Período de férias: hora do check-up gastrointestinal

A rotina turbulenta e cheia de atividades acaba sendo um grande obstáculo para que as pessoas cuidem da saúde como deveriam fazer, impedindo que elas passem em consulta com médicos especialistas regularmente ao longo do ano.

Contudo, para evitar problemas e para contornar a falta de tempo, é primordial realizar o check-up de férias, época mais tranquila para fazer os agendamentos de exames e consultas.

Qual é o check-up mais importante?

Para garantir que a saúde do paciente fique em ordem e impedir que ele sofra qualquer problema que possa ser evitado, é importante consultar-se com as mais diferentes especialidades médicas, como cardiologia, dermatologia, neurologia e muito mais. Entre todas as avaliações fundamentais para o paciente, está o check-up gastrointestinal, um procedimento muito importante e benéfico. Saiba mais!

Como é feito o check-up gastrointestinal?

Para que o check-up seja feito de forma completa, é importante que o médico especializado peça uma série de exames para os pacientes. Entre os exames que costumam ser pedidos estão: a ultrassonografia, a endoscopia digestiva, a manometria esofágica, a retossigmoidoscopia e outras verificações laboratoriais.

Para os mais idosos, os especialistas ainda podem solicitar a colonoscopia. Tudo depende da análise do médico durante a consulta preliminar. É nesse primeiro atendimento que o paciente é avaliado e seu quadro inicial é verificado.

É muito importante sempre ressaltar que esse check-up deve ser feito exclusivamente por especialistas devidamente habilitados para os procedimentos diagnósticos.

Quais são os benefícios de fazer o check-up gastrointestinal?

O exame gastrointestinal, também chamado pelos pacientes e médicos de check-up, é extremamente importante por diferentes motivos. Confira as principais vantagens.

Diagnóstico precoce de doenças: através desse exame, é possível diagnosticar se o paciente está sofrendo e sendo afetado por alguma doença. É importante ressaltar que algumas enfermidades gastrointestinais não apresentam sintomas, o que torna esse check-up ainda mais essencial para um reconhecimento precoce de alguma patologia.

Tratamento imediato: outro benefício é, sem dúvidas, já poder iniciar o tratamento, caso o paciente seja diagnosticado com alguma doença. Depois de passar pelo exame e o médico reconhecer o que afeta o paciente, ele já pode começar os procedimentos para cessar o progresso da enfermidade.

Prevenção de problemas: além de todas essas vantagens, o check-up gastrointestinal também pode ser determinante para a prevenção de uma série de problemas que afetam os pacientes.

Como encontrar profissionais que fazem esse check-up?

Uma das clínicas que conta com uma equipe experiente e especializada nesse tipo de check-up é o Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro. Já são anos atendendo os pacientes com qualidade e de forma eficiente.

Vale ressaltar que o principal objetivo da clínica é devolver a saúde a todos os pacientes atendidos e trazer mais qualidade de vida àqueles que sofrem com alguma enfermidade.

Quanto ao agendamento de consultas, é possível contatar a equipe do Instituto Digestivo através de diferentes canais de atendimento, como site, WhatsApp, e-mail e telefone.

Outros procedimentos realizados na clínica

Por último, é necessário destacar que, além do check-up gastrointestinal, o ID ainda oferta outros exames e procedimentos, como, por exemplo:

Cirurgia do Aparelho Digestivo: essa intervenção é recomendada para os pacientes que sofrem com pedras na vesícula ou que tenham hérnia.

Videolaparoscopia: outro procedimento feito na clínica é a videolaparoscopia, que nada mais é do que uma intervenção cirúrgica feita com o auxílio do vídeo, sem a necessidade de procedimentos invasivos.

Proctologia: também está à disposição dos clientes o atendimento em proctologia, área que busca diagnosticar doenças do aparelho digestivo, como ânus, reto ou cólon.

Aproveite para agendar uma consulta, tenha mais saúde e seja atendido por especialistas experientes e muito renomados em sua área de atuação. Entre em contato com o ID agora mesmo!

Exames de proctologia: prevenção além do Novembro Azul

A campanha de conscientização que batizou o mês de novembro com a cor azul surgiu em 2003, na Austrália. Devido ao Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, celebrado no dia 17 do mesmo mês, todo o período é dedicado à conscientização sobre as doenças masculinas. Entre as principais patologias, o grande foco do Novembro Azul é a prevenção ao câncer de próstata.

A próstata é uma glândula localizada na parte baixa do abdômen. Possui um formato similar ao de uma maçã, situada logo abaixo da bexiga, próxima ao reto. É um órgão exclusivamente masculino e, entre as suas funções, a próstata é a responsável por produzir o sêmen, que é liberado durante o ato sexual.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva, o INCA, o câncer de próstata perde apenas para o câncer de pele não-melanoma em número de casos no Brasil. Somando os tipos de câncer em ambos os sexos, o de próstata é o quarto mais comum. Comparando os dados registrados no Brasil, a quantidade de casos desse tipo de câncer é considerada alta em relação a países em desenvolvimento.

O câncer de próstata é considerado um carcinoma da terceira idade. Cerca de três quartos dos casos registrados no mundo atingem homens com mais de 65 anos. Segundo projeções do INCA para 2018, são estimados 68.220 novos casos da doença no Brasil, o que coloca a patologia como a segunda mais comum entre o sexo masculino. Uma das explicações para o aumento no número de casos é a evolução dos métodos de diagnósticos.

Apesar da campanha sazonal criada para chamar a atenção do público masculino para a doença, é recomendável que o homem faça exames periodicamente também em outras épocas do ano. Por medo e até mesmo por preconceito, muitos deixam de procurar um médico ao observar dores na região íntima. Para ter uma vida saudável, o exame de proctologia também deve fazer parte da rotina de saúde do homem moderno.

A importância dos exames de proctologia

Exames de proctologia ajudam a descobrir outras doenças relacionadas à parte do aparelho digestivo. Uma das modalidades de exame de proctologia é o abdominal. Indicado para pacientes que reclamam de dor ou desconforto, o exame consiste na palpação desta parte do corpo, a fim de localizar a origem da dor. Para visualizar alterações na região anal, como fissuras, verrugas, alterações dermatológicas e até tumores, é indicada uma inspeção completa e especializada, além da realização de exames específicos.

O toque retal é feito com o objetivo de verificar a força da musculatura anal. Além disso, pode auxiliar o médico a diagnosticar possíveis tumores na região do reto inferior e checar se há alteração na próstata. Se mesmo após todos os exames de proctologia o paciente ainda se queixar de dores, o médico pode indicar a retossigmoidoscopia. É um tipo de exame mais profundo, que auxiliará na análise detalhada da região do reto.

Assim como em todos os tipos de câncer, o diagnóstico precoce é fundamental para a cura. Quanto antes a doença for descoberta, melhor será. O câncer é um tipo de doença que sofre metástase, ou seja, pode contaminar outras partes do corpo. Para evitar que isso aconteça, é importante que o homem faça acompanhamentos periódicos e que, ao detectar qualquer anomalia ou dor, procure imediatamente a ajuda de um profissional.

É normal que a suspeita de estar com câncer provoque medo no paciente. Por isso, ao sinal de qualquer dúvida, é fundamental buscar um centro de saúde de referência, com profissionais especializados. No IDigestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, nossos médicos são especializados, treinados para oferecer um diagnóstico preciso e auxiliar com o melhor tratamento. Agende uma consulta!

Balão Gástrico: conheça esse método de emagrecimento

Na atualidade, muitas pessoas sofrem com a obesidade ou o excesso de peso. Uma das explicações para esse fenômeno mundial é o mau hábito alimentar. As redes de fast food se tornaram populares nos últimos anos e, além de conquistarem pela comodidade, agradam ao paladar de muita gente.

Reflexo direto desse modo de viver é o aumento na quantidade de pessoas doentes. A obesidade e o excesso de peso geram reflexos em nossa saúde que vão além da aparência física. A ingestão de grande quantidade de gorduras, por exemplo, pode provocar o aumento do colesterol e infarto. Devido ao aumento de casos de obesidade no mundo inteiro, também foi observada a crescente procura por procedimentos para eliminação de peso.

Uma das técnicas mais utilizadas e conhecidas no mundo, quando o assunto é obesidade, é a redução de estômago. Entretanto, casos menos severos de obesidade podem ser tratados com o uso do balão gástrico. Como o próprio nome diz, trata-se de um dispositivo em forma de balão que é inserido no estômago do paciente. Esse procedimento é recomendado para pessoas que não atingiram o peso recomendado para a redução de estômago e que possuem dificuldade para a eliminação de peso.

Geralmente é uma técnica recomendada para pacientes que se encontram em vias de serem obesos. Esse balão intragástrico é introduzido no aparelho digestivo sem a necessidade de cirurgia.

Como uma endoscopia, esse balão é inserido no órgão. Para não causar dores ou incômodos ao paciente, são administradas substâncias analgésicas e sedativas. Ainda murcho, o balão é conduzido pelo médico até o estômago por meio de uma haste. Assim que devidamente posicionado, a próxima etapa é inflar o balão gástrico.

Como age o balão gástrico?

Para que ele ocupe parte do estômago, o balão intragástrico é inflado com uma solução de soro de coloração azul de metileno. O preenchimento varia entre 400 a 700 ml, levando sempre em consideração a necessidade do paciente.

A utilização do balão gástrico é para que a pessoa tenha a sensação de saciedade mais rapidamente. Como o objeto ocupa parte do estômago, o corpo entende que estará satisfeito ao preencher o espaço restante com determinada quantia de alimento.

Diferentemente da redução de estômago, que é capaz de promover a mesma função no organismo, a técnica do balão intragástrico para perda de peso possui inúmeras vantagens. A primeira é a maneira de aplicação, que dispensa internação e intervenção cirúrgica. Por sua vez, o paciente não necessita ficar internado e é dispensado do pós-operatório, quando comparado ao outro método.

Devido a essa facilidade, o procedimento para implantação do balão gástrico pode ser feito em ambulatório médico. Como não há necessidade de cortes, o paciente não corre riscos de contrair infecções e pode retomar suas atividades duas horas após a aplicação. Também não há restrições médicas em relação à prática de atividade física após a colocação do balão intragástrico. A prática não é invasiva ao organismo.

A grande vantagem do uso do balão gástrico está no curto período de tempo necessário para a eliminação de peso. Dependendo do tamanho do balão, ou seja, da quantidade de soro introduzida no balão gástrico, o retorno é extremamente satisfatório, tendo em vista outras formas de emagrecimento.

Além de apresentar estas vantagens, é uma técnica reversível. O balão pode ser removido a qualquer momento, sem a necessidade de intervenção cirúrgica.

A utilização do balão gástrico para emagrecimento saudável está crescendo no mundo. A manutenção do dispositivo de emagrecimento pode variar de 6 meses a um ano, levando em consideração o prazo de validade de cada produto. Para saber mais, basta fazer contato com a equipe do IDigestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, especializada na implementação de balão gástrico!

O que é Doença de Chron?

A Doença de Chron afeta milhares de pacientes em todo o mundo, causando sintomas desagradáveis e muito sérios à saúde. Esse tipo de problema é crônico e deve ser tratado por médicos especializados.

Entenda melhor essa doença

Basicamente, a Doença de Crohn é um problema inflamatório que afeta diretamente o trato intestinal do paciente, principalmente o intestino delgado e o grosso, também chamados de íleo e cólon, respectivamente.

Quem pode sofrer com essa doença?

É importante entender que a Doença de Chron pode surgir em qualquer fase da vida, mas ela afeta, principalmente, os jovens adultos, ou seja, pessoas que têm entre 20 e 30 anos.

Quais são os estágios da doença?

A medicina separa a evolução dessa doença em três estágios diferentes. Cada uma dessas etapas conta com sintomas e tratamentos específicos. Conheça mais cada uma delas.

  • Leve: nessa primeira etapa da doença, é comum que os pacientes sofram com dores abdominais e diarreia. Por mais que os sintomas sejam inconvenientes, o afetado ainda consegue comer e beber normalmente.
  • Moderada: já na segunda fase, o paciente começa a reclamar de sintomas mais fortes e muito mais importunos, como náuseas, vômitos, sensibilidade ao se alimentar e até diminuição de peso.
  • Fulminante: nessa última etapa, encaixam-se os pacientes que têm os sintomas mais graves dessa doença, como vômitos que persistem por um longo tempo e febre alta prolongada. Além disso, é possível que o paciente ainda tenha uma perda de peso muito brusca e uma série de obstruções intestinais.

E quais são os tratamentos para esse problema?

O método escolhido para tratamento da doença depende muito do nível de problema apresentado por cada paciente. Quanto mais grave forem os sintomas sentidos, mais agressivas devem ser as medicações para tratar o distúrbio.

Os remédios usados em pacientes que sofrem com essa doença têm como objetivo agir diretamente na inflamação, impedindo que ela evolua ainda mais e acabe se agravando.

Durante o tratamento, é comum que os médicos indiquem antibióticos, corticoides, imunossupressores e alguns tipos de terapias que ajudam nesse tipo de doença. Só é importante mencionar que a Doença de Chron não tem cura. O paciente realiza os tratamentos para uma melhora do problema, com evolução positiva do quadro clínico e diminuição dos seus sintomas.

Outras dicas para melhorar os sintomas da doença

Além de todo o acompanhamento especializado e os tratamentos realizados, é importante que os pacientes que sofrem com essa doença sigam algumas recomendações, como:

  • comer alimentos com pouca gordura: é importante que os pacientes que sofrem com essa doença crônica prefiram alimentos mais saudáveis e com menos gordura, como as carnes magras e sem pele. Além disso, também é importante optar por alimentos cozidos e assados, ao invés das opções fritas.
  • diminuir os adoçantes: uma segunda dica é diminuir a ingestão de alimentos que contam com adoçantes ou até doces diets. Eles podem fazer muito mal para quem sofre com esse distúrbio.
  • beber muita água: por último, vale sempre lembrar a importância de beber água todos os dias, no mínimo 2 litros por dia, evitando, assim, que a doença acabe causando uma desidratação.

Como saber mais?

Para entender melhor sobre a Doença de Chron, o paciente pode procurar o Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro. O IDigestivo é um local especializado em problemas gastrointestinais e conta com uma equipe de médicos altamente treinada e capacitada.

Para agendar uma consulta, é possível fazer uma ligação e solicitar um atendimento. Quem preferir ainda consegue realizar os agendamentos através do próprio site do Instituto. Em apenas alguns cliques, o paciente pode acessar a página e já marcar seu horário para consultas ou até exames. É muito prático, simples e intuitivo.

Check-up gastrointestinal: prevenção além do Outubro Rosa

O Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que vem conquistando cada vez mais adeptos. O principal objetivo dessa ação é prevenir o câncer de mama e evitar que mais mulheres sofram com esse problema.

Mas, além de educar as pessoas sobre a importância de exames preventivos e idas regulares aos especialistas, também é essencial usar essa campanha para ensinar os pacientes sobre outros tipos de doenças e as melhores formas de prevenção.

Nesse contexto, é muito importante citar os distúrbios gastrointestinais. Essas enfermidades podem ser extremamente graves e, dependendo do quadro, podem até levar à morte.

Mas o que são doenças gastrointestinais?

Pode-se entender como problemas gastrointestinais aquelas doenças que atingem o sistema digestivo do paciente, podendo afetar o estômago, intestino e outros órgãos desse sistema.

Quais os problemas mais comuns?

Entre as doenças gastrointestinais mais comuns nos pacientes, é possível citar a gastrite, intestino irritável, má digestão, refluxo gastroesofágico, úlcera, gases, prisão de ventre, entre muitas outras.

E como prevenir essas doenças?

Assim como na prevenção do câncer de mama, é fundamental que os pacientes observem seu corpo para evitar um diagnóstico tardio de possíveis doenças gastrointestinais.

Uma das dicas mais importantes é que o paciente fique atento aos sintomas apresentados por ele, como dores estranhas e prolongadas, incômodos contínuos e muito mais. Observar esses indícios é indispensável.

Além disso, também é indicado que todos os pacientes realizem exames especializados com certa regularidade. Um check up gastrointestinal é determinante para um início de tratamento de pessoas que sofrem com problemas desse tipo.

Como é feito um check-up gastrointestinal?

O primeiro passo para qualquer check-up é agendar uma consulta. Durante o atendimento, o médico irá analisar o quadro do paciente e orientá-lo para a realização dos exames.

Normalmente, os especialistas solicitam aos seus pacientes exames de sangue, urina e métodos para captação de imagem dentro do corpo, como, por exemplo, a endoscopia.

Dependendo da necessidade do paciente, essa lista pode aumentar. Tudo está sujeito a mudanças, de acordo com a análise do médico e os sintomas sentidos por cada pessoa.

Quais são as vantagens dos exames gastrointestinais?

Realizar os exames preventivos é extremamente vantajoso. Entre os principais benefícios desse check up, pode-se mencionar:

diagnóstico precoce: uma das grandes vantagens é entender o problema do paciente de forma precoce, impedindo que a doença evolua e que os sintomas se tornem ainda mais graves.

tratamento correto: outro benefício é que, após o check up, já é possível que o médico inicie o tratamento para o seu paciente, já que o especialista poderá ver e analisar o quadro dele.

Qual a periodicidade para fazer um check up gastrointestinal?

O tempo certo depende de diferentes aspectos, como idade e fatores de risco. Mas o mais indicado é que o paciente realize, pelo menos, uma vez ao ano esse tipo de check up.

Onde realizar esses exames?

Um dos locais que oferece diferentes exames aos pacientes é o Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, especializada em diagnosticar e tratar doenças gastrointestinais.

Entre os exames oferecidos pelo IDigestivo, estão: colonoscopia, endoscopia digestiva, além de diferentes procedimentos cirúrgicos, como a videolaparoscopia.

A equipe médica da clínica é altamente capacitada, estando apta a atender os pacientes com extrema qualidade, recuperando a sua saúde e trazendo mais bem-estar a sua rotina.

Para agendar uma consulta, é possível acessar o site do ID ou entrar em contato e solicitar um atendimento. A clínica funciona todos os dias da semana, das 8h às 18h, em Copacabana e em Rio Comprido. Faça contato e obtenha mais informações!

O que é Endoscopia Digestiva?

Basicamente, a Endoscopia Digestiva, também chamada de Endoscopia Gástrica Alta, é um exame médico que visa analisar a mucosa presente no esôfago, duodeno e estômago do paciente. Esse procedimento é muito eficiente e feito em clínicas e hospitais.

Quando esse exame costuma ser pedido?

Normalmente, os médicos solicitam esse tipo de exame para pacientes que sofrem com sintomas que sugerem problemas no sistema digestivo. Entre as principais queixas, pode-se destacar: vômito com sangue, azia extrema, falta de apetite ou saciedade, sensação de corpo estranho, dor no abdômen, desconforto fora do normal, dificuldade para digerir ou engolir, perda de peso sem explicação, anemia sem motivo ou náuseas.

Como é feito esse exame?

Esse exame é feito com o auxílio de um endoscópio, que nada mais é do que um tubo flexível que tem em sua ponta um chip com sistema de captura de imagens. Por meio dessa tecnologia, os médicos conseguem visualizar o aparelho digestivo do paciente e analisar os possíveis problemas que podem estar afetando-o.

Como esse exame é invasivo, o paciente precisa estar devidamente medicado para sua realização. Caso contrário, o procedimento não poderia ser realizado com segurança e conforto.

Quem pode realizar esse exame?

Para que esse exame seja feito da forma correta e sem riscos ao paciente, é importante que o procedimento seja direcionado por especialistas, como médicos e enfermeiros treinados. Somente esses profissionais têm as habilidades necessárias e os conhecimentos exigidos para esse tipo de exame.

Qual a importância da Endoscopia Digestiva?

A endoscopia digestiva é um exame muito completo e extremamente eficiente para diagnosticar diferentes doenças, como, por exemplo, gastrite, úlceragástrica, duodenal, refluxo e até hérnia de hiato. O diagnóstico precoce desses problemas pode evitar uma série de desconfortos ao paciente, além de cessar de maneira mais rápida e prática os sintomas apresentados.

Biópsia durante a endoscopia digestiva

Ainda é importante alertar que, se o médico achar necessário, é possível fazer uma biópsia durante esse exame. Normalmente, esse procedimento é realizado para que um órgão seja analisado de maneira mais precisa em um laboratório especializado, podendo diagnosticar de maneira mais precisa determinada doença ou infecção.

É relevante mencionar que, em grande parte dos casos, a biópsia não é realizada. Ela só é feita em caso de necessidade. Tudo depende do quadro apresentado por cada um dos pacientes que está passando pelo exame.

Preparo para fazer endoscopia digestiva

O paciente que vai passar por uma endoscopia digestiva precisa fazer a correta preparação antes do exame. Isso inclui jejum de oito horas, promovendo o esvaziamento completo do estômago, seguir para a clínica com acompanhante adulto, evitar o consumo de bebidas alcoólicas no período de até 12 horas antes do exame e informar sobre todas as medicações de uso contínuo.

A endoscopia digestiva é um exame rápido, com duração de 10 a 15 minutos. O paciente é sedado e deve permanecer em repouso após o exame.

Onde fazer e quem procurar para tirar mais dúvidas?

Para entender melhor sobre esse procedimento ou se consultar com um especialista em problemas intestinais, nada mais indicado do que procurar o ID, Instituto Digestivo. A clínica é focada em problemas gastrointestinais e fica localizada no Rio de Janeiro, com uma unidade em Rio Comprido e outra em Copacabana.

Os pacientes interessados em contatar o instituto, podem acessar diretamente o site oficial do ID, mandar um e-mail ou simplesmente fazer uma ligação e conversar com os atendentes que trabalham na clínica. Quem quiser, também consegue agendar uma consulta de forma online. Lembrando que toda a equipe do ID é devidamente treinada, prezando sempre pela saúde e bem-estar de cada paciente.

O horário de atendimento da clínica é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Entre em contato e saiba mais!

Saiba o que é diverticulite

A diverticulite é uma doença que gera incômodo e grande desconforto nos pacientes. Acredita-se que esse problema chegue a afetar de 5 a 45% das pessoas dos países ocidentais, ou seja, quase metade da população não oriental pode sofrer com esse distúrbio.

Para entender quais são os sintomas mais comuns e as formas de tratamento para essa doença, é importante compreender mais a fundo o que é esse problema e quem pode ser afetado.

Afinal, o que é diverticulite?

De uma forma simples e básica, a diverticulite é uma doença aguda, causada pela inflamação ou até infecção dos divertículos, que são as pregas ou pequenos quistos presentes na parte interna do intestino.

Essas herniações intestinais podem gerar o acúmulo de bactérias e até fezes, o que acaba ocasionando sangramentos e rupturas internas que, se não tratadas, representam um grande risco ao paciente.

Na maior parte das vezes, esses divertículos aparecem no intestino grosso, também chamado de cólon, embora possam surgir em qualquer região ou parte do trato intestinal do paciente afetado.

Quem pode sofrer com essa doença?

A diverticulite pode afetar diferentes pessoas, mas, normalmente, quem sofre com essa doença são os adultos com 40 anos ou mais. Nessa faixa etária, a porcentagem de afetados tende a ser maior.

Quais os sintomas mais comuns entre os pacientes?

Quando os divertículos inflamam, o paciente tem uma série de sintomas, os principais são:

dor no abdômen: é comum que os pacientes sofram com fortes dores na parte inferior do abdômen. Esse desconforto tende a ser um dos primeiros sintomas sentidos por quem sofre com esse problema.

funcionamento irregular do intestino: outro sintoma muito comum é que os pacientes acabam tendo prisão de ventre ou diarreia. Essa variação intestinal acontece porque o cólon está sendo afetado por uma inflamação.

mal-estar: ainda é possível notar febre, náusea e vômito nos pacientes. Eles tendem a reclamar desse desconforto e acabam sendo afetados por uma série de sintomas inconvenientes.

O que fazer quando sentir esses sintomas?

Quando o paciente apresenta um quadro clínico com a presença desses sintomas, é essencial procurar imediatamente um médico especializado ou um pronto-socorro. Esses profissionais possuem habilidade para diagnosticar o quadro e dar início ao tratamento.

Como é o tratamento de diverticulite?

O tratamento para diverticulite pode ser feito de três formas diferentes. Todas elas devem ser orientadas por um clínico geral ou por um gastroenterologista. Conheça cada uma das opções para a melhora do paciente a seguir.

Antibióticos: para controlar a infecção e recuperar a saúde e qualidade de vida dos pacientes, grande parte dos médicos inicia um tratamento com o uso de antibióticos. Essas drogas irão agir na doença e controlar o problema. Normalmente, esse tratamento dura cerca de 10 dias.

Analgésicos: como forma de aliviar as dores abdominais e aliviar o desconforto sentido pelo paciente, também é indicado realizar o tratamento com o uso de analgésicos, como paracetamol, entre outros.

Dieta: quanto à alimentação, recomenda-se que, pelo menos nos primeiros 3 dias, o paciente faça apenas a ingestão de líquidos. Só depois desse período é que o paciente pode ir adicionando ingredientes mais sólidos.

Onde encontrar médicos especializados para tratar essa doença?

Para consultar-se com médicos especialistas, o mais recomendado é recorrer ao Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro. Nele, é possível ter acesso a uma equipe de qualidade e especializada.

A clínica, além de contar com um corpo médico renomado, ainda oferece uma estrutura diferenciada aos pacientes, com conforto e atendimento qualificado. Para contatar o ID também é simples, é possível enviar uma mensagem através do site ou fazer uma ligação. Quem preferir, ainda consegue realizar o agendamento da consulta online, tudo de maneira simples, segura e muito prática!

O que é CPRE?

De uma maneira simples e bem básica, a CPRE — ou a Colangiopancreatografia Endoscópica Retrógrada — é uma técnica que visa o diagnóstico de doenças que afetam o pâncreas, os ductos de drenagem do fígado ou o sistema biliar dos pacientes.

Entre os problemas mais investigados estão: obstrução biliar secundária à presença de cálculos, pancreatite crônica ou aguda, fístulas biliares, estenoses benignas e malignas do ducto biliar e litíase sintomática.

Uma identificação precoce de problemas nessa parte do corpo pode representar a cura ou melhora significativa do quadro do paciente.

Mas como esse exame é realizado?

O primeiro passo para a realização desse exame é a sedação local ou anestesia geral do paciente que passará pelo procedimento. Só depois dessa etapa é que a CPRE tem início.

Para o exame, o profissional usa um duodenoscópio, equipamento fabricado especialmente para fins médicos. Ele é inserido no paciente através da boca, passando pela sua garganta, esôfago, estômago e chegando até a segunda parte do duodeno.

Essa técnica permite que o médico veja o interior do paciente e faça o diagnóstico correto da sua doença. A duração média do procedimento é de 1 hora, chegando até os 90 minutos, dependendo da necessidade.

A CPRE deve ser sempre feita por pessoas treinadas, para garantir que o paciente esteja seguro e sem qualquer tipo de risco.

E quais as vantagens desse exame?

Esse tipo de procedimento é muito vantajoso aos pacientes, e entre os principais benefícios da colangiopancreatografia endoscópica retrógrada, podemos listar e destacar:

Detecção de inúmeras doenças: esse exame permite que muitos problemas sejam diagnosticados. Diferentemente de outros procedimentos mais específicos, sua análise é mais ampla, o que é ótimo para os pacientes.

Técnica complexa e eficiente: normalmente, quem realiza a CPRE já passou por outros exames e, por esse motivo, a técnica é considerada mais completa e complexa, sendo mais eficiente do que a endoscopia, por exemplo.

Quais procedimentos o paciente deve realizar para esse exame?

A realização desse exame requer alguns cuidados por parte do paciente. Normalmente, os médicos pedem outros procedimentos antes da realização da CPRE, como uma análise laboratorial, um eletrocardiograma e uma radiografia do tórax.

Também é importante que o paciente informe ao seu médico os medicamentos dos quais faz uso atualmente, principalmente se alguma droga for anticoagulante ou antiagregantes plaquetares. Em alguns casos, esses remédios devem ser suspensos temporariamente ou até substituídos por outras opções com efeito similar.

Dependendo do histórico do paciente, é possível que o médico ainda solicite um pequeno período de internação após a realização do exame, somente para controlar algum possível efeito adverso.

Outro ponto importante é que a pessoa que passará pela CPRE precisa fazer jejum antes do exame. Ela deverá ficar de 6 a 8 horas sem ingerir alimentos, permitindo que sua cavidade gástrica não tenha resíduos ou líquidos no momento do procedimento.

Vale ressaltar que, assim como qualquer ação médica, esse exame também pode trazer riscos de complicação, mas, nesse caso, eles são inferiores a 1%, o que torna o procedimento muito seguro.

Qual clínica realiza o procedimento?

Um dos locais que faz a CPRE é o Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro. A clínica conta com um quadro médico preparado para realizar esse e muitos outros exames diagnósticos importantes.

O paciente pode agendar uma consulta diretamente pelo site do Instituto ou pelo telefone. O ID iniciou suas atividades em 1981, no Rio de Janeiro. São anos de experiência e dedicação, sempre prezando pela saúde e total segurança de todos os seus pacientes. Entre em contato e saiba mais!

Alimentos que ajudam no funcionamento do intestino

Os gases e as dores abdominais são sintomas muito comuns entre as pessoas que têm o intestino preso. Para solucionar esse problema, o mais indicado é alimentar-se de uma forma adequada e saudável.

Entre as opções encontradas facilmente nos mercados estão os alimentos ricos em fibras e com baixa porcentagem de açúcar. Conheça mais sobre essa dieta e implemente em sua rotina!

O que comer para garantir a saúde do intestino?

Mix de cereais e sementes: a linhaça, a chia e a aveia são produtos muito saudáveis e funcionais. Essas três opções são muito ricas em fibras e ainda possuem diferentes benefícios exclusivos.

A aveia, por exemplo, tem ferro, vitamina E, cálcio e outros componentes vantajosos. É a soma deles que facilita a digestão e ainda ajuda na redução dos níveis de colesterol ruim.

Hoje, é possível encontrar a aveia em flocos, farinha ou farelo. Quanto ao consumo, a aveia pode ser acrescentada em vitaminas, frutas, bolos, panquecas e até na preparação de pães.

Vegetais: uma outra opção para quem sofre com os diferentes problemas intestinais são os vegetais, principalmente o brócolis e os mais fibrosos, como a beterraba e a cenoura. Uma dica é variar os vegetais e incluí-los nas saladas, sopas e outras misturas e receitas.

Iogurtes: além desses alimentos já listados, o Iogurte também é uma alternativa para quem busca um bom funcionamento intestinal. Ele é rico em vitaminas do complexo B, como B6 e B12.

Além disso, essa opção ainda conta com potássio, magnésio e cálcio. Mas vale ressaltar que o tipo de Iogurte mais indicado para regular a digestão é aquele que contém os probióticos, facilmente encontrados pelos interessados.

Frutas: algumas frutas também ajudam, e muito, o intestino. Um ótimo exemplo são as peras, ricas em fibras, e que podem melhorar as dores e o trânsito digestivo, trazendo uma série de benefícios a quem a consome.

O Kiwi também é muito indicado, já que é fonte de vitaminas e tem mais de 2,5 gramas de fibras. As frutas vermelhas, como mirtilo, framboesa e amora, também são recomendadas, podendo ser incluídas em sucos ou em sobremesas saudáveis. Lembrando que quando as frutas são consumidas com casca, o ganho é ainda maior.

Ameixa: a quantidade de nutrientes presente na ameixa é muito grande, por isso, ela entra na categoria dos alimentos que ajudam o intestino. Entre os tipos mais recomendados estão a seca e a preta. Depois de consumidas, elas funcionam como verdadeiros laxantes naturais, já que possuem sorbitol, um componente ótimo para o intestino.

Água: por último, e não menos importante, está a água. Essa bebida é fundamental para a saúde humana e está diretamente relacionada ao bom funcionamento do intestino. O recomendado é beber, no mínimo, 2 ou 3 litros por dia.

Alimentos que fazem mal ao intestino

Assim como existem produtos que fazem bem ao intestino e ajudam no seu funcionamento, também existem alimentos não indicados e que, quando consumidos, acabam causando prisão de ventre e dores.

Entre esses produtos estão os alimentos industrializados, como os fast foods, as frituras e carnes processadas, como salsicha e linguiça, além de opções com excesso de açúcar, como bolos, chocolate e refrigerantes.

A goiaba e a banana verde também não são indicadas, pois, mesmo sendo frutas, elas prejudicam o intestino e, em alguns casos, acabam causando constipação.

Outros fatores prejudiciais

Além de se preocupar com os alimentos, também é importante atentar-se a outros fatores muito prejudiciais à saúde do intestino, como o sedentarismo e o uso exagerado de antidepressivos e até laxantes.

A combinação da falta de atividade física, utilização prolongada de medicamentos e consumo de alimentos inadequados pode acabar agravando o quadro de um paciente que tenha predisposição a sofrer com problemas intestinais.

Principais dúvidas sobre Proctologia

A visita ao médico é um dos requisitos fundamentais para quem quer ter uma vida saudável. Prevenção é a melhor forma de evitar o surgimento e o avanço de doenças, tanto das mais simples como das mais complexas. Porém, não são todos os brasileiros que possuem esse hábito. Geralmente, as consultas acontecem apenas em momentos críticos, de forma paliativa. As pessoas vão ao médico quando precisam, quando estão doentes.

Mantenha o hábito de realizar exames periódicos

Adotar um comportamento preventivo não é benéfico apenas para a saúde, mas também para o bolso. A prevenção, além de não ser parte da cultura, o brasileiro se depara com algumas barreiras hoje em dia ao tentar mudar seus hábitos. A primeira seria a precarização do sistema público de saúde, que muitas vezes não colabora para uma postura preventiva. Com a falta de médicos, o paciente encontra dificuldades para conseguir uma consulta. Para fugir disso, a saída que algumas pessoas encontram é pagar por uma assistência de saúde complementar.

Vale lembrar que a sociedade ainda carrega vestígios preconceituosos que afastam as pessoas dos médicos. Os homens, por exemplo, são resistentes ao exame do toque retal. O procedimento é essencial para a descoberta do câncer de próstata, um dos mais comuns entre os homens e recordista de casos de óbitos no país.

Doenças no aparelho digestivo, principalmente nas regiões do cólon e reto não são exclusividade do sexo masculino. Todas as pessoas estão sujeitas. De acordo com o INCA, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva, em 2013 foram registradas 348 mortes por câncer anal (242 mulheres e 106 homens).

A visita ao proctologista é uma forma de cuidar da saúde e prevenir doenças. O profissional desta área é capaz de auxiliar no diagnóstico de tumores na região do cólon, do reto, além de descobrir hemorroidas, fissuras anais, cistos e algumas síndromes, como a de Crohn.

A importância da Proctologia

Atualmente, não existem números oficiais, mas acredita-se que, no Brasil, de 5 a 12% da população sofrem de hemorroida. A quantidade de pessoas que busca tratamento não chega a 5%.

Procurar um médico proctologista é o melhor caminho para resolver esse tipo de problema de saúde. Após uma série de exames, como de sangue, o especialista deverá indicar as melhores formas de tratamento. Para as hemorroidas internas, veias dilatadas dentro do reto, a adoção de uma dieta rica em alimentos com fibras e beber no mínimo 2 litros de água por dia podem ajudar. Em casos mais críticos, quando a hemorroida provoca dores aos pacientes, o proctologista pode sugerir o uso de medicamentos e analgésicos.

Outra doença que causa desconforto, sangramento e dores é a fissura do ânus – uma pequena ferida, localizada na entrada do canal. A patologia também é descoberta e tratada pelo médico proctologista. Além de manter a higiene anal, a fim de evitar infecções, o especialista pode indicar também tratamentos com pomadas adequadas. Quando a doença está mais avançada, o profissional da saúde pode sugerir o uso de analgésicos e anti-inflamatórios.

Para evitar que doenças simples evoluam para casos mais graves, como câncer, procure sempre por um profissional especializado. No caso de tratamento de doenças relacionadas à parte final do aparelho digestivo, dê preferência ao médico proctologista, que se preparou para fazer o melhor diagnóstico e oferecer o que há de melhor em tratamento.

Remediar é prejudicial e isso pode custar a sua vida. Um câncer descoberto na fase inicial possui grande possibilidade de cura. Adote um comportamento preventivo. Visite médicos e faça exames regularmente em clínicas de proctologia. Além disso, observe o seu corpo. Caso perceba qualquer sinal de alteração, dor, sintoma ou anormalidade, busque a ajuda de um médico especializado.

Colonoscopia: Por que realizar este exame?

Diagnosticar uma doença é um processo delicado e que requer muita atenção. Afinal de contas, só uma investigação bem feita é capaz de orientar o profissional da saúde a escolher e indicar o tratamento correto ao paciente. Investir em um bom exame é importante para que o combate à doença seja eficaz. Patologias relacionadas ao sistema imunológico, por exemplo, podem ser descobertas através do exame de sangue.

O problema é que nem sempre o médico consegue diagnosticar a doença e isso requer uma investigação mais a fundo. A colonoscopia é uma das principais formas de auxiliar na investigação de doenças, como o câncer, por exemplo. O exame é indicado principalmente para pessoas que possuem casos de tumores malignos na família, como forma de prevenção. Casos de diarreia, sangramento intestinal ou dores abdominais desconhecidas podem ser analisados através do procedimento clínico.

A colonoscopia é indicada para investigação de anemias, quando a origem não pode ser confirmada através de exame de sangue. Auxilia também no diagnóstico da tuberculose intestinal ou doença de Crohn. A doença de Cronh é a inflamação do trato gastrointestinal; no intestino, afeta a parte inferior do delgado e grosso. Mas existem casos em que a inflamação atinge outras regiões do órgão digestivo. Ela é considerada crônica e provoca alteração do sistema de defesa do organismo.

Como é realizada a colonoscopia?

Para se submeter ao exame, o paciente precisa seguir algumas regras. Entre elas, alimentação adequada e uso de laxantes. O tempo de preparo requer dois dias. Durante este período, a pessoa deve adotar uma dieta com alimentos de fácil digestão, como arroz, líquidos, peixe e evitar frutas e cereais, por exemplo.

Nas 24 horas que antecedem a colonoscopia, a alimentação deve ser apenas à base de líquidos, para que o organismo não produza resíduos no intestino grosso. Para um diagnóstico correto, o intestino precisa estar limpo. Assim, toda e qualquer alteração no órgão pode ser vista pelo médico. Além disso, é necessário interromper o uso de algumas medicações conforme orientação do profissional de saúde.

O exame de colonoscopia é a maneira que o especialista tem para avaliar a mucosa do intestino grosso. Nesse exame, uma câmera microscópica é introduzida pelo ânus. Produzida com um material maleável, o equipamento consegue percorrer parte do intestino. O dispositivo ainda é capaz de fazer coletas de tecidos ou até mesmo nódulos suspeitos para biópsia. As imagens captadas pela câmera são transmitidas para uma tela, onde são analisadas pelo corpo médico. As imagens são gravadas, a fim de garantir acompanhamento do quadro clínico do paciente.

Para não causar desconforto no paciente, a colonoscopia requer o uso de sedativos. O paciente é medicado para evitar que sinta dor durante a realização, mas é comum que após o exame a pessoa sinta algum desconforto, como gases.

A importância da colonoscopia

A colonoscopia é um procedimento seguro e muito eficaz para o diagnóstico de doenças relacionadas ao sistema digestivo. Especialistas recomendam que todas as pessoas façam o exame, em especial as que têm mais de 50 anos de idade. O principal motivo é a prevenção de doenças relacionadas ao envelhecimento. Mas, para pacientes que possuem casos de câncer confirmados na família, os médicos reforçam que o exame seja feito precocemente.

Nesses casos, a orientação é para que a pessoa faça periodicamente exames de acompanhamento em clínicas de gastroenterologia e, em caso de alteração, procure atendimento especializado. Com isso, não existe uma faixa etária específica para a realização da colonoscopia. Qualquer alteração no organismo, como ter dificuldade para defecar, já é um motivo de alerta ao paciente para procurar um médico. Normalmente, quando isso não ocorre, recomenda-se realizar o exame antes dos 50 anos, também como forma de prevenção.

Cuidados que você deve ter com seu Sistema Digestivo

Os cuidados com o sistema digestivo são muito importantes para manter a qualidade de vida e evitar uma série de doenças. Alguns hábitos mais saudáveis influenciam bastante no funcionamento do sistema digestivo e, em certa medida, são essenciais para a prevenção de problemas de saúde amenos e, até mesmo, mais graves.

Alimentação saudável é fundamental

As dietas ricas em fibra são muito importantes para o bom funcionamento do sistema digestivo, já que os alimentos com bastante fibra auxiliam na movimentação da comida na área interna do aparelho digestivo, além de ajudarem na conservação da água, no amolecimento das fezes e facilitarem a evacuação.

Por isso, é importante dar preferência para legumes, verduras, frutas e grãos integrais. Esses alimentos ajudam muito a manter a saúde do trato digestivo e impedem doenças como diverticulite e hemorroidas, mantendo o intestino funcionando regularmente.

Por outro lado, é preciso evitar alimentos industrializados, frituras e excesso de gordura. Também é ideal não exagerar na quantidade de alimentos em uma mesma refeição. Procure ter uma dieta balanceada e ingerir pequenas porções.

Prática regular de atividade física

Manter o corpo em movimento é essencial para cuidar da saúde do sistema digestivo. Adotar uma rotina de treinos diminui o estresse e previne a prisão de ventre. A atividade física ajuda ainda na movimentação interna dos alimentos no sistema digestivo.

Além disso, pessoas que estão no peso adequado possuem um sistema digestivo mais saudável. Para ter o metabolismo sempre ativo, é ideal fazer atividades aeróbicas, se possível com o suporte de um professor de educação física ou em uma academia.

Ingestão de água é fundamental

O sistema digestivo funciona muito melhor quando as pessoas conseguem manter o corpo hidratado. Por isso, é importante beber cerca de 2 litros de água ao longo do dia. A água é responsável pela eliminação de fibras solúveis e gordura, facilitando muito o processo de evacuação. Para evitar refluxo, é ideal não consumir suco ou água durante ou logo após as refeições.

Adote uma dieta com alimentos probióticos

O sistema digestivo está repleto de probióticos, que são microrganismos que auxiliam no fortalecimento da nossa imunidade, compõem a flora intestinal e combatem agentes nocivos à saúde. Existem muitos alimentos ricos em probióticos, entre eles: iogurtes, picles e kefir (um tipo de leite fermentado).

Também é indicado comer em porções reduzidas os alimentos que causam muitos gases e provocam irritações na flora intestinal, entre eles: feijão, ovo e carne. Estes são responsáveis também pela sensação de estômago pesado, inchaço na barriga e aerofagia.

Outros hábitos que prejudicam a saúde do sistema digestivo:

  • nível de estresse elevado;
  • tabagismo;
  • excesso de café e álcool;
  • ansiedade.

Todos os itens acima aumentam a acidez do estômago. Inicialmente, podem causar somente desconforto. Porém, podem evoluir para doenças como gastrite, úlcera, câncer, entre outras.

Principais doenças do sistema digestivo

Gastrite

Irritação, inflamação e inchaço nas paredes do estômago, causados pela alta acidez provocada pela má alimentação, tabagismo, excesso de bebida alcoólica e café, entre outros fatores.

Refluxo, azia e má-digestão

Dor e incômodos causados pelo excesso de acidez no estômago, também desencadeados pela má alimentação rica em gorduras e produtos industrializados, além de bebida alcoólica, café e cigarro.

Diarreia

Ingestão de alimentos contaminados, intestino irritado, intolerância à lactose, colite ulcerosa e outros problemas que podem gerar fezes líquidas e evacuação fora de controle.

Apendicite

Inflamação e inchaço do apêndice, causados por bactéria. É comum o paciente sentir dores fortes, principalmente se houver pus. É necessário procurar atendimento médico o mais rápido possível. A prevenção é sempre a melhor opção. Em caso de dúvidas ou se estiver com um dos sintomas apresentados acima, é recomendável agendar uma consulta médica em clínicas de gastroenterologia no Rio de Janeiro, como a do Instituto Digestivo.

Mitos e verdades sobre a gastrite

Quando o assunto é gastrite, surgem inúmeros remédios e alimentos que prometem curá-la ou minimizar seus efeitos, porém nem sempre tudo o que circula por aí é verdadeiro. Dependendo da situação, os métodos alternativos de tratamento podem até mesmo complicar ainda mais o caso do paciente.

É preciso ficar atento aos mitos e verdades sobre a gastrite e buscar informações apenas em fontes confiáveis, como é o caso do blog do IDigestivo. Confira alguns dados relevantes sobre a doença!

O que é gastrite e como ela se manifesta?

A gastrite se manifesta quando as paredes internas do estômago estão inflamadas ou infeccionadas. O problema pode ser agudo, durar pouco tempo (semanas ou meses), ou se apresentar de forma crônica, com sintomas que persistem por anos.

A causa mais comum de gastrite está no enfraquecimento da proteção da parede interna estomacal. Essa barreira mucosa enfraquecida permite que todos os sucos digestivos produzidos pelo estômago venham a prejudicar o tecido que reveste o órgão, causando danos. Se não for tratada corretamente, a gastrite pode levar ao surgimento de câncer estomacal.

Saiba mais sobre a gastrite

A gastrite pode ser provocada por inúmeros fatores, mas eis que surge uma primeira dúvida: ela é uma doença hereditária? Isso é um mito! A gastrite não é uma doença hereditária. A grande maioria das pessoas possui gastrite por um erro alimentar do seu dia a dia.

Outra dúvida com relação à gastrite é o fato de que muitas pessoas acreditam que mascar chicletes ou balas pode intensificar os sintomas. Isso é verdade! Ao mastigar balas e chicletes, o nosso corpo entende que queremos introduzir alimentos nele e, com isso, o organismo produz mais ácidos gástricos. Esse fator leva a pessoa a ter desconfortos e crises.

Outros mitos e verdades sobre a gastrite

Quando ficamos longos períodos sem comer, os sintomas da gastrite podem piorar.

Verdade. O estômago se prepara para receber os alimentos e produz ácidos gástricos. Quando uma pessoa deixa de se alimentar por longos períodos, o estômago vai se preparando para receber um alimento que não chega. Em pessoas que já apresentam algum tipo de problema gástrico, essa acidez excessiva gerada vai fazer com que os sintomas da gastrite piorem muito.

Segundo os especialistas, o ideal é comer a cada 3 ou 4 horas. Esse é o melhor intervalo ao fazer as três grandes refeições no dia (café, almoço e jantar). Entre as refeições, o consumo de uma fruta, um iogurte ou uma barra de cereal já ajuda para que o estômago não fique vazio por completo e piore os sintomas da gastrite.

No momento da dor da gastrite, muitos recorrem ao leite. Tomar leite em pequenas quantidades pode diminuir os sintomas.

Verdade. O consumo não irá resolver totalmente o problema da dor, mas pode ajudar, já que o leite contribui para diminuir a acidez. É preciso ficar atento apenas à qual tipo de leite está sendo ingerido. O leite integral, por conter muita gordura e proteína, vai piorar a situação. Em pequenas quantidades, o leite pode ser um aliado na diminuição da dor.

Uma gastrite pode evoluir para uma úlcera.

Mito. Gastrite e úlcera são duas doenças diferentes. A pessoa pode ter uma gastrite aguda, por exemplo, pelo uso de medicamentos ou abuso de ingestão de álcool, e não evoluir para úlcera. A úlcera aparece em uma situação muito específica, através da presença da bactéria chamada de Helicobacter pylori, que vai corroendo a parede do estômago.

A chamada “gastrite nervosa” existe.

Verdade. Ao passar por um período de estresse, automaticamente o corpo acaba produzindo mais cortisol e adrenalina, o que irá gerar a produção de ácido no estômago.

A gastrite tem cura!

Isso é uma verdade que precisa ser divulgada, já que essa é uma dúvida recorrente entre as pessoas que sofrem com o problema. Um tratamento adequado não apenas auxilia em momentos de dor, mas também pode acabar de vez o problema. Para isso, o mais indicado é procurar médicos e tratamentos especializados em clínicas de gastroenterologia, como os oferecidos pelo IDigestivo!

A importância das fibras para o funcionamento do sistema digestivo

A fibra, substância encontrada nos alimentos de origem vegetal, é indispensável para uma alimentação mais saudável. Ela ajuda na absorção de gorduras e açúcares pelo corpo e previne uma série de doenças, como o diabetes e o mau colesterol. Além disso, alimentos ricos em fibras são conhecidos pela sua eficácia na ajuda do bom funcionamento do intestino.

Existem dois tipos de fibras: as solúveis, que dissolvem na água formando um gel no estômago e gerando uma sensação de saciedade na pessoa; e as insolúveis, as que o organismo não consegue digerir totalmente. Essas ajudam na digestão e a regular o intestino.

As fibras insolúveis são encontradas em alimentos como o pão e o arroz integrais, a couve e o brócolis. Para ajudar no organismo, a orientação é ingerir mais água durante o dia. O líquido irá atuar como um “veículo” para as fibras funcionarem e transitarem pelo intestino.

Além de ajudarem a emagrecer, por garantirem mais saciedade e retardarem a sensação de fome, as fibras insolúveis possuem o benefício de conservar de forma regular o trânsito intestinal, além de ajudarem a reduzir os casos de prisão de ventre.

Outro benefício relevante é a prevenção do câncer de cólon, já que as fibras atuam na retenção de substâncias tóxicas consumidas.

Como consumir as fibras no dia a dia?

As fibras precisam ser presença garantida no dia a dia de pessoas com problemas intestinais. Para quem possui, por exemplo, constipação intestinal, também conhecida como prisão de ventre ou intestino preso, as fibras ajudam a vencer o problema, basta valer-se do consumo dos alimentos certos.

Benefícios da lentilha

A lentilha, por exemplo, é rica em fibras que combatem constipações e que ajudam a minimizar as irritações intestinais. Outro alimento que também auxilia no combate à prisão de ventre é a soja, que possui um aminoácido chamado glutamina, reparador do tecido que reveste internamente o intestino delgado.

Aveia

A aveia também possui um elevado teor de fibra solúvel, que, ao se misturar com a água, se transforma em um gel que facilita o trânsito intestinal. Outro alimento que deve ser consumido e de forma crua é a abobrinha, já que ela também é uma fonte importante de vitaminas e fibras, que contribuem na regulação do intestino.

Invista em hortaliças

As hortaliças também contribuem para o bom funcionamento do sistema digestivo. Couve, agrião, rúcula e alface possuem substâncias que contribuem para um melhor desempenho do intestino. A rúcula, por exemplo, por ser uma boa fonte de cálcio e fibras, é eficaz no combate à prisão de ventre. Já a couve, além de ajudar com a prisão de ventre, também contribui para combater a anemia e aumentar a imunidade das pessoas, por ser rica em ferro.

Não esqueça das frutas

Nessas dicas de alimentos, não pode faltar também o mamão, que é rico em fibras, sais minerais e tem elevado teor de um antioxidante chamado betacaroteno, que é responsável pela obtenção indireta da vitamina A. O mamão ainda tem propriedades calmantes e atua como um grande aliado para quem possui um estômago sensível.

Importância das fibras

Os alimentos com fibras são uma excelente opção para o cardápio de todos, e não apenas para quem possui o intestino preguiçoso. Nutricionistas advertem, no entanto, que o consumo das fibras deve ser limitado entre 25 a 35 gramas por dia. O recomendado é a ingestão de, no máximo, 25 gramas para mulheres adultas e 35 gramas para homens adultos, incluindo tanto as fibras solúveis como as insolúveis.

Pesquisar a quantidade de fibras por 100g de cada alimento ajuda no controle desse consumo diário e evita excessos. Por exemplo, 100 gramas de coco ralado contém 6,2 gramas de fibras insolúveis e 0,4 gramas de fibras solúveis. Já uma azeitona verde possui 6,2 gramas de fibras insolúveis e 0,2 gramas de fibras solúveis para cada 100g.

Entre os principais alimentos ricos em fibras insolúveis estão as amêndoas com casca e o amendoim, que possuem, respectivamente, 8,6 gramas e 6,6 gramas de fibras para cada 100 gramas do alimento. É importante ficar atento, já que o excesso de fibras pode provocar transtornos gastrointestinais e dificultar a absorção de cálcio e zinco em crianças e idosos.

Diferença entre urologista e proctologista

Para que uma doença seja diagnosticada da maneira correta e, logo em seguida, o paciente já comece seu tratamento, é imprescindível consultar-se com um médico especializado. Mas, para que o paciente consiga agendar um horário com o profissional correto, é importante conhecer quais são as áreas de atuação disponíveis na medicina e qual a função de cada um desses especialistas. Por isso, neste artigo vamos tratar das diferenças entre urologista e proctologista. Confira!

Conheça as especializações da medicina

Entre as opções disponíveis no país, o profissional pode escolher por especializações em cardiologia, dermatologia, otorrinolaringologia, pediatria, nefrologia, oftalmologia, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, ortopedia e muitas outras. Nesse vasto campo de especialidades, duas costumam ser citadas como sinônimas e acabam confundindo os pacientes. São elas: a urologia e a proctologia. Ambas têm áreas de atuação bem similares, mas se diferenciam em alguns aspectos.

Afinal, qual a diferença entre urologista e proctologista?

Para entender melhor as principais distinções entre essas especializações, o mais indicado é conhecer mais a fundo quais doenças são tratadas por cada um desses profissionais. Confira:

Médico urologista: esse profissional tem como principal função auxiliar os pacientes que sofrem com problemas e doenças mais graves do sistema urinário, ou seja, uretra, bexiga, rins e ureter. Além disso, esse médico ainda é indicado para os homens que apresentam algum tipo de disfunção em seu sistema reprodutor, como pênis, próstata, vesículas seminais, canal deferente ou testículos.

Entre as doenças tratadas por esse especialista, podemos citar a candidíase peniana, dificuldade no momento de urinar, dores incomuns no órgão sexual, impotência e até sangramentos. Também é relevante citar que o urologista trata mulheres com incontinência urinária, cistites, cálculo renal, cólica, problemas na bexiga, câncer, entre outras doenças.

Vale ressaltar que, em muitas ocasiões, esse médico é procurado majoritariamente por pacientes do sexo masculino, mas seu conhecimento é útil para todos, independentemente do gênero.

Médico proctologista: já os especialistas em proctologia trabalham diretamente com as doenças relacionadas ao intestino grosso do paciente, seu reto, ânus e aparelho digestivo em geral. Entre os problemas tratados por esse médico, pode-se citar as constipações intestinais, tumores do cólon ou localizados no reto, hemorroidas, fissuras anais, incontinência fecal, cistos e muito mais.

Para o tratamento desses problemas, o especialista recorre muitas vezes a procedimentos cirúrgicos ou outros tipos de intervenções que visam recuperar a saúde do paciente de forma mais rápida e segura.

Qual desses médicos o paciente deve consultar?

É importante que o paciente passe, regularmente, por esses dois especialistas. Ambos são essenciais e podem trazer uma melhora significativa à qualidade de vida e à saúde de todas as pessoas.

Além de tratar quem já está doente, esses profissionais ainda ajudam muito na prevenção de uma série de problemas que podem ser apresentados pelo paciente, que afetam seu bem-estar.

Onde encontrar médicos especialistas nessas áreas?

Para agendar uma consulta com os melhores médicos dessas especialidades, o paciente interessado só precisa entrar em contato com o ID, Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, em dois endereços na cidade: Copacabana e Rio Comprido.

Ao procurar o Instituto, o paciente tem à sua disposição uma série de equipamentos de diagnóstico de alta precisão e qualidade, além de também ter acesso completo aos tratamentos e serviços mais modernos da medicina, disponibilizados pela clínica. Entre os procedimentos feitos no Instituto, pode-se destacar a videolaparoscopia, a endoscopia digestiva, a colonoscopia e a CPRE (Colangiopancreatografia Endoscópica Retrógrada).

Esses exames podem ser solicitados durante uma consulta com os próprios médicos que trabalham no IDigestivo. Quanto à equipe, o paciente pode ser atendido por diferentes especialistas, como Dr. Edson Jurado, Dr. Conrado Gaia e Dr. Sidney Gonçalves. Todos eles são devidamente registrados e atuam de forma segura e com qualidade.