atração de água ao intestino, pela falta da digestão, o que causa diarreias.

Os efeitos da intolerância chegam a demorar horas, ou até dias, para se manifestarem e ficam, em suma, restritos ao aparelho digestivo – dor de barriga, gases, enjoo.

Maiores causadores da alergia alimentar

  • Peixes e frutos do mar
  • Ovo
  • Trigo
  • Soja
  • Amendoim
  • Castanhas
  • Leite e seus derivados
  • Gergelim

Maiores causadores da intolerância alimentar

  • Leite e seus derivados
  • Grãos com glúten
  • Banana
  • Frutas cítricas
  • Carnes processadas
  • Repolho
  • Vinho tinto
  • Produtos com corantes

Uma grande diferença entre os dois casos é que, ao contrário da alergia, o transtorno da intolerância ainda permite o consumo da substância não tolerada, desde que feita sob orientação médica. Há casos em que dá para tomar uma dose da enzima que falta, e então conseguir ingerir o ingrediente desejado, como alimentos feitos com lactose.

Apesar de suas diferenças, a intolerância e alergia tem um ponto em comum: com atenção e suporte médico, é possível contorná-las sem afetar tanto a qualidade de vida.

Por essa razão, é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, temos uma equipe preparada para que o quadro seja tratado no início. Fale conosco e agende sua consulta.

O que é azia?

A azia é um problema pequeno, mas que incomoda muito e que pode estar sinalizando outros quadros mais graves. Ela pode aparecer após ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, ou de um alimento que tenha feito mal e, nesses casos, é absolutamente normal que a sinta. Porém, quando se torna algo recorrente, pode ser sinal de um problema mais preocupante, e é importante investigar.

A sensação de queimação ou ardência no estômago ocorre quando há o refluxo de material ácido vindo do estômago para a garganta ou o esôfago. Se a azia estiver muito intensa, pode provocar gosto amargo e ácido na boca e arrotos.

Causas da azia

A azia normalmente é causada por problemas digestivos, e o problema aparece quando a válvula que controla o esfíncter esofágico não funciona adequadamente, liberando o ácido do estômago para o esôfago, provocando os sintomas de gases, queimação, dor na garganta, estômago e boca. A queimação realmente acontece e não é só uma sensação, pois o fluido digestivo do estômago irrita o revestimento da garganta e esôfago.

Sintomas da azia

É comum que os sintomas da azia ocorram à noite ou após consumir uma grande refeição. Os sintomas mais comuns da azia são a sensação de queimação, desconforto, dor, refluxo, gosto amargo na boca, sensação de empanzinamento e náuseas. Em caso de indigestão frequente, é importante buscar um médico.

Fatores de risco

Alguns quadros aumentam o aparecimento da azia, como a hérnia de hiato, a gravidez, o uso excessivo de medicamentos, o alcoolismo, a obesidade, o cigarro, o refluxo e o estresse.

Alimentos que podem causar azia

Muitos alimentos podem causar ou acentuar os sintomas da azia, como:

  • Cafeína no geral;
  • Pimentas;
  • Chocolate;
  • Cebola;
  • Frituras;
  • Refrigerantes;
  • Ketchup.

O alívio que um copo de leite gelado proporciona é apenas momentâneo, mas na verdade pode acabar piorando a queimação pelo fato de ter um pH baixo e ser rico em gorduras. O que pode realmente aliviar os sintomas, e de forma mais duradoura, é um copo de água gelada.

Como acabar com a azia

A ajuda médica deve ser buscada se a azia for constante e/ou surgirem sintomas mais graves, como vômito, fezes escuras, dor no peito com sensação esmagadora, dificuldade para engolir, ou se o paciente desconfiar que algum medicamento está causando o mal. Normalmente a azia é de fácil diagnóstico, mas caso precise investigar as causas normalmente, o exame a ser feito é a endoscopia digestiva alta.

No caso de azia ocasional, o mais recomendado é a mudança de alguns hábitos, como comer em porções menores, reduzir os alimentos que podem provocar azia, controlar o estresse e se atentar aos efeitos dos medicamentos.

Azia pode ser sinal de outras doenças

A azia pode sinalizar outras doenças e, por isso, é importante estar atento aos sintomas e à frequência em que acontece. Por essa razão, é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, como os que você encontra no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, para que o quadro seja tratado no início. Fale conosco e agende sua consulta.

O que é a Doença do Refluxo Gastroesofágico?

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é uma doença digestiva em que os ácidos dentro do estômago voltam pelo esôfago ao invés de seguir o fluxo normal da digestão. Esse movimento é conhecido como refluxo e irrita os tecidos que revestem o esôfago.

Causas

Quando uma pessoa se alimenta, a comida passa da garganta para o estômago através do esôfago. Uma vez que a comida está no estômago, um anel de fibras musculares impede que o alimento se mova para trás, em direção ao esôfago. Essas fibras musculares são chamadas de esfíncter esofágico inferior – EEI.

Se o esfíncter não fechar bem, tudo o que a pessoa comeu, bebeu e até mesmo o suco gástrico usado na digestão pode voltar para o esôfago; isso é chamado de refluxo gastroesofágico. Esse refluxo pode causar irritação na parede do esôfago, gerando os sintomas característicos da doença.

Fatores de risco

Alguns fatores são considerados de risco, pois aumentam as chances de uma pessoa apresentar a doença do refluxo gastroesofágico:

  • Obesidade
  • Gravidez
  • Hérnia de Hiato, em que parte do estômago se move acima do diafragma
  • Tabagismo
  • Ressecamento bucal
  • Asma
  • Diabetes
  • Atraso no esvaziamento do estômago
  • Esclerodermia e outros distúrbios do tecido conjuntivo
  • Síndrome de Zollinger-Ellison, em que o estômago produz mais ácido clorídrico que o normal.

A alimentação também está diretamente relacionada à ocorrência da doença. Chocolate, pimenta, frituras, café e bebidas alcóolicas estão entre os itens que, se consumidos em excesso, podem contribuir para o refluxo.

Sintomas

Alguns sintomas são característicos da doença de refluxo gastroesofágico, são eles:

  • Azia
  • Dor no peito
  • Dificuldade para engolir
  • Tosse seca
  • Rouquidão
  • Dor de garganta
  • Regurgitação e refluxo de suco gástrico
  • Inchaço na garganta
  • Náusea após refeições.

Uma pessoa diagnosticada com a doença de refluxo gastroesofágico pode ter a sensação de que o alimento ficou preso na garganta e pode sentir os sinais da doença aumentar ao se curvar, inclinar para a frente, ficar deitado ou comer. Os sintomas também costumam ser piores à noite e podem ser aliviados com antiácidos.

Prevenção

Manter-se dentro do peso ideal e fazer visitas frequentes ao médico é uma boa forma de prevenir não só a doença do refluxo gastroesofágico, como também outras doenças do trato digestivo. Evitar o fumo e o consumo excessivo de bebidas alcóolicas também pode ajudar a impedir a doença.

Vale ressaltar que apenas um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento.

Essa e outras doenças podem abrir margem para problemas ainda mais graves no futuro, por isso é importante estar atento aos sintomas e à frequência em que aparecem. Por essa razão, é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, temos uma equipe preparada para que o quadro seja tratado no início. Fale conosco e agende sua consulta.

O que é Dieta Alcalina?

Nada em excesso faz bem, e com a acidez no organismo não seria diferente. A acidez prejudica a oxigenação e a nutrição das células, com isso todas as funções ficam comprometidas. Nessa condição é que a dieta alcalina pode ser tão interessante, afinal, o corpo precisa manter-se alcalino para funcionar corretamente.

A dieta alcalina é baseada em um plano alimentar onde os alimentos ácidos – alimentos que após ingeridos podem gerar uma carga ácida, deixando o pH do organismo mais ácido – são consumidos em menor quantidade.

Para o bom funcionamento do organismo, é preciso que o pH esteja alcalino – em torno de 7,35, o que permite uma boa oxigenação e nutrição das células e tecidos. Entretanto, a maioria das reações que ocorrem no corpo geram substâncias ácidas que se somam aos resíduos ácidos gerados pelos alimentos.

Quando o pH sanguíneo sofre variações, o corpo aciona um mecanismo que utiliza diversos nutrientes para chegar ao equilíbrio, podendo causar deficiências nutricionais. Portanto, o consumo de comidas alcalinas pode ajudar na manutenção do pH, contribuindo então para o melhor funcionamento do organismo.

Um benefício da dieta alcalina é que ela não é restritiva, logo, não é preciso consumir apenas alimentos alcalinos, apenas manter um equilíbrio entre a ingestão de alcalinos e ácidos. A proposta da dieta é justamente trazer uma alimentação saudável e mais equilibrada.

Dieta Alcalina: Benefícios

A dieta alcalina promove o maior consumo de frutas e vegetais, sendo uma dieta rica em alimentos antioxidantes, que combatem a ação dos radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular.

Também pode ajudar no processo de emagrecimento por priorizar alimentos naturais e restringir o consumo de alimentos industrializados ricos em sódio, gorduras trans e aditivos alimentares. Ao tempo em que auxilia na saúde de ossos e articulações, já que previne artrite e desmineralização óssea.

Além de reduzir a retenção de líquidos, combatendo o inchaço, pois contém mais alimentos fontes de potássio e menos sódio. Portanto, acredita-se que esse tipo de alimentação pode contribuir para prevenção de algumas doenças, como osteoporose e câncer.

Dieta Alcalina: Cardápio

A proposta da dieta alcalina é aumentar o consumo dos alimentos alcalinos e reduzir os ácidos, então é importante lembrar que não é restritiva, e sim equilibrada. Portanto, os alimentos indicados são:

  • Verduras
  • Todas as frutas, incluindo as ácidas
  • Legumes
  • Alimentos integrais
  • Oleaginosas, como castanhas e amêndoas
  • Leguminosas, como feijão, lentilha e soja
  • Sementes, gergelim
  • Tubérculos, como inhame
  • Cogumelos
  • Chás
  • Óleo de peixe

Por outro lado, alimentos ácidos como açúcar, refrigerante, bebida alcoólica, cafeína, água com gás, tônica, adoçantes, amendoim, alimentos ricos em amido, industrializados ricos em sódio e em gorduras, laticínios e carnes vermelhas devem ser evitados.

Vale lembrar que é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, como os que você encontra no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, para que o quadro seja tratado no início. Fale conosco e agende sua consulta.

O que causa os gases

Os gases são flatulências gastrointestinais produzidas pelas bactérias que vivem em nosso trato digestivo e participam da digestão. Geralmente, são mais comuns após a ingestão de carboidratos, lipídios, proteínas e bebidas gaseificadas. Eles são compostos 99% por nitrogênio (N2), oxigênio (O2), dióxido de carbono (CO2), hidrogênio (H2) e metano (CH4). O 1% restante é formado por enxofre e ácido sulfídrico, responsáveis pelo mau cheiro. Os gases também podem ser formados pela simples ingestão de ar. =O

Todo mundo já passou por situações desconfortáveis pelo menos uma vez na vida por causa dos gases. É algo comum, que acontece com todos, por isso não fique preocupado(a). É possível minimizá-los ao deixar de ingerir determinados alimentos, mas não evitá-los. Saiba quais são esses alimentos:

Alimentos que causam gases

  • Leguminosas em geral, como ervilha, lentilha, grão-de-bico e feijão;
  • Vegetais como repolho, brócolis e couve de bruxelas;
  • Alimentos ricos em amido, como milho, macarrão e batatas;
  • Bebidas gaseificadas;
  • Açúcares e adoçantes naturais;
  • Alimentos ricos em proteínas, como ovo e leite.

É claro que não dá pra abrir mão desses alimentos, pois são muito importantes para o bom funcionamento do nosso organismo. Mas, evite os excessos. Esses itens podem causar barriga inchada, dor abdominal e os tão temidos gases. Mamães que ainda estão amamentando, é uma excelente opção reduzir a ingestão desses alimentos para evitar cólicas nos bebês.

Beber líquidos durante as refeições também favorece a formação dos gases, pois torna a digestão mais lenta. Para torná-la mais rápida, adicione iogurte a sua dieta, isso ajudará a regularizar a flora intestinal e, consequentemente, agilizará a digestão.

Se os gases estão excessivos, ocasionando dores abdominais insuportáveis, tome chás de erva-doce e/ou cardomomo.

Tipos de gases

Gases intestinais: São puns que podem emitir ou não sons e maus cheiros. São involuntários, mas é possível controlar a sua saída, minimizando sua amplitude.

Gases estomacais: São conhecidos como arrotos e produzem sons expelidos pela boca.

Para mais informações sobre os gases e como evitá-los, procure o seu gastroenterologista no Rio de Janeiro .

Como tratar a gastrite

A gastrite ocorre quando há alguma inflamação no estômago. Pode durar dias, meses ou anos, variando entre aguda e crônica, a depender da forma que você cuidará. Ela causa queimação do estômago, dor abdominal e enjoos, e alguns cuidados devem ser tomados como prevenção para que esses sintomas não se intensifiquem. Cuidar da alimentação é uma das medidas que funciona para combater esse problema.

Como a alimentação ajuda a tratar a gastrite

Alimentação deve ser sempre o primeiro passo em qualquer tipo de problema com o nosso organismo. Em primeiro lugar, evite alimentos ácidos, cítricos e muito gordurosos, como, por exemplo, frutas como abacaxi, limão e laranja, e bebidas como o café. Frituras, chocolates, bebidas alcoólicas e refrigerantes também estão proibidos.

Sobre os alimentos liberados: beba chá de alecrim e hortelã, pois funcionam como calmantes digestivos; mamão, maçã e goiaba são frutas liberadas para o consumo; peixe e frango com pouca gordura também são uma boa opção, principalmente feitos na grelha.
Se você ama aquele pãozinho no café da manhã, prefira os integrais. Iogurte e gelatina também estão liberados. Viu só? Dá para continuar se alimentando bem, apesar da gastrite .

O que aumenta a chance de desenvolver gastrite

  • Uso excessivo de analgésicos;
  • Consumo exagerado de álcool;
  • Estresse recorrente;
  • Fumo;
  • Consumo de alimentos específicos que atacam a gastrite.

Além de seguir nossas dicas para evitar os sintomas da inflamação, o tratamento da gastrite também é muito importante, por isso não deixe de realizá-lo. O diagnóstico pode ser realizado através de exames de endoscopia, de sangue ou raios X. Fique sempre atento quanto aos mitos e verdades da gastrite e consulte sempre o seu médico.

O que é intolerância alimentar

Intolerância alimentar é o que ocorre quando você sofre efeitos colaterais, como dores abdominais, náuseas, gases em excesso e dificuldade para a digestão, ao ingerir determinados alimentos. Para descobrir quais são proibidos e te fazem mal, é necessário realizar exames e evitar comê-los sempre que possível, para evitar esses sintomas.

Como identificar a intolerância alimentar

Os alimentos mais propícios à intolerância alimentar são o leite, o ovo, o chocolate, o pão, a carne de porco, o camarão e os frutos do mar em geral. Pode acontecer de esses alimentos causarem um mal estar de vez em quando, mas para confirmar a intolerância, faça o teste da exclusão alimentar, deixando de comer determinado item durante 7 dias e depois comer novamente para verificar os sintomas. A reação pode ser de intolerância ou alergia.

Confira os tipos de intolerância mais comuns:

Intolerância à lactose

A intolerância à lactose é a dificuldade ou incapacidade que o organismo tem de digeri-la. Os sintomas são dores abdominais, diarreia, náuseas, vômito e inchaço abdominal. Esse probleminha se desenvolve devido à insuficiência da enzima lactase, responsável por digerir este açúcar ingerido através de produtos lácteos. O diagnóstico pode ser obtido através de exames de endoscopia e de sangue. Estima-se que 65% da população é intolerante à lactose.

Intolerância ao glúten

A intolerância ao glúten é a dificuldade de digerir a proteína do glúten, que está presente no centeio, na cevada e no trigo, entre outros alimentos. Os sintomas mais comuns são: diarreia, vômito, falta de apetite, dor abdominal e abdômen inchado. O tratamento para a intolerância ao glúten é a exclusão da proteína da alimentação, além de procurar outros alimentos que possam substituir, como o fubá, a batata e a farinha de mandioca.

Realize o seu diagnóstico de intolerância alimentar o quanto antes e evite desconfortos futuros. Para cuidar melhor da saúde do seu aparelho digestivo, conheça o I Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro .

Entenda como funciona o sistema digestivo

A digestão é feita por um conjunto de órgãos e, diferentemente do que muita gente pensa, o sistema digestivo não é formado apenas pelo estômago e pelo intestino. Ele começa pela boca, e passa por órgãos que tornam o processo digestivo mais simples, como a língua, os dentes e as glândulas salivares. Confira no infográfico abaixo as etapas cruciais para uma digestão bem feita.

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Onde começa a digestão dos alimentos

Boca: ela é responsável por tornar a digestão mais simples, pois tritura os alimentos e produz glândulas salivares que ajudam a engolir a comida.

Faringe: funciona como uma válvula que permite a passagem do bolo alimentar produzido pela língua para o esôfago.

Esôfago: sua principal função é empurrar os alimentos até o estômago, de modo que eles não passem pelo canal respiratório.

Fígado: é um órgão de múltiplas funções, pois ele armazena vitaminas e libera glicose, metaboliza os lipídeos e proteínas, processa o álcool e as drogas, destrói as bactérias, entre outros.

Estômago: responsável por sintetizar enzimas digestivas, armazenar o bolo alimentar e transformá-lo numa massa de textura pastosa, chamada quimo, que deve ser encaminhada para o intestino. Nessa fase, ocorre a absorção da água e dos sais minerais.

Pâncreas: encaminha as enzimas digestivas para o intestino delgado, absorve gorduras, proteínas e produz insulina, que é a responsável pela energia do corpo.

Vesícula Biliar: função única de armazenamento da bile, líquido produzido pelo fígado para a digestão de gorduras.

Intestino delgado: 90% da absorção dos nutrientes alimentares acontece aqui.

Intestino grosso: responsável pelo transporte das fezes e absorção da água que irá determinar a consistência do bolo fecal.

Reto: local em que as fezes ficam armazenadas para, em seguida, serem eliminadas pelo ânus.

Ficou alguma dúvida sobre como funciona o sistema digestivo? Agende sua consulta com um dos médicos do Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro.

Por que alimentos antioxidantes são importantes?

Os alimentos antioxidantes possuem papel fundamental em nossa saúde. Eles protegem as células sadias do organismo contra a ação dos radicais livres, que são moléculas altamente instáveis, que quando estão em excesso, passam a oxidar células saudáveis, como as proteínas e lipídios, ocasionando doenças como a obesidade, o diabetes e a hipertensão.

Para que isso não ocorra, é necessário manter uma dieta balanceada que inclua a ingestão de alimentos antioxidantes. Confira alguns exemplos:

Quais alimentos antioxidantes consumir?

Os tipos de antioxidantes mais comuns são a vitamina E, vitamina C, selênio, manganês, enxofre e zinco. Podem ser encontrados nos seguintes alimentos:

  • Couve, brócolis, rabanete e couve-de-bruxelas – Ricos em enxofre;
  • Laranja, limão, acerola, mamão, goiaba – Ricos em vitamina C;
  • Amêndoas e abacate – Ricos em vitamina E;
  • Coentro, fígado, gengibre, amoras , salsa, cravo, orégano, tomilho e jabuticaba – Ricos em selênio;
  • Outros alimentos antioxidantes: aveia, azeite de oliva, linhaça, abacaxi, melão, peixes como salmão, sardinha e atum.

Os benefícios dos alimentos antioxidantes

O consumo de alimentos antioxidantes combatem o excesso de radicais livres. É importante ressaltar que eles não fazem mal ao organismo quando estão controlados e são responsáveis por fornecerem energia para o corpo. Os antioxidantes também retardam o envelhecimento, previnem doenças e melhoram a saúde da pele.

O corpo já produz por si só os agentes antioxidantes, mas fatores como poluição ambiental, fumaça de cigarro, consumo de álcool, estresse, raios ultravioletas, entre outras coisas, afetam nosso sistema imunológico, deixando-o fraco. Isso faz com que a produção dos antioxidantes naturais caia.

Agora que você já sabe a importância dos alimentos antioxidantes para o organismo, não deixe de procurar seu gastroenterologista no Rio de Janeiro para confirmar a necessidade de ingestão diária desses agentes. Até a próxima dica!

Como a atividade física pode ajudar na digestão

Realizar atividade física é sem dúvidas uma das melhores coisas para o corpo humano. Quando você exercita o seu corpo, os benefícios são visíveis rapidamente. Sua disposição aumenta, seus músculos se fortalecem, sua postura fica mais alinhada, o estresse diminui e seu metabolismo começa a funcionar mais rápido, favorecendo o emagrecimento. Mas o que pouca gente sabe é que a atividade física pode ajudar na digestão.

Os exercícios físicos auxiliam na passagem dos alimentos pelo intestino de forma mais eficiente, acelerando a condução do bolo alimentar e futura evacuação. Tudo flui de forma mais ágil e sem complicações. Se você sofre de intestino preso, exercitar-se pode ser uma alternativa saudável para melhorar esse problema. Caso o problema seja os gases, focar em séries específicas para o abdômen ajuda a diminuir a flatulência.

Você sabia que o sistema gastrointestinal também está diretamente ligado ao estresse? Quando você está ansioso, com raiva ou com princípio de depressão, os músculos do abdômen se contraem, dificultando a digestão e favorecendo casos de doenças gastrointestinais.

Problemas na digestão durante a atividade física

Assim como a atividade física pode ser boa para a digestão, ela também pode causar problemas se for realizada no momento errado. Evite comer 1h antes dos exercícios e consuma, de preferência, alimentos leves que forneçam energia. Caso a refeição seja muito próxima da prática, podem ocorrer episódios de vômitos e desconforto gástrico.

Durante a atividade física, o sangue é direcionado para as partes do corpo que mais precisam da circulação sanguínea, diminuindo consideravelmente a potência que ajudaria na digestão, tornando-a mais lenta. Ficar sem comer antes dos exercícios também não irá resolver o problema, pois o corpo precisa de nutrientes para retirar a energia exigida pelas atividades. A má alimentação pode ocasionar desmaios e quedas de pressão.

Exercícios físicos que ajudam na digestão

  • A prática da Yoga é excelente para quem tem tireoide, pois faz com que o metabolismo trabalhe mais rápido e atribua um funcionamento melhor ao trato digestivo;
  • Os alongamentos massageiam os órgãos internos e auxiliam na passagem dos alimentos com mais facilidade;
  • Os abdominais ajudam a diminuir as flatulências.

Curtiu as dicas? Não deixe de realizar atividades físicas, ok? Procure seu médico especialista e saiba qual a melhor forma de se exercitar, a frequência recomendada, a alimentação necessária etc. Para assuntos referentes ao sistema digestivo, consulte nossa clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro.