Vídeolaparoscopia – Detalhes sobre o exame

A Videolaparoscopia, que também é chamada de laparoscopia, é um procedimento minimamente invasivo que torna possível o diagnóstico de diversas enfermidades que atingem o aparelho digestivo, ginecológico, em órgãos como útero e ovários. Neste texto blog, explicamos como o exame funciona e toda a preparação para realizá-lo. 

Tecnologia e precisão

Com todo o avanço da tecnologia, atualmente é possível acessar praticamente todos os órgãos do corpo humano com aparelhos que contenham na extremidade uma minicâmera. Ela será responsável por transmitir imagens em alta resolução para monitores de vídeo e que podem ser aproveitadas para análises em tempo real e procedimentos futuros.  

 

A câmera utilizada na videolaparoscopia pode ampliar em até 20 vezes a imagem, tornando a cirurgia bastante precisa. Vale ressaltar que todo o processo é pensado de maneira estratégica para preservar a estética e as possibilidades cirúrgicas. 

Como funciona o procedimento?

O procedimento consiste na realização de um corte mínimo na região próxima ao umbigo por onde deve entrar um pequeno tubo que contém uma microcâmera em seu interior. Normalmente, também são realizados outros pequenos cortes na região abdominal, por onde passam outros instrumentos para explorar a região pélvica, abdominal ou para realizar a cirurgia. Tudo isto é feito com o paciente submetido à anestesia geral. 

Também são diferenciais da técnica:

  •  o tempo de internação, que é reduzido para algo em torno de 24 horas;
  • o menor índice de infecções pós-cirúrgicas, considerando que o processo é minimamente invasivo;
  • Menor tempo de recuperação

Vale lembrar ainda que a tecnologia era utilizada inicialmente apenas para fazer diagnósticos. Entretanto, a videolaparoscopia atual permite colher material para biópsias e até mesmo praticar intervenções cirúrgicas antes só possíveis a céu aberto (cirurgias abertas).

Como se preparar para o exame? 

A preparação para realizar o exame consiste em realizar exames prévios, como os pré-operatórios e a avaliação do risco cirúrgico. Além disso, é importante salientar que quando este exame explora a cavidade abdominal,  é necessário esvaziar completamente o intestino. Sendo assim, o médico pode receitar laxantes, que deverão ser utilizados no dia anterior ao exame. 

Por fim, vale mencionar que pacientes que possuam doenças cardíacas ou respiratórias, obesos, e portadores de hérnia diafragmática ou de doença inflamatória pélvica merecem atenção especial do médico.

Logo após a videolaparoscopia, é normal sentir um pouco de dor no abdômen, além de dores ombros, intestino preso, e enjoo. Por isso, depois de realizá-la, é recomendado descansar o máximo possível.

Conclusão

Como foi possível notar, a videolaparoscopia é um procedimento seguro e que faz toda a diferença no diagnóstico e tratamento de inúmeros problemas do trato digestivo. Se o seu médico recomendar a realização do exame, fique tranquilo! Além disso, você pode contar com a estrutura completa do Instituto Digestivo para realizá-lo com todo o conforto e um time altamente capacitado. 

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Cuidados durante o Carnaval

O Carnaval é logo ali! Época de alto astral, fantasias e diversão. No entanto, muitos foliões acabam descuidando da saúde, especialmente no que diz respeito ao consumo de álcool, além da alta ingestão de gorduras e frituras. 

 

Para que você possa estar preparado e curtir todos os dias de folia com muita saúde e o pique lá em cima, separamos algumas dicas. Vamos lá? 

 

  • Hidratação sempre: os blocos e festas carnavalescas são marcados pela alegria e alta concentração de pessoas. Para não desidratar, tenha sempre uma garrafinha de água à mão. Recomenda-se de 2 a 3 litros de água por dia, podendo apostar também na água de coco e em frutas que contenham bastante líquido, como a melancia e o abacaxi. 
  • Frutas, verduras e legumes: use e abuse deles, pois fornecem a energia necessária para você curtir o Carnaval. Além disso, são leves e impedem que você tenha alguma indisposição ao longo do dia. Dê preferência especialmente para as verduras de folhas verdes escuras, pois elas são excelentes para o processo de desintoxicação, combatendo a famosa ressaca.
  • Faça pequenos lanches: não coma demais em uma refeição só. Invista em lanches menores, com frutas, biscoitos integrais, iogurtes, barrinhas de cereal, entre outros.
  • Jejum nem pensar: nada de ficar longas horas sem comer! Reforçando o que foi dito no item anterior, ideal é fazer três refeições principais (café da manhã, almoço e jantar) e pequenos lanches nos intervalos.
  • Para quem ama cerveja: se você não dispensa uma cervejinha gelada, a melhor pedida é intercalar a bebida com água, para evitar a desidratação.
  • Comida na rua:evite frituras, principalmente os frutos do mar, que são mais sensíveis ao calor. Além disso, também não é recomendável a ingestão de sanduíches que contenham maionese e/ou muitos molhos, que podem azedar.
  • Atenção à higiene dos estabelecimentos: outra questão importantíssima. Vale ficar atento(a) à limpeza do lugar e a maneira como os produtos estão sendo conservados. Por fim, não esqueça de lavar sempre as mãos antes de comer!

Como funciona a CPRE

Colangiopancreatografia endoscópica retrógrada. O nome pode até assustar e ser um tanto quanto complicado, mas o exame é importante para diagnosticar doenças que atingem o fígado, a vesícula biliar, ducto biliar e pâncreas, o que possibilita uma maior agilidade ao tratamento. Neste texto, vamos explicar como funciona a CPRE.

 

A partir deste exame, torna-se possível realizar várias intervenções cirúrgicas endoscópicas, como retiradas de cálculos e ainda colocações de próteses. 

 

Como se preparar para o exame?

É fundamental que o paciente siga à risca todas as orientações que a equipe de enfermagem irá passar.

Também é necessário que estômago e duodeno estejam vazios durante o exame. Cabe ao paciente sinalizar à equipe caso faça o uso contínuo de qualquer medicação, assim como a respeito de alergias, especialmente caso haja restrição ao iodo, pois o contraste utilizado no procedimento é iodado.

Como funciona a CPRE

Durante o exame, um tubo fino é introduzido pela boca do paciente, alcançando o esôfago, o estômago e, então, a primeira parte do intestino delgado, chamada de duodeno.

Uma vez identificado o local comum de drenagem de ductos, um cateter é inserido através do próprio endoscópio. A partir disso, o médico injeta um corante dentro desses ductos biliar e pancreático, o que facilita o raio-x.

A CPRE dura de 30 a 90 minutos e é feita sob anestesia geral. Sendo assim, não causa dor ou desconforto ao paciente.

As imagens radiológicas geradas são interpretadas pelo médico endoscopista, que em muitos casos conta também com o apoio de um  radiologista. 

Existindo a possibilidade, o médico pode utilizar o próprio tubo do CPRE para a retirada de pedras da vesícula ou ainda colocar um stent, que nada mais é do que uma pequena rede que ajuda a dilatar os canais quando estão muito contraídos.

Informações importantes

Entre as complicações que podem surgir a partir do CPRE estão:

  • Inflamação ou infecções no pâncreas
  • Hemorragia
  • perfuração do intestino,
  • infecção ou reações adversas ao sedativo

Importante: ainda que existam observações, os problemas raramente acontecem.Os riscos acerca do procedimento são variáveis e dependerão do motivo pelo qual o paciente está realizando o exame.

Vale lembrar também que os pacientes costumam ficar em avaliação durante um período de tempo após o procedimento, apenas para que os efeitos da medicação se amenizem.

O médico também pode propor alterações na dieta durante do paciente durante um curto espaço de tempo.

Além disso, não é permitido que a pessoa vá embora sozinha após o exame. Logo, é necessária a presença de um familiar ou amigo. 

Conclusão 

 

Agora você já sabe como funciona a CPRE e também que ele é um procedimento seguro.  Assim sendo, é um grande aliado na prevenção de doenças que afetam o trato digestivo.

 

Consulte o seu médico regularmente e conte com a estrutura do Instituto Digestivo para realizar seus exames com todo o conforto e segurança! Nosso time está à sua disposição!

 

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Cuidados com os excessos durante a Ceia de Natal!

O Natal remete à família reunida e mesa farta, recheada de quitutes e guloseimas que muitas vezes, esperamos o ano inteiro para saborear, como as famosas rabanadas e os panetones, queridos por muita gente. É praticamente impossível resistir! Por isso, exageros na alimentação e também o aumento do consumo de bebida alcoólica são comuns nesta época do ano.

O intuito do texto não é, de maneira alguma, tirar o sabor da comemoração de ninguém, apenas alertar a respeito dos perigos de se descuidar da alimentação e apresentar algumas dicas para que você possa curtir a Ceia de Natal com muita saúde!

Aqui estão elas:

  1. Dê preferência a temperos naturais: durante o preparo da Ceia, escolha temperos naturais, como manjericão, alho, cebola, cheiro verde e orégano. Eles diminuem a necessidade de uso do sal e tornam o alimento mais saudável e saboroso.
  2. Atenção às frutas e legumes: acompanhe de perto possíveis amassados e imperfeições nos alimentos. No casos das frutas, importantíssimas para a elaboração de diversos pratos, dê preferência às frutas da estação (como manga e pêssego, por exemplo), que certamente estarão mais bonitas e também com o preço mais em conta.
  3. Conservação das carnes: esteja atento a refrigeração das carnes, seja em casa ou no estabelecimento em que você for comprar. Elas devem estar congeladas ou resfriadas em temperatura apropriada, além de precisarem apresentar cor e cheiro próprios. Ao notar qualquer problema, não adquira. 
  4. Montagem do prato: não coloque somente um grupo alimentar, como as proteínas no seu prato. Inclua também as saladas e outros acompanhamentos, sem exageros, claro! 
  5. Hidrate-se: beba bastante água durante o dia e à noite! Ela contribuirá para um bom funcionamento do seu organismo e também para a sensação de saciedade, contribuindo para que você não exagere. 
  6. Faça uma atividade física: sabemos que o processo de preparação de uma Ceia para famílias grandes é bastante trabalhoso e por vezes, toma todo o dia anterior. No entanto, se possível, não deixe as atividades físicas de lado. Elas manterão o seu corpo em movimento e auxiliarão na queima de algumas calorias. 
  7.  Vá com calma na sobremesa: as ceias normalmente oferecem uma infinidade de opções de sobremesas, capazes de deixar indecisa até mesmo a pessoa mais regrada. Escolha com sabedoria e sempre em pequenas porções, sem encher o prato com todas elas. Seu organismo vai agradecer, pode ter certeza. 
  8. Exagerei, e agora:  Se você não foi capaz de resistir às delícias natalinas, passou da conta e acordou com azia e/ou ressaca, a dica é apostar numa alimentação mais leve no dia seguinte, priorizando vegetais, frutas e como já foi dito antes, bastante líquido.  

Concluindo

 

Agora que você já sabe os cuidados que precisa ter com os excessos durante a Ceia de Natal, nossa última recomendação é: aproveite a data com quem você ama e curta bastante!

 

Aproveitamos também para desejar um excelente 2020 para os nossos amigos e pacientes do Instituto Digestivo! Seguiremos juntos no ano que irá se iniciar! 

 

A importância das fibras para o sistema digestivo

As fibras são extremamente importantes para o organismo, regulando o funcionamento do corpo e prevenindo contra doenças. Entre os principais benefícios deste tipo de alimentação está a redução dos níveis de glicose, diminuição da pressão, prevenção contra doenças cardiovasculares, câncer de cólon e diabetes melito.

Tipos de fibras alimentares: solúveis e insolúveis

As fibras solúveis estão presentes em verduras, legumes, frutos e alimentos com aveia, centeio ou cevada. Sua principal característica é a formação de uma espécie de gel ao misturar com água. Esse tipo de fibra ajuda a aumentar o volume fecal, além de manter os níveis adequados de minerais e diminuir a absorção de colesterol e glicose. Já as fibras insolúveis estão em algumas verduras, cereais e produtos integrais, ajudando a acelerar o trânsito intestinal e evitando a constipação.

A quantidade de fibras que deve ser ingerida por cada pessoa é variável. Para homens adultos, por exemplo, a recomendação é de 38 gramas diariamente, enquanto para mulheres, esse valor cai para 25 gramas. Gestantes deve ingerir 28 gramas de fibras por dia, já as lactantes devem ingerir em média 29 gramas. Em crianças de até três anos, recomenda-se a ingestão de apenas 19 gramas por dia.

O consumo exagerado de fibras pode provocar desconforto intestinal, ocasionando também uma deficiência energética. Por isso, se for consumir muita fibra, aumente também a ingestão de água para manter-se hidratado.

Como evitar a má digestão

A maioria dos casos de má digestão é causada por alimentos que geram mal-estar e a temida azia. Apesar da alimentação ser a maior causadora desse incômodo, os problemas estomacais também podem ser indicados por outro motivo. Para evitar que esse inconveniente te pegue, ou ao menos para diminuir a frequência dele, separamos algumas dicas:

Evite alimentos gordurosos

Se a sua alimentação for rica em gordura, seu organismo será prejudicado, e logo você sentirá desconforto e reclamações mais frequentes do seu estômago. Opte por alimentos mais fáceis e leves de digerir, como proteínas em geral, frutas e legumes, mas evite consumir com frequência óleos, creme de leite, manteiga, frituras e outros alimentos considerados gordurosos.

Consuma chás

Chá verde, de alecrim e de hortelã ativam enzimas digestivas, portanto são bem eficazes na prevenção da má digestão. O ideal é beber o chá 15 minutos antes da refeição, sem açúcar ou apenas com algum adoçante natural, que o processo digestivo será facilitado.

Evite beber durante as refeições

Você sabia que o consumo exagerado de líquidos durante a refeição faz com que o seu estômago fique inchado e tenha que suportar o peso da quantidade de comida somado ao líquido? Excessos distendem o estômago e causam desconforto.

Cuidado com o estresse emocional

Em situações de estresse ou nervosismo, o estômago também é afetado e você pode sentir dor, inflamação, indigestão e gases. O ideal é tentar evitar situações muito estressantes.

Evite comer antes de dormir

Procure comer três horas antes de dormir e, ainda assim, privilegie os alimentos leves e de fácil digestão, pois após nos deitarmos, o corpo costuma relaxar, passando a funcionar de forma mais lenta, e estendendo a digestão. Por isso costumamos ouvir por aí que as refeições feitas durante a noite engordam mais.

Mastigue bem os alimentos

Parece besteira, mas mastigar bem os alimentos é essencial, já que a digestão se inicia na mastigação, onde as enzimas começam a atuar. Além disso, comer devagar evita que você engula muito ar durante a mastigação, prevenindo o inchaço estomacal.

Problemas com má digestão? Fale com o IDigestivo

Se você tem episódios frequentes de má digestão, procure o IDigestivo, instituto especializado em gastroenterologia no Rio de Janeiro e marque já sua consulta!

Alimentos que combatem a prisão de ventre

A prisão de ventre é um desconforto que pode ser causado por diversos fatores. Um exemplo é a má alimentação e a digestão lenta, que acarretam na dificuldade em evacuar ou provocam a evacuação incompleta, além das fezes endurecidas e problemas mais graves como sangue nas fezes.

Tudo o que o corpo não precisa absorver se transforma em bolo fecal, que é empurrado para fora do organismo por meio de contrações musculares da parede intestinal. Quando essas contrações são pausadas ou não estimuladas como, por exemplo, tentar defecar todos os dias no mesmo horário, pode ocorrer o acúmulo de alimentos não digeridos no intestino e, consequentemente, o endurecimento das fezes.

Como evitar a prisão de ventre

A melhor dica para evitar a prisão de ventre continua sendo beber bastante água. 80% das fezes são compostas por ela, logo, quanto menos água você beber, mais endurecidas serão. O excesso de bebidas com cafeína e alcoólicas causam a desidratação, portanto, se você tem histórico de prisão de ventre, seja cauteloso(a) com elas.

Já falamos aqui no blog sobre a importância das fibras para o funcionamento do intestino, e a ingestão de alimentos com esse tipo de componente é uma outra alternativa para evitar a prisão de ventre. Você pode optar por vegetais e legumes crus, frutas (de preferência com casca), cereais integrais como a aveia, sementes como linhaça e chia e também iogurtes.

A sua alimentação pode ser uma ótima aliada para evitar problemas digestivos. Mamão (leia sobre os benefícios do mamão para a saúde), laranja, ameixa e abacate, por exemplo, funcionam como laxantes e ajudam até a emagrecer. Essas frutas apresentam uma grande quantidade de fibras, que aceleram o trânsito intestinal e favorecem a formação das fezes.

Alimentos que causam a prisão de ventre

Assim como existem alimentos que evitam a prisão de ventre, existem aqueles que causam ela. Não é nenhuma novidade que alimentos ricos em açúcares, como refrigerantes, bolos, doces e biscoitos recheados são prejudiciais à saúde se consumidos em excesso, não é mesmo?

Comidas congeladas, fast-foods, carnes processadas, como a linguiça, e frituras em geral também geram má digestão. Não é que seja proibido comê-los, mas nada em excesso faz bem! Reduza esse consumo, ok?

Caso o seu problema com prisão de ventre continue após nossas dicas, procure seu gastroenterologista no Rio de Janeiro para realizar exames ou recomendações médicas detalhadas. A equipe do Instituto Digestivo agradece a sua preferência!

Arroz integral ou arroz branco: qual é o melhor?

O arroz é um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros, estando presente em pelo menos uma refeição do dia, por isso acaba sendo bastante difícil cortá-lo da rotina quando é necessário fazer uma dieta. Em função disso, alguns nutricionistas orientam a troca pelo arroz integral, que oferece muito mais saciedade para quem consome, por conter mais fibras que o arroz branco.

A verdade é que não existe melhor ou pior, pois tudo dependerá das suas condições físicas e objetivos. O arroz é um alimento rico em carboidratos, portanto possui alto índice glicêmico. Para diminuir o consumo desse vilão em uma dieta low-carb, optar pelo arroz integral pode ser uma boa estratégia, visto que seu índice glicêmico é bem menor comparado ao arroz branco.

Agora, se a sua dieta for rica em carboidratos para estimular a produção de energia e ganho de peso, o ideal é optar pelo arroz branco. Não existe receita pronta, por isso tende a variar de acordo com cada caso.

Os benefícios do arroz

Pensando pelo lado nutritivo, o arroz integral possui mais nutrientes e fibras. Isso acontece porque, para obter o arroz branco, é necessário retirar a “casca”, que contém esses benefícios.

Agora, você sabia que, apesar de ter muitos carboidratos, o arroz é o cereal que mais possui proteínas? Além disso, ele é rico em fósforo, potássio, cálcio, ferro, minerais e vitaminas, itens que são essenciais para o bom funcionamento do nosso corpo. O arroz ajuda a prevenir doenças do coração e do sistema digestivo, além de regularizar o intestino. Para os alérgicos ao glúten, uma boa notícia: o arroz é livre deles! Ah, e nada de colesterol também, ok?

O arroz integral e a quantidade de calorias

Quando se fala em calorias, a diferença não é muita. Enquanto uma xícara de arroz integral tem 220 calorias, a mesma xícara de arroz branco possui 200.

Como você pode ver, não tem porque cortar o arroz da sua dieta. Já para optar entre o arroz integral ou arroz branco, recomendamos que você procure um nutricionista, mesmo após ler as nossas dicas aqui no blog. A Equipe do Instituto Digestivo pode te ajudar nessa tarefa, fale conosco! 😉

O que é azia e porque sentimos

Sabe aquela sensação de algo queimando que vem subindo do tórax até a garganta? Isso é a azia. Em algumas recorrências, esse sintoma pode se transformar em uma dor e se expandir também pelo peito e pescoço. Mas por que sentimos isso? Existem vários motivos. Hoje vamos explicar para você todos eles e sanar as dúvidas sobre o assunto.

A azia é causada pelo mau funcionamento da esfíncter, cuja função é facilitar a passagem do alimento do esôfago para o estômago. Após essa etapa, a válvula deve se fechar para reter o que foi ingerido e evitar que o suco gástrico saia. Quando essa atividade não funciona corretamente, acontece o refluxo de ácido gástrico.

Fatores que desencadeiam a azia

A azia é um problema que, na maioria dos casos, pode ser evitado. Confira algumas dicas que o Instituto Digestivo separou para você:

Exagero na alimentação

Comer e/ou beber demais é uma das causas mais comuns da azia e certamente todo mundo já passou por isso uma vez na vida. Ingerir determinados alimentos em excesso também podem irritar o seu estômago, são eles:

  • bebidas gaseificadas;
  • bebidas alcoólicas;
  • frituras;
  • café;
  • chocolate;
  • ketchup e mostarda;
  • vinagre;
  • alimentos ácidos no geral;
  • molho de tomate;
  • pimenta.

Horários certos para se alimentar

Ficar muito tempo de estômago vazio também aumenta as chances de desenvolver a azia. Isso acontece porque o ácido gástrico fica acumulado e pode irritar o final do esôfago. O ideal é ingerir alimentos de 3 em 3 horas, não precisa ser uma refeição completa, mas um pequeno lanche como uma fruta, por exemplo.

Exercícios após a refeição

Se você acabou de comer, esqueça qualquer tipo de atividade física. A movimentação aumenta as chances de refluxo, pois o alimento ainda não foi digerido corretamente e a produção de ácido gástrico está alta em função da digestão. Se foi só um lanchinho, espere ao mínimo 40 minutos. Se foi uma refeição completa, espere cerca de duas horas.

Como tratar a azia

Você sabia que até a forma como você mastiga pode influenciar no surgimento da azia? Se você conseguir triturar bem os alimentos na mastigação, você facilita o trabalho do estômago, que irá produzir menos ácido gástrico.

Se a sua azia não quer ir embora de jeito nenhum, o diagnóstico deve começar com a ida a um gastroenterologista. A consulta começará com uma série de perguntas sobre os sintomas para depois realizar os exames e testes laboratoriais. Lembrando que o primeiro passo para eliminar a azia é através da mudança de hábitos alimentares. É necessário atuar em conjunto com o seu gastro para que o refluxo não volte.

O Instituto Digestivo conta com uma equipe multidisciplinar de gastroenterologistas dispostos a atende-lo! Nossas especialidades abrangem endoscopia digestiva, gastroenterologia, colonoscopia, CPRE, cirurgia do aparelho digestivo, proctologia e videolaparoscopia. Agende uma consulta conosco!

Fadiga após o almoço? Descubra como despertar deste hábito!

Você costuma sentir uma fadiga após o almoço? Tem a sensação de que precisa de um cochilo para recompor as energias antes de iniciar mais um turno de trabalho na empresa? Se as respostas forem sim, saiba que você faz parte de um grupo que não para de crescer.

Hoje, por conta do tipo de alimentação mantido pela sociedade, com a ingestão de comidas pesadas na hora do almoço, é muito comum que as pessoas tenham uma indisposição e uma baixa no nível de energia no período da tarde. Refeições repletas de carboidratos tendem a desacelerar o processo de digestão, comprometendo, assim, a disposição e a produtividade depois do almoço.

Para mudar essa realidade e conquistar mais energia, é fundamental alterar alguns hábitos alimentares inadequados. É preciso ter em mente que o horário do almoço não é uma oportunidade para saciar todas as vontades e comer massas, batatas, carnes vermelhas, arroz e outros alimentos em excesso. O almoço deve ser uma refeição equilibrada e nutritiva que ofereça ao corpo exatamente o que ele precisa, sem exageros.

Saiba como você pode deixar de lado a fadiga após o almoço e ter uma tarde mais produtiva, leve e agradável!

O que comer na hora do almoço?

Como já mencionado, o excesso de carboidratos no almoço é o principal responsável por provocar sono. Vale dizer que sentir um pouco de cansaço depois de almoçar é até normal. O que é considerado prejudicial é comer em excesso e se sentir com os olhos pesados, sem energia e com um sono incontrolável.

A forma como você se sente após a refeição tem tudo a ver com o seu processo digestivo e com a sua produção hormonal. Ao comer comidas com uma carga elevada de calorias e açúcar, como é o caso dos carboidratos, seu corpo produzirá insulina de forma excessiva. Este processo fará com que o seu cérebro produza mais melatonina e serotonina, neurotransmissores que estão relacionados à regulação do sono.

Para evitar este tipo de ocorrência, a dica é reduzir o consumo de pães, massas, farinhas refinadas, batatas e arroz na hora do almoço e dar espaço a legumes, verduras, saladas e proteínas magras.

Coma porções menores, invista em alimentos com menos gordura e resista à vontade de comer a sobremesa. Quanto mais leve for seu almoço, mais fácil será a sua digestão e menos sono você sentirá.

Dicas preciosas para aumentar sua disposição e energia

Aproveite o horário do almoço para meditar e relaxar um pouco antes de voltar às atividades profissionais. O relaxamento, mesmo que seja por poucos minutos, vai garantir aquela dose extra de energia e disposição.

Outra dica importante é tomar o café da manhã. Ao se alimentar bem no período da manhã, você chega com menos fome ao horário do almoço e, consequentemente, come menos, evitando os picos de glicose que causam o sono.

Leve também para o trabalho um lanche leve para o período da manhã. Pode ser uma fruta ou uma porção de castanhas ou nozes.

Aproveite também para tomar bastante água no período da manhã e hidratar o organismo. Isto ajuda a evitar o acúmulo de açúcar no sangue.

Por fim, vale a pena agendar uma consulta com um médico para realizar um check-up do sistema digestivo e verificar se o organismo está apresentando alguma deficiência de nutrientes e vitaminas, já que isso também é uma causa frequente para a sonolência excessiva.

Para obter mais informações sobre o tema e receber orientações personalizadas para as suas necessidades, entre em contato com o Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, e agende uma consulta com um médico especialista!

Quais os benefícios de beber água regularmente?

Você já deve ter ouvido falar (e muito) que beber água faz bem para a saúde. Mas sabe exatamente o porquê? Quais são os benefícios de beber água? A quantidade sugerida para beber todos os dias? Quem está acostumado a beber água regularmente tira muito proveito deste ótimo hábito.

Vamos explicar quais são os benefícios de beber água para a hidratação do corpo, para facilitar a sua digestão, para melhorar a circulação sanguínea e muito mais. Com certeza, você também passará a beber água regularmente depois de conhecer melhor como ela funciona no seu corpo.

Como beber água regularmente ajuda na digestão?

Beber água regularmente é importante para a hidratação do corpo como um todo, especialmente do intestino. Uma dieta rica em fibras e líquidos, especialmente água, auxilia no processo de digestão e combate o intestino preso.

Beber água regularmente mantém as paredes intestinais hidratadas e lubrificadas. Por isso, o bolo fecal se movimenta com mais facilidade e a pessoa se sente bem melhor.

Além disso, cultivar esse hábito ajuda a diminuir a formação de gases e evita a constipação, um problema que causa um grande desconforto, com a sensação de intestino apertado e de distensão abdominal. Beber água regularmente é muito importante para prevenir este problema. Na maioria dos casos, a constipação intestinal é tratada com mudança no estilo de vida, adotando-se uma dieta repleta de fibras e muito líquido.

Beber água regularmente é importante para a pressão arterial

Para manter a saúde da circulação sanguínea e a boa pressão arterial, é recomendado beber água regularmente, principalmente porque ela regula a densidade sanguínea, mantendo-a nos níveis desejados.

Para perceber como a quantidade de água no sangue é essencial para a circulação e pressão, alguns aparelhos de medição verificam, justamente, qual a proporção de água no sangue que o paciente apresenta.

Se o sangue está diluído corretamente, as possibilidades de problemas cardíacos e de derrames também diminuem bastante, já que o sangue flui com mais liberdade pelos vasos.

Beber água regularmente previne cãibras e cálculo renal

As cãibras causam muita dor e surgem por causa do desequilíbrio hidroelétrico dos músculos, que passam a se contrair de maneira desregulada e involuntária. As células musculares dependem do equilíbrio hidroelétrico; caso contrário, os músculos ficam “estressados”, causando cãibras muito doloridas. Para evitar o problema, é necessário ter o hábito de tomar água, principalmente durante a realização de atividade física.

Beber água regularmente também protege contra cálculo renal, mais conhecido como pedra nos rins. A água é responsável por diluir os nutrientes que serão excretados pelos rins. Além disso, manter o sangue na densidade correta é essencial neste processo. A água também tem a função de auxiliar na limpeza do sangue, assim os rins funcionam de maneira constante e eficiente, sem sobrecarga.

Você sabia que beber água regularmente ajuda a emagrecer?

Quem passa a beber água regularmente (no mínimo 3 copos de água por dia) pode perder peso naturalmente, principalmente porque a água melhora o funcionamento do SNC – Sistema Nervoso Central. Além disso, a água aumenta a sensação de saciedade, mantendo o estômago preenchido, assim comemos muito menos!

Melhora na qualidade de vida e no transporte de nutrientes para o corpo

Quem passa a beber água regularmente todos os dias tem uma vida muito mais saudável. O sangue, responsável por transportar nutrientes, como vitaminas e minerais, para todo o corpo, não pode estar denso. Se isso acontecer, sua capacidade de transporte de nutrientes fica prejudicada.

O plasma, a parte líquida do sangue, precisa ser de 55% pelo menos. Quando ingerimos pouca água, a quantidade do plasma diminui e as células do nosso corpo ficam com menos nutrientes, bem distante do ideal.

Saiba mais!

O Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, é uma clínica especializada em gastroenterologia, diagnóstico e doenças no aparelho digestivo, cirurgias no aparelho digestivo e exames como endoscopia, entre outros. Fale com as recepcionistas da clínica agora mesmo e agende uma consulta!

Refluxo gastroesofágico: dicas para amenizar os sintomas

O refluxo gastroesofágico é uma condição bastante comum e incômoda, caracterizada pelo retorno do conteúdo gástrico; ou seja, ocorre quando aquilo que está no estômago volta em direção ao esôfago e, posteriormente, à boca. Em geral, este problema traz consigo sintomas como azia e dor na região torácica.

Pessoas que sofrem de refluxo gastroesofágico com frequência também podem desenvolver inflamações. Por isso, é importante buscar tratamento e se consultar com o médico especialista em Gastroenterologia.

Por que é importante tratar o refluxo gastroesofágico?

A acidez do conteúdo gástrico é elevada e, por isso, o refluxo causa muito incômodo e mal-estar. Essa acidez excessiva é, em muitos casos, responsável pelo desenvolvimento de uma doença chamada de esofagite, que é justamente a inflamação da mucosa do esôfago. Nestes casos, a intensidade da queimação e do desconforto é enorme e o paciente precisa de tratamento específico.

O diagnóstico do refluxo gastroesofágico se dá pela avaliação do médico, pelo relato dos sintomas e pela realização de exames como a análise do pH e a cintilografia. Já o tratamento do problema é feito com medicamentos e com a adoção de alguns hábitos alimentares saudáveis. Veja algumas dicas abaixo!

Hábitos alimentares que podem amenizar os sintomas do refluxo gastroesofágico

Ao diagnosticar o refluxo, o médico vai orientar o paciente sobre a administração medicamentosa mais adequada para controlar e neutralizar o nível de acidez no estômago. Além disso, vai passar uma dieta que prevê aquilo que o paciente deve e não deve consumir.

Para controlar e amenizar os sintomas do refluxo gastroesofágico, algumas mudanças alimentares são essenciais. Confira:

1 – Evitar bebidas alcoólicas – O consumo de bebidas alcoólicas deve ser reduzido, principalmente o de vinho tinto. Além disso, o hábito de fumar também deve ser evitado.

2 – Não ingerir frituras em excesso – Alimentos ricos em gorduras devem ser cortados da alimentação, como hambúrguer, pizzas congeladas, queijos amarelos, linguiça, batata frita etc.

3 – Controlar o consumo de chocolate – O consumo de chocolate deve ser moderado para evitar crises de refluxo.

4 – Evitar alimentos processados e industrializados – O paciente deve evitar, ao máximo, o consumo de alimentos processados, embutidos e produtos industrializados, como biscoitos, refrigerantes, entre outros.

Outras dicas importantes

Além das coisas que devem ser evitadas para controlar e amenizar o refluxo gastroesofágico, existem os comportamentos que devem ser inseridos na rotina. Em primeiro lugar, dê preferência a alimentos frescos, como frutas, verduras e legumes. Aumente também o consumo de água e fibras no dia a dia.

Adote o hábito de fazer a última refeição do dia com pelo menos 3 horas de antecedência em relação ao horário em que você costuma se deitar para dormir. É preciso que o estômago esteja mais vazio para impedir que o conteúdo gástrico retorne à boca no momento em que você estiver deitado.

Na lista dos alimentos que devem ser praticamente excluídos da alimentação durante a fase de tratamento estão tomate, molhos, café, frutas cítricas, pimenta, cebola, refrigerantes e outras bebidas com gás, chás com cafeína e frituras em geral.

Praticar uma atividade física e tentar perder peso também são iniciativas importantes para prevenir o refluxo gastroesofágico. Vale dizer que pessoas obesas têm mais predisposição a desenvolver o problema.

Ao adotar esses comportamentos preventivos e fazer uso do medicamento indicado pelo especialista, o paciente consegue uma boa recuperação do quadro, amenizando os sintomas e regenerando os tecidos atingidos pela inflamação no esôfago.

Se você está passando por refluxo gastroesofágico, agende uma consulta com um médico gastroenterologista para fazer uma avaliação fisiológica do seu aparelho digestivo. Entre em contato com o Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, e marque uma consulta com um especialista!