Balão Gástrico: conheça esse método de emagrecimento

Na atualidade, muitas pessoas sofrem com a obesidade ou o excesso de peso. Uma das explicações para esse fenômeno mundial é o mau hábito alimentar. As redes de fast food se tornaram populares nos últimos anos e, além de conquistarem pela comodidade, agradam ao paladar de muita gente.

Reflexo direto desse modo de viver é o aumento na quantidade de pessoas doentes. A obesidade e o excesso de peso geram reflexos em nossa saúde que vão além da aparência física. A ingestão de grande quantidade de gorduras, por exemplo, pode provocar o aumento do colesterol e infarto. Devido ao aumento de casos de obesidade no mundo inteiro, também foi observada a crescente procura por procedimentos para eliminação de peso.

Uma das técnicas mais utilizadas e conhecidas no mundo, quando o assunto é obesidade, é a redução de estômago. Entretanto, casos menos severos de obesidade podem ser tratados com o uso do balão gástrico. Como o próprio nome diz, trata-se de um dispositivo em forma de balão que é inserido no estômago do paciente. Esse procedimento é recomendado para pessoas que não atingiram o peso recomendado para a redução de estômago e que possuem dificuldade para a eliminação de peso.

Geralmente é uma técnica recomendada para pacientes que se encontram em vias de serem obesos. Esse balão intragástrico é introduzido no aparelho digestivo sem a necessidade de cirurgia.

Como uma endoscopia, esse balão é inserido no órgão. Para não causar dores ou incômodos ao paciente, são administradas substâncias analgésicas e sedativas. Ainda murcho, o balão é conduzido pelo médico até o estômago por meio de uma haste. Assim que devidamente posicionado, a próxima etapa é inflar o balão gástrico.

Como age o balão gástrico?

Para que ele ocupe parte do estômago, o balão intragástrico é inflado com uma solução de soro de coloração azul de metileno. O preenchimento varia entre 400 a 700 ml, levando sempre em consideração a necessidade do paciente.

A utilização do balão gástrico é para que a pessoa tenha a sensação de saciedade mais rapidamente. Como o objeto ocupa parte do estômago, o corpo entende que estará satisfeito ao preencher o espaço restante com determinada quantia de alimento.

Diferentemente da redução de estômago, que é capaz de promover a mesma função no organismo, a técnica do balão intragástrico para perda de peso possui inúmeras vantagens. A primeira é a maneira de aplicação, que dispensa internação e intervenção cirúrgica. Por sua vez, o paciente não necessita ficar internado e é dispensado do pós-operatório, quando comparado ao outro método.

Devido a essa facilidade, o procedimento para implantação do balão gástrico pode ser feito em ambulatório médico. Como não há necessidade de cortes, o paciente não corre riscos de contrair infecções e pode retomar suas atividades duas horas após a aplicação. Também não há restrições médicas em relação à prática de atividade física após a colocação do balão intragástrico. A prática não é invasiva ao organismo.

A grande vantagem do uso do balão gástrico está no curto período de tempo necessário para a eliminação de peso. Dependendo do tamanho do balão, ou seja, da quantidade de soro introduzida no balão gástrico, o retorno é extremamente satisfatório, tendo em vista outras formas de emagrecimento.

Além de apresentar estas vantagens, é uma técnica reversível. O balão pode ser removido a qualquer momento, sem a necessidade de intervenção cirúrgica.

A utilização do balão gástrico para emagrecimento saudável está crescendo no mundo. A manutenção do dispositivo de emagrecimento pode variar de 6 meses a um ano, levando em consideração o prazo de validade de cada produto. Para saber mais, basta fazer contato com a equipe do IDigestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, especializada na implementação de balão gástrico!

Mitos e verdades sobre a gastrite

Quando o assunto é gastrite, surgem inúmeros remédios e alimentos que prometem curá-la ou minimizar seus efeitos, porém nem sempre tudo o que circula por aí é verdadeiro. Dependendo da situação, os métodos alternativos de tratamento podem até mesmo complicar ainda mais o caso do paciente.

É preciso ficar atento aos mitos e verdades sobre a gastrite e buscar informações apenas em fontes confiáveis, como é o caso do blog do IDigestivo. Confira alguns dados relevantes sobre a doença!

O que é gastrite e como ela se manifesta?

A gastrite se manifesta quando as paredes internas do estômago estão inflamadas ou infeccionadas. O problema pode ser agudo, durar pouco tempo (semanas ou meses), ou se apresentar de forma crônica, com sintomas que persistem por anos.

A causa mais comum de gastrite está no enfraquecimento da proteção da parede interna estomacal. Essa barreira mucosa enfraquecida permite que todos os sucos digestivos produzidos pelo estômago venham a prejudicar o tecido que reveste o órgão, causando danos. Se não for tratada corretamente, a gastrite pode levar ao surgimento de câncer estomacal.

Saiba mais sobre a gastrite

A gastrite pode ser provocada por inúmeros fatores, mas eis que surge uma primeira dúvida: ela é uma doença hereditária? Isso é um mito! A gastrite não é uma doença hereditária. A grande maioria das pessoas possui gastrite por um erro alimentar do seu dia a dia.

Outra dúvida com relação à gastrite é o fato de que muitas pessoas acreditam que mascar chicletes ou balas pode intensificar os sintomas. Isso é verdade! Ao mastigar balas e chicletes, o nosso corpo entende que queremos introduzir alimentos nele e, com isso, o organismo produz mais ácidos gástricos. Esse fator leva a pessoa a ter desconfortos e crises.

Outros mitos e verdades sobre a gastrite

Quando ficamos longos períodos sem comer, os sintomas da gastrite podem piorar.

Verdade. O estômago se prepara para receber os alimentos e produz ácidos gástricos. Quando uma pessoa deixa de se alimentar por longos períodos, o estômago vai se preparando para receber um alimento que não chega. Em pessoas que já apresentam algum tipo de problema gástrico, essa acidez excessiva gerada vai fazer com que os sintomas da gastrite piorem muito.

Segundo os especialistas, o ideal é comer a cada 3 ou 4 horas. Esse é o melhor intervalo ao fazer as três grandes refeições no dia (café, almoço e jantar). Entre as refeições, o consumo de uma fruta, um iogurte ou uma barra de cereal já ajuda para que o estômago não fique vazio por completo e piore os sintomas da gastrite.

No momento da dor da gastrite, muitos recorrem ao leite. Tomar leite em pequenas quantidades pode diminuir os sintomas.

Verdade. O consumo não irá resolver totalmente o problema da dor, mas pode ajudar, já que o leite contribui para diminuir a acidez. É preciso ficar atento apenas à qual tipo de leite está sendo ingerido. O leite integral, por conter muita gordura e proteína, vai piorar a situação. Em pequenas quantidades, o leite pode ser um aliado na diminuição da dor.

Uma gastrite pode evoluir para uma úlcera.

Mito. Gastrite e úlcera são duas doenças diferentes. A pessoa pode ter uma gastrite aguda, por exemplo, pelo uso de medicamentos ou abuso de ingestão de álcool, e não evoluir para úlcera. A úlcera aparece em uma situação muito específica, através da presença da bactéria chamada de Helicobacter pylori, que vai corroendo a parede do estômago.

A chamada “gastrite nervosa” existe.

Verdade. Ao passar por um período de estresse, automaticamente o corpo acaba produzindo mais cortisol e adrenalina, o que irá gerar a produção de ácido no estômago.

A gastrite tem cura!

Isso é uma verdade que precisa ser divulgada, já que essa é uma dúvida recorrente entre as pessoas que sofrem com o problema. Um tratamento adequado não apenas auxilia em momentos de dor, mas também pode acabar de vez o problema. Para isso, o mais indicado é procurar médicos e tratamentos especializados em clínicas de gastroenterologia, como os oferecidos pelo IDigestivo!

Diferença entre urologista e proctologista

Para que uma doença seja diagnosticada da maneira correta e, logo em seguida, o paciente já comece seu tratamento, é imprescindível consultar-se com um médico especializado. Mas, para que o paciente consiga agendar um horário com o profissional correto, é importante conhecer quais são as áreas de atuação disponíveis na medicina e qual a função de cada um desses especialistas. Por isso, neste artigo vamos tratar das diferenças entre urologista e proctologista. Confira!

Conheça as especializações da medicina

Entre as opções disponíveis no país, o profissional pode escolher por especializações em cardiologia, dermatologia, otorrinolaringologia, pediatria, nefrologia, oftalmologia, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, ortopedia e muitas outras. Nesse vasto campo de especialidades, duas costumam ser citadas como sinônimas e acabam confundindo os pacientes. São elas: a urologia e a proctologia. Ambas têm áreas de atuação bem similares, mas se diferenciam em alguns aspectos.

Afinal, qual a diferença entre urologista e proctologista?

Para entender melhor as principais distinções entre essas especializações, o mais indicado é conhecer mais a fundo quais doenças são tratadas por cada um desses profissionais. Confira:

Médico urologista: esse profissional tem como principal função auxiliar os pacientes que sofrem com problemas e doenças mais graves do sistema urinário, ou seja, uretra, bexiga, rins e ureter. Além disso, esse médico ainda é indicado para os homens que apresentam algum tipo de disfunção em seu sistema reprodutor, como pênis, próstata, vesículas seminais, canal deferente ou testículos.

Entre as doenças tratadas por esse especialista, podemos citar a candidíase peniana, dificuldade no momento de urinar, dores incomuns no órgão sexual, impotência e até sangramentos. Também é relevante citar que o urologista trata mulheres com incontinência urinária, cistites, cálculo renal, cólica, problemas na bexiga, câncer, entre outras doenças.

Vale ressaltar que, em muitas ocasiões, esse médico é procurado majoritariamente por pacientes do sexo masculino, mas seu conhecimento é útil para todos, independentemente do gênero.

Médico proctologista: já os especialistas em proctologia trabalham diretamente com as doenças relacionadas ao intestino grosso do paciente, seu reto, ânus e aparelho digestivo em geral. Entre os problemas tratados por esse médico, pode-se citar as constipações intestinais, tumores do cólon ou localizados no reto, hemorroidas, fissuras anais, incontinência fecal, cistos e muito mais.

Para o tratamento desses problemas, o especialista recorre muitas vezes a procedimentos cirúrgicos ou outros tipos de intervenções que visam recuperar a saúde do paciente de forma mais rápida e segura.

Qual desses médicos o paciente deve consultar?

É importante que o paciente passe, regularmente, por esses dois especialistas. Ambos são essenciais e podem trazer uma melhora significativa à qualidade de vida e à saúde de todas as pessoas.

Além de tratar quem já está doente, esses profissionais ainda ajudam muito na prevenção de uma série de problemas que podem ser apresentados pelo paciente, que afetam seu bem-estar.

Onde encontrar médicos especialistas nessas áreas?

Para agendar uma consulta com os melhores médicos dessas especialidades, o paciente interessado só precisa entrar em contato com o ID, Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, em dois endereços na cidade: Copacabana e Rio Comprido.

Ao procurar o Instituto, o paciente tem à sua disposição uma série de equipamentos de diagnóstico de alta precisão e qualidade, além de também ter acesso completo aos tratamentos e serviços mais modernos da medicina, disponibilizados pela clínica. Entre os procedimentos feitos no Instituto, pode-se destacar a videolaparoscopia, a endoscopia digestiva, a colonoscopia e a CPRE (Colangiopancreatografia Endoscópica Retrógrada).

Esses exames podem ser solicitados durante uma consulta com os próprios médicos que trabalham no IDigestivo. Quanto à equipe, o paciente pode ser atendido por diferentes especialistas, como Dr. Edson Jurado, Dr. Conrado Gaia e Dr. Sidney Gonçalves. Todos eles são devidamente registrados e atuam de forma segura e com qualidade.