Alimentos que ajudam a regular a pressão

A pressão alta é um dos problemas que mais atinge os brasileiros. Seja por causas hereditárias ou por hábitos criados durante a vida, este problema é sempre uma queixa nos consultórios médicos, fazendo com que muitos pacientes tentem encontrar formas de regular a pressão. É uma doença silenciosa e, na maioria das vezes, pode demorar a ser identificada, requerendo um acompanhamento maior dos médicos para identificar o aumento da pressão arterial. Apesar de ser mais comum em pessoas mais velhas, também pode ocorrer em jovens e, quando isso acontece, o fator hereditário é o maior responsável.

As doenças do coração são responsáveis pelo maior número de mortes no Brasil, e a hipertensão arterial tem grande ligação com esses problemas. Infartos, derrames e até insuficiência renal podem ser causados pela pressão alta, e é importante que os pacientes saibam disso e se conscientizem acerca da importância de consultar o médico com regularidade e de manter o controle da pressão, ainda que seja fazendo a medição em casa ou em farmácias.

Os fatores que levam à hipertensão também podem ser advindos de problemas emocionais, como a ansiedade, depressão, ou até mesmo o estresse do dia a dia. E quando isso ocorre, talvez provoque mais sintomas do que o normal, facilitando para o paciente relacionar o sentimento de ansiedade com a pressão que está subindo. Terapia, técnicas de respiração, medicações e atividades físicas podem auxiliar na melhora da estabilidade emocional e fazer com que ela reflita na pressão arterial. Porém, é importante ressaltar que apenas isso não é suficiente.

A importância da alimentação

A alimentação é a base de qualquer tratamento e pode trazer benefícios inimagináveis na luta contra a hipertensão. Uma dieta rica nos componentes ideais pode não só regular a pressão, mas também proporcionar mais qualidade de vida ao paciente e evitar futuros problemas mais graves, como infarto e derrame. Confira a seguir alguns alimentos que ajudam a regular a pressão e que podem te ajudar a ter mais saúde.

Restrição no consumo de sal

A principal orientação ao paciente hipertenso é reduzir a quantidade de sal na alimentação, além de evitar alimentos que tenham o teor de sódio alto. Isso ajuda não só a manter a pressão mais baixa, mas também auxilia na análise do médico em relação a melhor da dieta para aquele paciente.

Apesar da recomendação de reduzir o sal da dieta ser tão radical, pois muitas pessoas pensam que a comida vai ficar sem gosto e ruim, há muitas outras formas de manter o sabor das suas refeições. Criar o hábito de utilizar alho, ervas e especiarias, pode fazer com que a comida fique ainda mais saborosa do que era.

Alho, ervas e azeite

Como foi dito antes, o alho é uma ótima alternativa para ajudar a substituir a falta do sal, pois é um grande aliado dos hipertensos, proporcionando um sabor forte aos alimentos. Além do mais, o alho é uma grande fonte de vitamina C, possuindo um grande poder antioxidante que, combinado ao magnésio, ajuda na dilatação dos vasos sanguíneos e alivia a pressão do sangue.

A cebolinha, a salsa, o coentro e o manjericão também dão aquele toque a mais aos alimentos. Eles ainda têm o papel de facilitar na adaptação do paciente à dieta, pois como a comida continuará gostosa, o incentivo é grande para continuar seguindo as regras de controle da pressão.

A substituição do óleo de cozinha pelo azeite é um grande passo, pois o azeite é rico em ômega 3, substância também presente no salmão, sardinha e atum, e que auxilia na vasodilatação, aliviando a pressão sanguínea.

Leite e derivados para regular a pressão

O leite e seus derivados são grandes fontes de sódio e minerais, além de estimularem a eliminação do sódio no organismo. Podem ser consumidos em pequenas porções diárias e em forma desnatada, não só o leite, mas também iogurtes e queijos.

A manteiga, o requeijão e a margarina devem ser consumidas nas versões sem sal e de preferência light ou diet. Regular toda a dieta de acordo com as limitações de sal é muito importante para melhorar mais rapidamente a pressão e também para que seu corpo se acostume com a falta de sódio.

A obesidade e a hipertensão

O indivíduo obeso tende a se alimentar em grandes quantidades, consumindo doces, carnes, frituras e embutidos em excesso. Isso provoca um aumento da pressão e de diversas outras taxas como a diabetes, triglicerídeos etc.

Uma rotina de exercícios físicos combinados a uma dieta própria para hipertensos pode proporcionar não só o emagrecimento, mas a regularização das demais taxas. É um caminho longo e cheio de obstáculos a se percorrer, mas a boa saúde recompensa tudo.

Quais alimentos são inimigos na hora de regularizar a pressão?

Alimentos com muita gordura e sódio provocam inúmeros males para o organismo, pois aumentam a formação e o acúmulo de placas de gordura no sangue, obstruindo artérias e aumentando a pressão sanguínea. Segue abaixo uma lista de alimentos que devem ser evitados em caso de hipertensão arterial:

  • Doces variados;
  • Temperos prontos;
  • Molhos prontos;
  • Alimentos embutidos e em conserva;
  • Bebidas alcoólicas, gaseificadas e artificiais;
  • Carne vermelha.

A boa alimentação é a chave para a boa saúde

As dicas alimentares são infinitas e quase todo diagnóstico começa com uma mudança na alimentação. Os efeitos da alimentação ruim podem levar à hipertensão, como vimos no texto, mas também podem causar inúmeros efeitos no trato digestivo.

O blog do Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, sempre traz dicas para te informar sobre melhores hábitos alimentares, a importância da atividade física, melhores alimentos para o trato digestivo e esclarecer dúvidas sobre os nossos procedimentos. Quer acompanhar nossos textos? Assine nossa Newsletter e fique de olho em todas as novidades e dicas relacionadas à saúde. Cuide-se!

Tudo que você precisa saber sobre a apendicite

O apêndice é um órgão pequeno, que se localiza do lado direito do abdômen. Muita gente pensa que esse órgão não tem nenhuma utilidade, mas, na verdade, ele serve como um tubo localizado no intestino grosso e funciona como abrigo de bactérias benéficas para o intestino, que auxiliam no combate a infecções. Também abriga linfócitos, que são células de defesa do nosso organismo.

A apendicite é a inflamação do apêndice e causa dor intensa. A dor e a inflamação costumam avançar rapidamente e, em poucas horas, se tornam agudas. A busca por um médico é necessária, pois, muitas vezes, a cirurgia é o único tratamento viável e deve ser feita com uma certa urgência. Quando a dor dura um mês ou mais, pode significar apendicite crônica e o seu desenvolvimento é bem mais demorado. O tratamento costuma ser à base de remédios e acompanhamento médico, sendo a faixa de idade mais comum do quadro crônico a partir dos 40 anos.

Como saber se é apendicite?

A apendicite só pode ser confirmada por um profissional, que observará os locais em que o paciente sente dor, e ficará atento a outros possíveis sintomas. Segue abaixo uma pequena lista de alguns outros sintomas de apendicite:

  • Febre por volta dos 38°C, e calafrios: a febre é moderada e vem acompanhada de dor; caso ela aumente, pode ser sinal de rompimento do apêndice.
  • Enjoo ou vômitos: esses costumam ser os primeiros sintomas, mas também podem se relacionar a outras doenças. Procure um especialista.
  • Dor em volta do umbigo e do lado direito do abdômen: a dor é local, forte e contínua. Pode piorar em casos de movimentos bruscos ou de pressão sobre o abdômen.

As dores normalmente surgem no centro do abdômen e, após algum tempo, acabam migrando para o lado direito. A sensação de má digestão e o inchaço são normais e, se persistirem por horas, o indicado é não se automedicar, pois algumas substâncias podem causar uma piora no quadro. O médico realizará um exame físico, apalpando o abdômen do paciente, e depois, provavelmente pedirá exames como o ultrassom e o hemograma para confirmar a apendicite.

É importante não se desesperar em caso de dores abdominais, pois elas podem ocorrer por inúmeros fatores. Portanto, sempre que perceber algo fora do comum, procure um especialista para diagnosticar o real problema, sem especulações.

A apendicite em grávidas

Os sintomas da apendicite em grávidas podem ser marcados por prisão de ventre e gases, as dores muitas vezes são confundidas com sintomas da gravidez, portanto, mantenha os exames e o acompanhamento em dia.

A apendicite em crianças

Nas crianças, o abdômen tende a inchar muito, causando perda de apetite, náuseas e vômitos. A queixa de dor também é frequente e é bom observar se a criança está tendo dificuldade ao evacuar ou excesso de gases.

Quais são as causas da apendicite?

A apendicite pode ser causada pelo acúmulo de fezes dentro do apêndice, bloqueando o fluxo sanguíneo. Pacientes que sofrem de pedra na vesícula também devem ficar atentos, pois isso pode acabar bloqueando a saída de muco no apêndice, causando a inflamação.

As bactérias que vivem no apêndice, podem causar incômodos, como o acúmulo de gases ou a obstrução das vias, levando à inflamação. E, ainda seguindo a linha de bactérias e vermes, um parasita pode entrar no apêndice causando o bloqueio das vias, o inchaço e a futura ruptura. Esse rompimento também pode acontecer devido a acidentes, pancadas fortes ou traumas intestinais.

Quais os tratamentos para a apendicite?

O tratamento para a apendicite é sempre cirúrgico e urgente, sobretudo em casos de rompimento. Contra os sintomas que a apendicite causa, os médicos receitarão medicamentos para dor e anti-inflamatórios.

Apesar de ser um problema bem comum, a apendicite pode se tornar grave se não atendida rapidamente, e a falta de cirurgia pode leva ao óbito. Durante a cirurgia, o apêndice é retirado e não é substituído, pois apesar de ter uma pequena função, não chega a fazer falta para o organismo. A cirurgia pode ser realizada com uma incisão no abdômen ou por laparoscopia, sendo este último um procedimento menos invasivo e com recuperação mais rápida.

O rompimento do apêndice é tudo que deve ser evitado, pois libera uma secreção que pode acabar se espalhando por outros órgãos, causando mais complicações. Por isso a prevenção deve vir em primeiro lugar para todos.

Alimentos que previnem a apendicite

A ingestão de fibras é uma grande forma de prevenir esse problema. Adicionar alguns alimentos ricos em fibras na dieta é o segredo não só para prevenir a apendicite, mas também para garantir o funcionamento saudável do intestino, melhorar a digestão e a saúde no geral.

Alimentos integrais, cereais, aveia, granola, alface, couve, brócolis, abóbora, cenoura, mamão, laranja etc, devem ser inseridos na dieta. A prática de exercícios físicos, ligados à boa alimentação e à ingestão de no mínimo 2 litros de água por dia, tornam raros quaisquer problemas intestinais.

Procure ajuda com quem pode te ajudar

Buscar ajuda profissional é muito importante para evitar que o quadro se agrave. O Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, conta com profissionais capacitados para realizar procedimentos e te auxiliar contra a apendicite. Agende um atendimento!

Os benefícios do mamão para a saúde

O mamão é uma fruta tropical e uma das mais consumidas no Brasil, rico em nutrientes, vai bem com mel, com salada de frutas e puro, pois tem um gosto adocicado sem igual. Tem inúmeros benefícios nutricionais, e por muitos é considerado como um remédio caseiro, pela quantidade de vitamina C que possui.

Contendo mais vitamina C do que a laranja, o mamão também é benéfico à pele, à visão e ao coração, pois possui uma rica fonte de antioxidantes, ferro, minerais, potássio e outras substâncias.

Veja na lista a seguir os benefícios do mamão:

Os benefícios do mamão para o intestino

Tanto a ingestão da fruta, quanto o suco de mamão, ajudam na digestão dos alimentos. O mamão age com um efeito tônico no estômago e intestinos, prevenindo enjoos e azias. Esse efeito também contribui na hora da evacuação, facilitando a passagem das fezes, aumentando os movimentos intestinais e reduzindo os sintomas de constipação. Isso tudo se dá por causa da grande quantidade de fibras que o mamão possui, fortalecendo o trânsito intestinal e facilitando o sistema digestivo.

Os benefícios do mamão para o sistema imunológico

Por ser rico em vitaminas A e C, o mamão se torna um poderoso aliado contra gripes e resfriados, aumentando a imunidade e fortalecendo o sistema imunológico. Agindo com propriedades anti-inflamatórias, ajuda a prevenir inflamações no ouvido, garganta, dores de cabeça causadas por pequenas inflamações etc. Além de pacientes com asma, artrite e outras inflamações demonstrarem uma melhora após ingerir mamão.

Outras inflamações em cortes e feridas também podem ser beneficiadas pela ingestão da fruta, pois as substâncias facilitam a cicatrização, melhorando a capacidade da pele de se regenerar.

Outros benefícios do mamão

Como já apresentado, os benefícios do mamão são inúmeros e podem atuar em diferentes áreas do corpo e organismo. Melhora a visão noturna, aumenta a resistência dos ossos, fortalecendo e tonificando, além de combater a fadiga e o cansaço.

Outros prós dessa fruta são os benefícios que ela pode trazer ao coração, pois, por conta de substâncias antioxidantes, ajuda na absorção de gorduras, evitando a oxidação do colesterol e prevenindo possíveis problemas cardíacos.

Por conta dessa arma contra as gorduras, é de se esperar que o mamão tenha poucas calorias. E como tem! A cada 100 gramas, a fruta possui apenas 39 calorias, e por esse motivo é bastante indicada em dietas e para se recuperar de quadros clínicos como a gripe ou constipação.

Como consumir?

O mamão pode ser consumido puro, na salada de frutas, com mel, creme de leite, iogurte, cereais integrais e/ou de outras formas saudáveis que consigam agregar ainda mais vitaminas e nutrientes à fruta.

É um aliado à boa saúde e merece um espaço no seu cardápio sempre. O Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, incentiva a boa alimentação, principalmente por trazer benefícios ao sistema digestivo. Fique por dentro de novidades e informativos sobre saúde aqui no nosso blog!

O que é colelitíase? Pedra na vesícula!

A grande maioria das pessoas conhece alguém que já passou por esse problema que, apesar do nome complicado, se popularizou como pedra na vesícula. E esse quadro se caracteriza por pequenas pedras que se formam na vesícula biliar. Além de dificultar alguns processos no organismo, que veremos mais à frente, a pedra na vesícula provoca dor intensa do lado direito do abdome e nas costas, e essa dor é chamada de cólica biliar.

Quais são os tipos de pedra na vesícula?

Existem três tipos diferentes de cálculos biliares, conheça-os:

  • Cálculo de colesterol: é o mais comum, formado por colesterol e cálcio, com o fator de risco entre obesos, mulheres, pessoas com histórico familiar e que sofrem com o aumento no colesterol.
  • Cálculo de bilirrubinato de cálcio (cálculo preto): mais comum em pessoas doentes que sofrem com a destruição das hemácias, como a esferocitose e a anemia falciforme.
  • Cálculo de pigmento marrom ou castanho: não é formado na vesícula biliar.

O que causa a pedra na vesícula?

Apesar da formação dos cálculos ainda não ter as causas confirmadas, ela pode se caracterizar por um desequilíbrio metabólico, fatores hereditários e/ou orgânicos. Os cálculos de colesterol são os mais comuns e alguns deles podem se alojar e não causar sintomas, outros podem ficar presos no duto biliar e bloquear o fluxo da bile para o intestino e, nesse caso, causar dores.

Confira outras possíveis causas de pedra na vesícula:

  • Dieta pobre em fibras e rica em gorduras
  • Uso prolongado de anticoncepcionais
  • Fumo
  • Sedentarismo
  • Alteração no nível de estrogênio – por essa causa as mulheres têm maior tendência a ter pedras na vesícula

Outros fatores de risco

Além do que já foi citado, as pessoas com diabetes, hipertensão arterial, obesidade e predisposição genética têm maior risco de sofrer com a formação dos cálculos biliares.

Quais riscos a pedra na vesícula apresenta?

Como as pedras levam à obstrução dos dutos biliares, pode causar o rompimento da vesícula e levar o paciente a ter complicações mais graves. Portanto, a prevenção, o diagnóstico precoce e tratamento imediato são as melhores opções para estabilizar o quadro e descobrir a melhor alternativa.

Quais são os sintomas?

Os sintomas de pedra na vesícula são muitos e podem ser variados, por isso é importante prestar muita atenção e buscar auxílio profissional caso persistam sintomas como: febre acima de 38 graus, cor amarelada na pele e nos olhos, diarreia constante, dor forte do lado direito da barriga, após se alimentar, náuseas e vômitos, perda de apetite e intolerância ao ingerir alimentos gordurosos.

Como identificar e tratar a pedra na vesícula?

O primeiro exame a ser feito é a ultrassonografia, que irá analisar melhor e confirmar ou não as suspeitas do médico e paciente. Já o tratamento, pode ser feito à base de medicamentos que diluem o cálculo de colesterol, e em outros casos pode ser indicado o procedimento de videolaparoscopia.

Procure ajuda

Buscar auxílio profissional é muito importante, e o Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, conta com profissionais capacitados para te atender, além de procedimentos específicos e de qualidade. Agende sua consulta!

Guia completo sobre a endoscopia

A endoscopia é um exame feito por meio de um tubo que se chama endoscópio. Ele é inserido pela boca e permite ao profissional observar os órgãos do trato digestivo: estômago, esôfago e duodeno. Além de ser um exame para observação, também existe a endoscopia com biópsia mais indicada para pacientes com câncer e gastrite.

A seguir, acompanhe um guia sobre a endoscopia. Conheça como é a preparação, como é realizado o exame, para quais problemas é indicado, e quais as recomendações para depois.

Como a endoscopia é realizada?

Algumas recomendações devem ser seguidas e é indicado o jejum total de 8 horas antes do exame, para que o estômago fique vazio por completo e permita melhor observação. O exame normalmente dura no máximo 30 minutos, é muito seguro e deve ser feito por profissionais capacitados.

O exame é feito após sedação intravenosa do paciente, também pode ser aplicada uma anestesia local na garganta, é opcional ao profissional e paciente, e pode evitar que o procedimento seja doloroso. Após o protetor de boca ser colocado, o endoscópio é introduzido pela boca para capturar imagens em tempo real do estômago, esôfago e duodeno.

Recomendações pós-endoscopia

É indicado que o paciente vá acompanhado para a realização do exame, afinal, o efeito da sedação persiste até um tempo depois, prejudicando a concentração do paciente.

A recomendação é repousar e evitar alimentos que agridam a garganta e o estômago após o exame, pois pode ser que ocorra sensação de inchaço e dificuldade para engolir, que algumas horas depois também tendem a desaparecer. Aumentar a ingestão de água, comer frutas sem acidez e comidas sem tanto tempero também podem ajudar a reduzir os sintomas mais rapidamente.

O resultado sai no mesmo dia, então, se houver restrições alimentares por um período maior, o diagnóstico e tratamento serão iniciados imediatamente.

Quando a endoscopia é indicada?

A alimentação com excessos de gordura, sódio, cafeína ou temperos fortes pode causar incômodos, queimação, dores no estômago, ou até problemas mais graves. Saiba quando a endoscopia é indicada:

  • azia;
  • dor ao engolir;
  • fezes escuras com frequência;
  • sensação de empanzinamento, mesmo quando se come pouco;
  • dor no abdômen;
  • perda de peso sem motivo;
  • náuseas e vômitos frequentes.

Endoscopia terapêutica

A endoscopia terapêutica é realizada em tratamentos como a polipectomia, dilatação de estenoses no esôfago, estômago e duodeno, inserção de sondas e de drenos, retirada de corpos estranhos, inserção de balão intragástrico em pacientes obesos.

Informações extras

Apesar de não haver contraindicações, é recomendado que pessoas que sofrem de problemas cardíacos, respiratórios, e alérgicos a alguma substância, informem previamente ao médico. Em caso de gestantes, o exame só pode ser realizado até o terceiro mês de gravidez ou em casos urgentes.

Procurar um profissional capacitado é muito importante. O Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, conta com o exame de endoscopia, entre outros exames e especialidades que envolvem o trato digestivo. Agende sua consulta!

Os benefícios da vitamina C

A vitamina C é uma vitamina hidrossolúvel, obtida somente pela alimentação, pois não pode ser sintetizada pelo organismo. Uma vez ingerida, o nutriente tem a capacidade de melhorar o sistema imunológico, evitar derrames, contribuir para a melhora da pele e, ainda, conta com uma ação antioxidante capaz de proteger as células sadias do organismo contra os radicais livres.

A vitamina C é essencial para o nosso corpo e a nossa saúde. O consumo em forma de cápsulas, ou por meio dos alimentos, é necessário para a manutenção do nosso organismo.

Fontes de vitamina C

Felizmente é um nutriente que pode ser encontrado em muitos alimentos. A diversidade de opções deixa mais simples a aplicação na dieta, dando a liberdade de ter uma alimentação balanceada e que inclua as quantidades certas da vitamina.

Laranja, acerola, limão, morangos, couve, manga, brócolis, caju e tomate são alguns alimentos fonte de vitamina C. As taxas variam de acordo com o alimento e, por isso, é importante manter uma dieta balanceada.

Mais benefícios da vitamina C

Além das ações antioxidantes, a vitamina C possui efeitos contra o estresse, diminuindo os níveis de cortisol e acalmando os outros sintomas. Conheça mais alguns benefícios para a saúde:

  • Previne as doenças do coração.
  • Auxilia na formação de ossos e dentes.
  • Pode atuar como suplemento em casos de câncer.
  • Ajuda a prevenir infecções

A deficiência de vitamina C e o escorbuto

A deficiência de vitamina C causa o enfraquecimento do sistema imunológico e isso pode acarretar gripes e resfriados frequentes, além de abrir portas para outras doenças, como o escorbuto. O escorbuto é uma doença grave causada pela deficiência de vitamina C no organismo e pode causar problemas nas articulações, inflamações e sangramento na gengiva, retardo na cicatrização de feridas e até a perda dos dentes.

Consumo correto e manutenção da saúde

É muito importante o consumo da vitamina C ser algo atrelado às necessidades básicas na dieta, pois é realmente um nutriente muito importante para a manutenção da saúde. A ausência da vitamina pode provocar muitos problemas e deixar a solução mais difícil, portanto, é melhor prevenir.

No blog do Instituto Digestivo, centro de gastroenterologia no Rio da Janeiro você encontra muitos informativos e detalhes dos nossos serviços. Fique bem informado em nome da saúde!

Hipervitaminose – o que é e como tratar

As vitaminas são necessárias para o funcionamento do corpo, já que melhoram a pele, os cabelos, o organismo e acelera o raciocínio. A deficiência delas pode causar problema na pele, ossos e dentes, além de diminuir a capacidade de raciocínio e a qualidade de vida. Em contrapartida, abusar do consumo de vitaminas também pode causar problemas.

A hipervitaminose é a intoxicação causada pelo excesso de vitaminas, e o diagnóstico desse quadro varia de acordo com a vitamina que está em excesso no organismo, tendo assim, mais de um tipo de hipervitaminose. Apesar de os sintomas se estenderem durante todo o uso das vitaminas, existe tratamento e é simples. A recomendação é de que se tenha acompanhamento clínico para receber auxílio e investigar até onde foram os danos causados pela hipervitaminose.

Saiba como tratar esse quadro relativamente comum que ocorre por causa do abuso de substâncias que deveriam ser consumidas com moderação, e segundo as necessidades reais do corpo.

Tipos de hipervitaminose

Conforme mencionado anteriormente, a hipervitaminose varia de acordo com a vitamina ingerida em excesso e seus sintomas podem ser diferentes e com múltiplas consequências. Conheça os tipos e sintomas e saiba como prosseguir.

  • Hipervitaminose A: causada pelo excesso de vitamina A, pode levar ao ressecamento da pele, com fissuras, rachaduras e feridas, dores nas articulações, fraqueza, cansaço, queda de cabelo e etc.
  • Hipervitaminose B: provocada pelo excesso de vitamina B, os sintomas variam. Em caso de vitamina B1, pode levar a convulsões, dificuldades em respirar e até ao óbito pelo mesmo motivo. Já o abuso da vitamina B12, pode causar reações alérgicas.
  • Hipervitaminose C: o excesso de vitamina C não costuma causar sintomas graves para a saúde, pois é ministrado até em casos de doenças mais graves. O que pode acontecer é o alto consumo ter efeito laxante em pessoas com a saúde regular.
  • Hipervitaminose D: os efeitos do excesso de vitamina D podem demorar meses a aparecer e isso causa um grande enfraquecimento dos tecidos, osso e rins, se transformando num problema mais grave. Outro efeito causado é o aumento do cálcio sanguíneo.
  • Hipervitaminose K: é menos comum de ocorrer, mas pode levar a problemas hepáticos e hemorragias.

Prevenção à hipervitaminose

No início do problema, as vitaminas B e C são eliminadas facilmente pela urina. Mas a melhor forma de tratamento é a prevenção e, portanto, não se pode abusar do consumo de vitaminas. A prescrição médica é absolutamente importante, pois um especialista sabe a quantia certa que cada corpo necessita. O uso de suplementos vitamínicos seja em cápsulas, pós, ou qualquer outro tipo de ingestão deve ser monitorado e regrado sempre.

Como funciona o tratamento?

O tratamento, na maioria das vezes, se baseia em apenas parar com o consumo demasiado das vitaminas. Em casos de já ter desenvolvido algum outro problema, um especialista deve ser consultado.

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Conheça as doenças intestinais mais comuns

Os intestinos, localizados após o estômago, são uma parte importante do sistema digestivo, pois é onde ocorre a digestão dos alimentos e a absorção dos nutrientes. Os problemas nessa região costumam ocorrer no intestino delgado, que é composto por três partes: o duodeno, o jejuno e o íleo. Apesar de normalmente ser saudável, é suscetível a algumas doenças intestinais, e devemos estar sempre atentos aos sintomas.

Em relação a problemas nos intestinos, a maior parte dos pacientes fala sobre obstrução no intestino delgado ou infecções por bactérias. Os sintomas e a gravidade de cada um variam de acordo com a pessoa. Saiba mais sobre as doenças intestinais mais comuns:

Infecções

São causadas por bactérias nocivas ou vírus que normalmente são contraídos através da ingestão de alimentos ou bebidas contaminadas. Quando causadas por vírus, levam o nome de gastroenterite viral. Por vezes, os organismos infecciosos podem ser transmitidos de dentro do próprio corpo. Seus sintomas costumam ser prisão de ventre ou diarreia, cólicas frequentes e perda de apetite.

Obstrução intestinal

Nesse quadro, a passagem de alimentos ou líquidos é dificultada ou bloqueada, e tal fator pode ter diversas causas: tumores no intestino delgado, doenças inflamatórias, torção no intestino, hérnias, entre outros. Seus sintomas causam muito incômodo e desconforto, como inchaço no abdômen, dor abdominal, diminuição do apetite, náuseas, vômitos, prisão de ventre, diarreia e excesso de gases.

Doença de Crohn

Infecção causada por uma resposta autoimune do organismo que afeta o sistema digestivo, afeta principalmente o íleo, e compromete todas as áreas da parede intestinal: mucosa, submucosa, muscular e serosa. Seus sintomas podem variar entre fraqueza, irritação no estômago, diarreia, vômitos, náuseas, inflamação nos olhos e até mesmo problemas de pele, como um pioderma gangrenoso (feridas na pele com aparência de vulcão) ou um eritema nodoso (nódulos avermelhados e dolorosos).

Doença celíaca

Causada pela intolerância ao glúten, provoca atrofia na mucosa do intestino e, automaticamente, dificuldade do organismo de absorver os nutrientes dos alimentos. A doença é uma condição crônica, autoimune e afeta crianças e adultos que possuam predisposição genética. Seus principais sintomas são dor abdominal, diarreia, distensão do abdômen, fraqueza, diminuição de apetite, queda de cabelo, anemia e perda ou dificuldade para ganhar peso.

Síndrome do Intestino Curto

Causada pelo mau funcionamento de grande parte do intestino delgado, costuma manifesta-se após a remoção cirúrgica do intestino delgado. Seu principal sintoma é a má absorção de nutrientes, que acaba resultando em outras complicações como desnutrição, dores abdominais, diarreias e fadiga.

Como tratar doenças intestinais

Se você sente algum incômodo ou algum dos sintomas relacionados, o ideal é buscar ajuda médica para verificar do que se trata e qual o melhor tratamento a seguir. No Instituto Digestivo, centro de gastroenterologia no Rio de Janeiro, você encontra profissionais capacitados para cuidar de você, avaliar seu quadro e indicar o tratamento ideal.

O que é colonoscopia?

A colonoscopia é um procedimento usado para avaliar e diagnosticar possíveis problemas no intestino, como o câncer, úlceras, entre outros. O procedimento não dói e deve ser feito a cada 3 ou 5 anos, a partir dos 50 anos. Em casos de pacientes com histórico familiar de câncer no intestino ou colite ulcerativa, a colonoscopia deve ser realizada a partir dos 30 anos. Mas em que sintomas devemos reparar para uma colonoscopia? Como é realizada? Como é a preparação para o exame? Entenda melhor:

Preparação para colonoscopia

O preparo para o procedimento é sugerido pelo especialista, de acordo com o que se pretende observar, e pode incluir, por exemplo:

  • ingerir remédios laxantes no dia anterior;
  • realizar uma limpeza do intestino com enema;
  • buscar uma dieta com líquidos claros;
  • ingerir bastante água;
  • beber sucos de fruta natural;
  • comer sopa ou caldos pobres em gordura;
  • comer gelatina de limão ou laranja.

Recomenda-se a ingestão de elementos mais claros e leves, para garantir uma boa visualização. A dieta deve ser orientada por alguns médicos, a partir da análise de cada quadro.

Como o procedimento é realizado

Após a aplicação da anestesia local, com o paciente deitado de lado ou com a barriga para cima, introduz-se no intestino um tubo com uma câmera na ponta. Para isso, o médico insere o tubo do aparelho de colonoscopia dentro do ânus. O procedimento dura em torno de 15 a 60 minutos, e a recuperação leva cerca de duas horas.

É importante buscar um gastroenterologista qualificado para realizar o procedimento e oferecer as devidas orientações. Você encontra profissionais de qualidade no Instituto Digestivo, centro de gastroenterologia no Rio de Janeiro

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O que é pancreatite?

A pancreatite é uma inflamação no pâncreas, glândula localizada atrás do estômago que tem as funções de ajudar na digestão de gorduras e carboidratos usando o suco pancreático que contém enzimas digestivas, e de produzir hormônios como a insulina. Normalmente, as enzimas digestivas do suco pancreático só devem ser ativadas no intestino delgado. Quando elas são ativadas ainda dentro do pâncreas, ocorre um processo de irritação das células do órgão, que leva à pancreatite.

Pode ocorrer de forma aguda, que surge repentinamente e desaparece em poucos dias após iniciado o tratamento, ou crônica, quando as crises são frequentes e os sintomas demoram a desaparecer. Os casos mais graves da doença podem gerar complicações como hemorragias e infecções.

Sintomas e fatores de risco para a pancreatite

Pacientes com a forma aguda da doença costumam apresentar dor na parte superior do abdômen, que se espalha pelas costas e tende a piorar depois da ingestão de alimentos, além de náuseas e vômitos.

Alguns fatores de risco para a pancreatite são alcoolismo, presença de cálculos biliares, ingestão de medicamentos potencialmente agressivos ao pâncreas, tabagismo, fibrose cística, histórico familiar da doença, níveis elevados de cálcio e triglicerídeos no sangue, entre outros.

Tratamento

O tratamento para a pancreatite envolve a administração de medicamentos para controlar a dor, a diminuição da ingestão de gorduras e proteínas por meio de uma dieta controlada, e a imediata suspensão do consumo de álcool. Em casos mais graves, a depender do tamanho da lesão, a cirurgia do pâncreas pode ser necessária. É importante lembrar que a pancreatite crônica não tem cura, e o tratamento tem o objetivo de garantir a qualidade de vida do paciente e minimizar a ocorrência das crises.

Conheça o Instituto Digestivo

O Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, possui profissionais capacitados para tratar de casos de pancreatite e outras doenças do aparelho digestivo. Estamos localizados em Copacabana e no Rio Comprido. Agende uma consulta e conheça-nos!

Direitos da pessoa ostomizada

Muitas vezes, em virtude de algum problema intestinal, alguns pacientes precisam passar por um procedimento chamado ostomia. Pessoas que passam por esse tipo de intervenção andam com uma bolsa coletora acoplada ao abdômen, e desde a publicação da Lei Federal 5.296 são consideradas pessoas com deficiência. Essa classificação garante aos ostomizados uma série de benefícios que, muitas vezes, são desconhecidos pela sociedade em geral. Saiba mais sobre os direitos da pessoa ostomizada neste artigo do Instituto Digestivo.

O que é a ostomia?

A ostomia é uma intervenção cirúrgica pela qual passam pessoas que, em decorrência de doenças (como câncer ou infecções), traumas ou outros problemas, não são mais capazes de eliminar suas necessidades fisiológicas pelas vias intestinais. Trata-se da criação de um caminho alternativo para excretar as fezes, com a abertura de um ostoma (ou estoma), orifício na região do abdômen ao qual fica acoplada a bolsa coletora.

Existem algumas modalidades de ostomia: a colostomia, um tipo de ostomia intestinal que faz a comunicação do cólon com o exterior, e a ileostomia, que é a comunicação do intestino delgado com o exterior. Todas podem ser temporárias ou permanentes, a depender do caso.

Pacientes ostomizados são considerados pessoas com deficiência

Desde 2004, com a lei federal nº 5.296/04, os ostomizados são considerados pessoas com deficiência física. Com isso, além do fornecimento das bolsas coletoras pelo Sistema Único de Saúde (que já era garantido desde a década de 90), esses pacientes passaram a ser amparados por um amplo espectro de leis federais, estaduais e municipais. Muitos dos benefícios assegurados por essa medida ainda são desconhecidos pela população em geral, entre eles:

  • Amparo Assistencial ao Idoso e ao Deficiente (LOAS);
  • auxílio-doença;
  • saque do PIS;
  • saque do FGTS;
  • isenção de imposto de renda na aposentadoria por invalidez;
  • isenção de ICMS e IPI na compra de carro adaptado;
  • isenção de IPVA para veículos adaptados;
  • Benefício Assistencial (BPC – LOAS);
  • Passe Livre.

Além disso, esses pacientes também são assistidos pela Portaria SAS/MS nº 400, de 16/11/2009, que estabelece diretrizes nacionais para o tratamento de ostomizados no âmbito do SUS e institui o Serviço de Atenção à Pessoa Ostomizada em todo o país.

Conheça o Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro

O Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, está atento às necessidades de pacientes já ostomizados, ou que ainda vão precisar se submeter a esse procedimento. Nossa equipe conta com profissionais altamente capacitados para realizar ostomias intestinais e gastrointestinais, como a colostomia. Temos estomaterapeutas, gastroenterologistas e outros especialistas, e oferecemos ao paciente toda a estrutura necessária. Agende já uma consulta, conheça-nos e tire todas as suas dúvidas.

Tudo sobre endoscopia digestiva alta

Muitas pessoas, ao ter algum desconforto no aparelho digestivo, principalmente no estômago, se veem diante da necessidade de realizar um exame chamado endoscopia. Quando ele é indicado, a maioria dos pacientes se vê apreensivo, mas não há nenhum motivo para ter medo. Entenda, a seguir, tudo sobre esse procedimento.

O que é endoscopia

A Endoscopia Digestiva Alta é um exame que serve para verificar as paredes da parte superior do esôfago, estômago e a primeira parte do intestino delgado, chamada de duodeno (aparelho digestivo em geral). Durante o procedimento, o médico observa se há alguma alteração por meio de um tubo fino e flexível, chamado endoscópio, que transmite as imagens em um monitor de vídeo.

Ele é indicado para o diagnóstico de alguns desconfortos abdominais, como dores e náuseas, vômitos, dificuldade para engolir, entre outros. Além disso, a endoscopia digestiva também é usada para realização de biópsias que determinam se lesões são benignas ou malignas, além de servirem para outras finalidades importantes.

Como é feito o exame

O médico aplica um sedativo intravenoso no paciente, além de uma anestesia local na garganta, que pode ou não ser opcional. Isso já garante que o processo não seja doloroso. Depois, coloca-se um protetor de boca que vai facilitar a abertura e não deixar que os dentes atrapalhem o processo.

Quando a medicação faz efeito, o endoscópio é introduzido através do esôfago, no estômago e no duodeno. Ali, o chip captura as imagens que serão transmitidas para uma máquina processadora e exibidas na tela em tempo real.

Quando devo realizar uma endoscopia

O seu gastroenterologista deve solicitar que você faça o exame sempre que apresentar algum desses sintomas:

  • sensação de peso no estômago, mesmo tendo comido pouco;
  • quando houver fezes muito escuras, quase pretas mesmo;
  • náuseas e vômitos frequentes e com sangramento;
  • azia;
  • desconforto e dor no abdômen;
  • dor ao engolir;
  • perda de peso sem motivo aparente.

Outras funções da endoscopia

Além de ajudar a identificar doenças no aparelho digestivo, a endoscopia digestiva alta tem algumas funções terapêuticas. As principais são:

  • inserção de balão intragástrico em pacientes com obesidade;
  • inserção de sondas e de drenos;
  • retirada de corpos estranhos;
  • dilatação de estenoses no esôfago, estômago e duodeno.

Contraindicações e informações importantes

Não existem contraindicações para a endoscopia, mas pessoas com problemas cardíacos, respiratórios, neurológicos e alérgicos a alguma medicação devem avisar previamente ao seu médico. No caso das gestantes, elas podem realizar o exame apenas nos três primeiros meses ou em caso de urgência.

Alguns cuidados precisam ser tomados, como jejum de oito horas e ir com algum acompanhante, por causa do efeito do sedativo.

Também é muito importante procurar um profissional capacitado e que entenda suas necessidades. No Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, os pacientes podem realizar a endoscopia, outros exames e especialidades que envolvem o trato digestivo. Marque sua consulta hoje mesmo!

Tire suas dúvidas sobre a colonoscopia

A colonoscopia é um exame em que é analisado as paredes internas do intestino grosso, órgão que pertence ao sistema digestivo. Os principais objetivos de uma colonoscopia são identificar ou diagnosticar possíveis doenças, como câncer de cólon, inflamação, úlcera, pólipos ou algum outro problema intestinal.

Antes de fazer o procedimento, é importante que o intestino grosso esteja limpo, ou seja, não pode ter nenhuma matéria fecal. Para que isso seja possível, o médico vai indicar ao paciente laxantes e dietas especiais que evitem alimentos sólidos e privilegiem os líquidos. Um dos passos mais importantes no período pré-exame é tomar muita água, já que isso vai manter a hidratação. Essas indicações devem ser seguidas até algumas horas antes da colonoscopia.

Como é feita?

Após verificação da limpeza total do intestino, é aplicado o sedativo pelo especialista. Logo, um aparelho que leva o nome de colonoscópio é introduzido pelo ânus do paciente. O colonoscópio tem integrado uma câmera pequena na extremidade que permite a visualização do órgão por meio de um monitor pelo qual o médico vai fazendo o diagnóstico.

Outras ferramentas podem ser utilizadas durante o procedimento, que vão auxiliar no recolhimento de amostras para a realização de biópsia ou até para eliminar um corpo estranho, mas não se preocupe, graças ao sedativo, você não sentirá nenhuma dor. Ao finalizar o procedimento, o colonoscópio será retirado junto com os demais instrumentos e a área será higienizada.

O paciente deverá ficar em observação até duas horas após a colonoscopia enquanto o efeito da anestesia passa.

Quando é indicado fazer?

O médico pode pedir o exame de colonoscopia em algumas situações, as principais são:

  • para verificar um tumor no reto ou no cólon;
  • analisar a causa de hemorragia no reto ou de sangue nas fezes;
  • descobrir o porquê de fezes escuras ou pretas;
  • diagnosticar o que causa uma diarreia crônica;
  • tratar ou acompanhar a colite.

Contraindicações

Apesar de seguro, o exame possui algumas complicações raras e situações onde se deve adiar ou suspender medicações de uso contínuo, principalmente anticoagulantes. Por isso, é importante procurar um profissional capacitado e especializado nesse tipo de serviço.

O Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, localizada em Copacabana e Rio Comprido, tem os melhores médicos nas mais diversas áreas. Marque sua consulta e comprove!