A importância das fibras para o sistema digestivo

As fibras são extremamente importantes para o organismo, regulando o funcionamento do corpo e prevenindo contra doenças. Entre os principais benefícios deste tipo de alimentação está a redução dos níveis de glicose, diminuição da pressão, prevenção contra doenças cardiovasculares, câncer de cólon e diabetes melito.

Tipos de fibras alimentares: solúveis e insolúveis

As fibras solúveis estão presentes em verduras, legumes, frutos e alimentos com aveia, centeio ou cevada. Sua principal característica é a formação de uma espécie de gel ao misturar com água. Esse tipo de fibra ajuda a aumentar o volume fecal, além de manter os níveis adequados de minerais e diminuir a absorção de colesterol e glicose. Já as fibras insolúveis estão em algumas verduras, cereais e produtos integrais, ajudando a acelerar o trânsito intestinal e evitando a constipação.

A quantidade de fibras que deve ser ingerida por cada pessoa é variável. Para homens adultos, por exemplo, a recomendação é de 38 gramas diariamente, enquanto para mulheres, esse valor cai para 25 gramas. Gestantes deve ingerir 28 gramas de fibras por dia, já as lactantes devem ingerir em média 29 gramas. Em crianças de até três anos, recomenda-se a ingestão de apenas 19 gramas por dia.

O consumo exagerado de fibras pode provocar desconforto intestinal, ocasionando também uma deficiência energética. Por isso, se for consumir muita fibra, aumente também a ingestão de água para manter-se hidratado.

Check-up gastrointestinal: prevenção além do Outubro Rosa

O Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que vem conquistando cada vez mais adeptos. O principal objetivo dessa ação é prevenir o câncer de mama e evitar que mais mulheres sofram com esse problema.

Mas, além de educar as pessoas sobre a importância de exames preventivos e idas regulares aos especialistas, também é essencial usar essa campanha para ensinar os pacientes sobre outros tipos de doenças e as melhores formas de prevenção.

Nesse contexto, é muito importante citar os distúrbios gastrointestinais. Essas enfermidades podem ser extremamente graves e, dependendo do quadro, podem até levar à morte.

Mas o que são doenças gastrointestinais?

Pode-se entender como problemas gastrointestinais aquelas doenças que atingem o sistema digestivo do paciente, podendo afetar o estômago, intestino e outros órgãos desse sistema.

Quais os problemas mais comuns?

Entre as doenças gastrointestinais mais comuns nos pacientes, é possível citar a gastrite, intestino irritável, má digestão, refluxo gastroesofágico, úlcera, gases, prisão de ventre, entre muitas outras.

E como prevenir essas doenças?

Assim como na prevenção do câncer de mama, é fundamental que os pacientes observem seu corpo para evitar um diagnóstico tardio de possíveis doenças gastrointestinais.

Uma das dicas mais importantes é que o paciente fique atento aos sintomas apresentados por ele, como dores estranhas e prolongadas, incômodos contínuos e muito mais. Observar esses indícios é indispensável.

Além disso, também é indicado que todos os pacientes realizem exames especializados com certa regularidade. Um check up gastrointestinal é determinante para um início de tratamento de pessoas que sofrem com problemas desse tipo.

Como é feito um check-up gastrointestinal?

O primeiro passo para qualquer check-up é agendar uma consulta. Durante o atendimento, o médico irá analisar o quadro do paciente e orientá-lo para a realização dos exames.

Normalmente, os especialistas solicitam aos seus pacientes exames de sangue, urina e métodos para captação de imagem dentro do corpo, como, por exemplo, a endoscopia.

Dependendo da necessidade do paciente, essa lista pode aumentar. Tudo está sujeito a mudanças, de acordo com a análise do médico e os sintomas sentidos por cada pessoa.

Quais são as vantagens dos exames gastrointestinais?

Realizar os exames preventivos é extremamente vantajoso. Entre os principais benefícios desse check up, pode-se mencionar:

diagnóstico precoce: uma das grandes vantagens é entender o problema do paciente de forma precoce, impedindo que a doença evolua e que os sintomas se tornem ainda mais graves.

tratamento correto: outro benefício é que, após o check up, já é possível que o médico inicie o tratamento para o seu paciente, já que o especialista poderá ver e analisar o quadro dele.

Qual a periodicidade para fazer um check up gastrointestinal?

O tempo certo depende de diferentes aspectos, como idade e fatores de risco. Mas o mais indicado é que o paciente realize, pelo menos, uma vez ao ano esse tipo de check up.

Onde realizar esses exames?

Um dos locais que oferece diferentes exames aos pacientes é o Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, especializada em diagnosticar e tratar doenças gastrointestinais.

Entre os exames oferecidos pelo IDigestivo, estão: colonoscopia, endoscopia digestiva, além de diferentes procedimentos cirúrgicos, como a videolaparoscopia.

A equipe médica da clínica é altamente capacitada, estando apta a atender os pacientes com extrema qualidade, recuperando a sua saúde e trazendo mais bem-estar a sua rotina.

Para agendar uma consulta, é possível acessar o site do ID ou entrar em contato e solicitar um atendimento. A clínica funciona todos os dias da semana, das 8h às 18h, em Copacabana e em Rio Comprido. Faça contato e obtenha mais informações!

Principais dúvidas sobre Proctologia

A visita ao médico é um dos requisitos fundamentais para quem quer ter uma vida saudável. Prevenção é a melhor forma de evitar o surgimento e o avanço de doenças, tanto das mais simples como das mais complexas. Porém, não são todos os brasileiros que possuem esse hábito. Geralmente, as consultas acontecem apenas em momentos críticos, de forma paliativa. As pessoas vão ao médico quando precisam, quando estão doentes.

Mantenha o hábito de realizar exames periódicos

Adotar um comportamento preventivo não é benéfico apenas para a saúde, mas também para o bolso. A prevenção, além de não ser parte da cultura, o brasileiro se depara com algumas barreiras hoje em dia ao tentar mudar seus hábitos. A primeira seria a precarização do sistema público de saúde, que muitas vezes não colabora para uma postura preventiva. Com a falta de médicos, o paciente encontra dificuldades para conseguir uma consulta. Para fugir disso, a saída que algumas pessoas encontram é pagar por uma assistência de saúde complementar.

Vale lembrar que a sociedade ainda carrega vestígios preconceituosos que afastam as pessoas dos médicos. Os homens, por exemplo, são resistentes ao exame do toque retal. O procedimento é essencial para a descoberta do câncer de próstata, um dos mais comuns entre os homens e recordista de casos de óbitos no país.

Doenças no aparelho digestivo, principalmente nas regiões do cólon e reto não são exclusividade do sexo masculino. Todas as pessoas estão sujeitas. De acordo com o INCA, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva, em 2013 foram registradas 348 mortes por câncer anal (242 mulheres e 106 homens).

A visita ao proctologista é uma forma de cuidar da saúde e prevenir doenças. O profissional desta área é capaz de auxiliar no diagnóstico de tumores na região do cólon, do reto, além de descobrir hemorroidas, fissuras anais, cistos e algumas síndromes, como a de Crohn.

A importância da Proctologia

Atualmente, não existem números oficiais, mas acredita-se que, no Brasil, de 5 a 12% da população sofrem de hemorroida. A quantidade de pessoas que busca tratamento não chega a 5%.

Procurar um médico proctologista é o melhor caminho para resolver esse tipo de problema de saúde. Após uma série de exames, como de sangue, o especialista deverá indicar as melhores formas de tratamento. Para as hemorroidas internas, veias dilatadas dentro do reto, a adoção de uma dieta rica em alimentos com fibras e beber no mínimo 2 litros de água por dia podem ajudar. Em casos mais críticos, quando a hemorroida provoca dores aos pacientes, o proctologista pode sugerir o uso de medicamentos e analgésicos.

Outra doença que causa desconforto, sangramento e dores é a fissura do ânus – uma pequena ferida, localizada na entrada do canal. A patologia também é descoberta e tratada pelo médico proctologista. Além de manter a higiene anal, a fim de evitar infecções, o especialista pode indicar também tratamentos com pomadas adequadas. Quando a doença está mais avançada, o profissional da saúde pode sugerir o uso de analgésicos e anti-inflamatórios.

Para evitar que doenças simples evoluam para casos mais graves, como câncer, procure sempre por um profissional especializado. No caso de tratamento de doenças relacionadas à parte final do aparelho digestivo, dê preferência ao médico proctologista, que se preparou para fazer o melhor diagnóstico e oferecer o que há de melhor em tratamento.

Remediar é prejudicial e isso pode custar a sua vida. Um câncer descoberto na fase inicial possui grande possibilidade de cura. Adote um comportamento preventivo. Visite médicos e faça exames regularmente em clínicas de proctologia. Além disso, observe o seu corpo. Caso perceba qualquer sinal de alteração, dor, sintoma ou anormalidade, busque a ajuda de um médico especializado.

Colonoscopia: Por que realizar este exame?

Diagnosticar uma doença é um processo delicado e que requer muita atenção. Afinal de contas, só uma investigação bem feita é capaz de orientar o profissional da saúde a escolher e indicar o tratamento correto ao paciente. Investir em um bom exame é importante para que o combate à doença seja eficaz. Patologias relacionadas ao sistema imunológico, por exemplo, podem ser descobertas através do exame de sangue.

O problema é que nem sempre o médico consegue diagnosticar a doença e isso requer uma investigação mais a fundo. A colonoscopia é uma das principais formas de auxiliar na investigação de doenças, como o câncer, por exemplo. O exame é indicado principalmente para pessoas que possuem casos de tumores malignos na família, como forma de prevenção. Casos de diarreia, sangramento intestinal ou dores abdominais desconhecidas podem ser analisados através do procedimento clínico.

A colonoscopia é indicada para investigação de anemias, quando a origem não pode ser confirmada através de exame de sangue. Auxilia também no diagnóstico da tuberculose intestinal ou doença de Crohn. A doença de Cronh é a inflamação do trato gastrointestinal; no intestino, afeta a parte inferior do delgado e grosso. Mas existem casos em que a inflamação atinge outras regiões do órgão digestivo. Ela é considerada crônica e provoca alteração do sistema de defesa do organismo.

Como é realizada a colonoscopia?

Para se submeter ao exame, o paciente precisa seguir algumas regras. Entre elas, alimentação adequada e uso de laxantes. O tempo de preparo requer dois dias. Durante este período, a pessoa deve adotar uma dieta com alimentos de fácil digestão, como arroz, líquidos, peixe e evitar frutas e cereais, por exemplo.

Nas 24 horas que antecedem a colonoscopia, a alimentação deve ser apenas à base de líquidos, para que o organismo não produza resíduos no intestino grosso. Para um diagnóstico correto, o intestino precisa estar limpo. Assim, toda e qualquer alteração no órgão pode ser vista pelo médico. Além disso, é necessário interromper o uso de algumas medicações conforme orientação do profissional de saúde.

O exame de colonoscopia é a maneira que o especialista tem para avaliar a mucosa do intestino grosso. Nesse exame, uma câmera microscópica é introduzida pelo ânus. Produzida com um material maleável, o equipamento consegue percorrer parte do intestino. O dispositivo ainda é capaz de fazer coletas de tecidos ou até mesmo nódulos suspeitos para biópsia. As imagens captadas pela câmera são transmitidas para uma tela, onde são analisadas pelo corpo médico. As imagens são gravadas, a fim de garantir acompanhamento do quadro clínico do paciente.

Para não causar desconforto no paciente, a colonoscopia requer o uso de sedativos. O paciente é medicado para evitar que sinta dor durante a realização, mas é comum que após o exame a pessoa sinta algum desconforto, como gases.

A importância da colonoscopia

A colonoscopia é um procedimento seguro e muito eficaz para o diagnóstico de doenças relacionadas ao sistema digestivo. Especialistas recomendam que todas as pessoas façam o exame, em especial as que têm mais de 50 anos de idade. O principal motivo é a prevenção de doenças relacionadas ao envelhecimento. Mas, para pacientes que possuem casos de câncer confirmados na família, os médicos reforçam que o exame seja feito precocemente.

Nesses casos, a orientação é para que a pessoa faça periodicamente exames de acompanhamento em clínicas de gastroenterologia e, em caso de alteração, procure atendimento especializado. Com isso, não existe uma faixa etária específica para a realização da colonoscopia. Qualquer alteração no organismo, como ter dificuldade para defecar, já é um motivo de alerta ao paciente para procurar um médico. Normalmente, quando isso não ocorre, recomenda-se realizar o exame antes dos 50 anos, também como forma de prevenção.

Cuidados que você deve ter com seu Sistema Digestivo

Os cuidados com o sistema digestivo são muito importantes para manter a qualidade de vida e evitar uma série de doenças. Alguns hábitos mais saudáveis influenciam bastante no funcionamento do sistema digestivo e, em certa medida, são essenciais para a prevenção de problemas de saúde amenos e, até mesmo, mais graves.

Alimentação saudável é fundamental

As dietas ricas em fibra são muito importantes para o bom funcionamento do sistema digestivo, já que os alimentos com bastante fibra auxiliam na movimentação da comida na área interna do aparelho digestivo, além de ajudarem na conservação da água, no amolecimento das fezes e facilitarem a evacuação.

Por isso, é importante dar preferência para legumes, verduras, frutas e grãos integrais. Esses alimentos ajudam muito a manter a saúde do trato digestivo e impedem doenças como diverticulite e hemorroidas, mantendo o intestino funcionando regularmente.

Por outro lado, é preciso evitar alimentos industrializados, frituras e excesso de gordura. Também é ideal não exagerar na quantidade de alimentos em uma mesma refeição. Procure ter uma dieta balanceada e ingerir pequenas porções.

Prática regular de atividade física

Manter o corpo em movimento é essencial para cuidar da saúde do sistema digestivo. Adotar uma rotina de treinos diminui o estresse e previne a prisão de ventre. A atividade física ajuda ainda na movimentação interna dos alimentos no sistema digestivo.

Além disso, pessoas que estão no peso adequado possuem um sistema digestivo mais saudável. Para ter o metabolismo sempre ativo, é ideal fazer atividades aeróbicas, se possível com o suporte de um professor de educação física ou em uma academia.

Ingestão de água é fundamental

O sistema digestivo funciona muito melhor quando as pessoas conseguem manter o corpo hidratado. Por isso, é importante beber cerca de 2 litros de água ao longo do dia. A água é responsável pela eliminação de fibras solúveis e gordura, facilitando muito o processo de evacuação. Para evitar refluxo, é ideal não consumir suco ou água durante ou logo após as refeições.

Adote uma dieta com alimentos probióticos

O sistema digestivo está repleto de probióticos, que são microrganismos que auxiliam no fortalecimento da nossa imunidade, compõem a flora intestinal e combatem agentes nocivos à saúde. Existem muitos alimentos ricos em probióticos, entre eles: iogurtes, picles e kefir (um tipo de leite fermentado).

Também é indicado comer em porções reduzidas os alimentos que causam muitos gases e provocam irritações na flora intestinal, entre eles: feijão, ovo e carne. Estes são responsáveis também pela sensação de estômago pesado, inchaço na barriga e aerofagia.

Outros hábitos que prejudicam a saúde do sistema digestivo:

  • nível de estresse elevado;
  • tabagismo;
  • excesso de café e álcool;
  • ansiedade.

Todos os itens acima aumentam a acidez do estômago. Inicialmente, podem causar somente desconforto. Porém, podem evoluir para doenças como gastrite, úlcera, câncer, entre outras.

Principais doenças do sistema digestivo

Gastrite

Irritação, inflamação e inchaço nas paredes do estômago, causados pela alta acidez provocada pela má alimentação, tabagismo, excesso de bebida alcoólica e café, entre outros fatores.

Refluxo, azia e má-digestão

Dor e incômodos causados pelo excesso de acidez no estômago, também desencadeados pela má alimentação rica em gorduras e produtos industrializados, além de bebida alcoólica, café e cigarro.

Diarreia

Ingestão de alimentos contaminados, intestino irritado, intolerância à lactose, colite ulcerosa e outros problemas que podem gerar fezes líquidas e evacuação fora de controle.

Apendicite

Inflamação e inchaço do apêndice, causados por bactéria. É comum o paciente sentir dores fortes, principalmente se houver pus. É necessário procurar atendimento médico o mais rápido possível. A prevenção é sempre a melhor opção. Em caso de dúvidas ou se estiver com um dos sintomas apresentados acima, é recomendável agendar uma consulta médica em clínicas de gastroenterologia no Rio de Janeiro, como a do Instituto Digestivo.

Conheça a Cirurgia do Aparelho Digestivo

A cirurgia do aparelho digestivo pode ser indicada como tratamento para diversos tipos de doenças, entre elas: hemorroidas, pedra na vesícula, diverticulite aguda, úlcera gástrica, tumores no aparelho digestivo, hérnias de hiato, doença diverticular de cólons e inflamação da vesícula biliar.

O cirurgião do aparelho digestivo é um médico especialista em procedimentos cirúrgicos convencionais e minimamente invasivos. O método cirúrgico só é decidido depois de uma análise completa do quadro de saúde do paciente.

Em todos os tipos de tratamentos que precisam de cirurgia do aparelho digestivo, a primeira etapa é marcar uma consulta com o médico gastroenterologista.

Quais são os sinais que servem de alerta ao paciente?

Como são diversos problemas de saúde que podem precisar de cirurgia do aparelho digestivo, seria muito importante que as pessoas fizessem um check-up periódico com o médico gastroenterologista. Porém, a maioria das pessoas só procura ajuda médica quando os sintomas já estão incomodando bastante e causando dores insuportáveis.

Em geral, os pacientes procuram o médico que faz a cirurgia do aparelho digestivo em caso de sangramento retal, dores abdominais muito fortes na hora de evacuar, alteração nas fezes ou fezes com sangue, dor de estômago muito forte, vômito e desconforto abdominal em geral.

O pré-operatório e o pós-operatório dependem muito do tipo de problema de saúde que acomete o paciente. Por isso, o contato rápido com o médico em caso de qualquer um dos sintomas é fundamental para que o tratamento seja eficiente.

Como é realizada a cirurgia do aparelho digestivo?

O trato intestinal pode sofrer de doenças benignas e malignas. A cirurgia do aparelho digestivo pode ser o único ou o melhor tratamento para problemas de saúde que acometem desde o esôfago até o reto.

O médico especialista em cirurgia do aparelho digestivo também está preparado para fazer procedimentos cirúrgicos nas vias biliares, fígado e pâncreas. Os cirurgiões precisam ser especialistas, experientes e capacitados, como a equipe médica especializada do Instituto Digestivo.

Todos os procedimentos são feitos em hospitais com as melhores infraestruturas. Além disso, os médicos utilizam as melhores tecnologias para fazer o diagnóstico e realizar, quando possível, procedimentos minimamente invasivos, até mesmo para casos mais complexos.

Para diagnóstico dos problemas de saúde que afetam a região do aparelho digestivo, os médicos podem solicitar a ecoendoscopia, principalmente para avaliar as condições das vias biliares, estômago, esôfago e pâncreas. Neste exame, a endoscopia é feita junto com a ultrassonografia.

Já para a avaliação do intestino delgado, os médicos podem solicitar a realização de um exame com o uso de cápsula integrada com uma câmera, muito importante para auxiliar no diagnóstico.

Atualmente, devido às novas tecnologias, muitos tipos de cirurgia do aparelho digestivo podem ser realizados com equipamentos robóticos, principalmente para doenças no esôfago e para cirurgia bariátrica.

O médico possui ótimos recursos para cirurgias robóticas, pois utiliza câmeras para imagens de alta definição e faz o procedimento com movimentos muito mais precisos. O resultado da cirurgia pode ser muito melhor para os pacientes, assim como a possibilidade de uma recuperação mais rápida e, de certa forma, mais confortável.

Na videolaparoscopia, por exemplo, o cirurgião não precisa realizar grandes incisões no paciente. Os problemas em um órgão são corrigidos com o suporte de câmeras inseridas por furos bem menores, que criam o acesso para os instrumentos cirúrgicos, como tesouras e pinças. Os resultados cirúrgicos costumam ser muito bons, até mesmo para casos de alta complexidade.

Embora haja uma série de novas tecnologias para a realização da cirurgia do aparelho digestivo, alguns procedimentos precisam ser realizados de forma convencional. Todos os casos devem ser analisados pelo médico.

O especialista também pede uma série de exames pré-operatórios para avaliação das condições gerais de saúde do paciente e não somente exames referentes ao aparelho digestivo.

O pós-operatório é mais rápido e menos dolorido em procedimentos menos invasivos. Em cirurgias convencionais, o paciente pode ficar internado no hospital até que se sinta melhor, dependendo de critérios médicos para ser liberado, de acordo com cada doença e seu respectivo tratamento. Para mais informações, entre em contato com o Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro!

Os riscos que a diabetes traz à saúde

A saúde de quem possui diabetes precisa de atenção especial. Isso porque a doença pode causar outras patologias, que quando não são tratadas, podem levar a sérios danos.

Diabetes causa problemas nos pés

Muitos diabéticos podem apresentar a perda de sensibilidade nos membros inferiores. Esse problema é conhecido como neuropatia diabética. Essa patologia, na realidade, afeta o sistema nervoso, que é responsável pelo transporte de informações sensitivas.

A neuropatia diabética afeta principalmente os pés. É exatamente por isso que pessoas com diabetes sofrem com feridas, rachaduras e calos. O problema é que, quando esses problemas são não tratados, é possível que fungos e bactérias se instalem, podendo evoluir para gangrena.

O mais indicado é que quem sofre com essa doença passe periodicamente por um podólogo para verificar a saúde dos pés.

Doenças nos olhos

Algumas pesquisas comprovam que quem tem diabetes pode apresentar um risco de perder a visão quase trinta vezes maior do que a população que não sofre com a doença.

Só no Brasil, estima-se que existam doze milhões de diabéticos. Desse número, dez por cento já apresentam ou irão apresentar algum problema de visão.

A indicação nesse caso é que o diabético realize consultas com um oftalmologista para medir a pressão dos olhos, para acompanhar a evolução de algum problema e para prevenção de doenças como a catarata.

Esses problemas ocorrem justamente pelo excesso de açúcar no sangue, fazendo com que os pequenos vasos sanguíneos oculares absorvam mais líquido, o que leva a um inchaço da retina. Essa patologia é chamada pelos médicos de retinopatia diabética.

Pele sensível

Quem sofre com a diabetes tende a ter a pele mais seca, coceiras ou infecções causadas por fungos e bactérias. Esses problemas de pele acontecem porque a hiperglicemia, ou seja, o excesso de açúcar no sangue, promove maior desidratação do corpo, já que a glicose utiliza a água do corpo.

É por isso que muitas pessoas tomam cuidado excessivo para não ter cortes ou ferimentos no corpo. A glicemia em excesso também atrapalha na cicatrização da pele, deixando a ferida aberta por mais tempo.

Complicações nos rins

A função dos rins é de filtrar o sangue do corpo, removendo qualquer resíduo. Entretanto, quando o paciente possui um alto índice de açúcar no sangue, os rins acabam filtrando mais sangue que o normal.

Isso faz com que muita proteína seja perdida na urina. Quando os rins passam muito tempo sendo sobrecarregados, ocorre a falência renal, que é quando o órgão perde a função de filtragem.

Essa patologia leva à necessidade de um transplante ou sessões constantes de hemodiálise, um procedimento que faz a função dos rins.

Você pode evitar a falha renal controlando a glicose, já que as principais causas das complicações renais são pelo excesso de açúcar no sangue. É importante também estar atento à pressão arterial.

Periodontite

A periodontite é muito comum em pacientes diabéticos. Essa doença ataca a gengiva, os dentes e até mesmo a raiz dentária. Por ser uma doença silenciosa, ela pode levar a uma infecção generalizada sem que o paciente perceba.

Os primeiros sinais desse problema envolvem o sangramento da gengiva. Por isso, a maior recomendação dos dentistas é que o diabético realize a higiene bucal todas as vezes que se alimentar. Isso eliminará os restos de alimento dos dentes, prevenindo também contra o tártaro e o mau hálito.

Quem sofre de diabetes pode, sim, ter uma vida normal. Tudo dependerá de como o paciente controla os níveis de glicose no corpo. Um médico pode ajudar e ensinar a pessoa a medir e combater os altos níveis de açúcar no sangue. Quando esses índices estão estabilizados, todos esses riscos são diminuídos.

Vale lembrar que é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, como os que você encontra no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, para que o quadro seja tratado devidamente. Fale conosco e agende sua consulta.

Tipos de Úlcera

A úlcera é uma espécie de ferida que se desenvolve na mucosa do esôfago, estômago ou intestino delgado. Ela ocorre quando o ácido estomacal danifica o revestimento do trato digestivo e é geralmente causada pela bactéria Helicobacter Pylori – H. Pylori. O uso de analgésicos anti-inflamatórios como a aspirina e ibuprofeno, estresse, alguma alteração genética, excesso de bebida alcoólica, fumo e até a má alimentação também são causas dos variados tipos de úlcera.

A úlcera se desenvolve em diferentes partes do sistema digestivo e por isso é dividida em:

  • Úlcera péptica: uma ferida profunda, que se forma na parede interna do tubo digestivo
  • Úlcera gástrica: é quando a úlcera péptica está no estômago
  • Úlcera duodenal: é quando a úlcera péptica está no duodeno e se desenvolve na primeira parte do intestino delgado.
  • Úlcera esofágica: se desenvolve no final do esôfago e geralmente está associada ao refluxo ácido.
  • Úlcera hemorrágica: acontece quando uma úlcera péptica não é tratada e é o tipo mais grave de úlcera.
  • Úlcera refratária: é quando uma úlcera péptica não foi curada mesmo após três meses de tratamento.
  • Úlcera de estresse: é um grupo de lacerações encontradas no esôfago, estômago ou duodeno. É encontrado em pacientes gravemente doentes ou severamente estressados.

Sintomas da úlcera

O sintoma mais comum da ulcera é a queimação no estômago, uma dor na parte superior do abdômen; ela pode parecer uma cãibra ou uma sensação de fome muito acentuada. Pontadas de dor, arrotos com frequência e inchaço na barriga também são sintomas da úlcera. Há também a evidência de sangramento, vômito, perda do apetite e náuseas, que são menos comuns, mas podem existir.

A dor aparece e desaparece em surtos que podem durar algumas semanas, intercaladas com períodos livres de sintomas. Quando há a ocorrência de náuseas, vômitos, sangue nas fezes, fadiga ou perda de peso, é sinal de um agravamento da doença.

Em caso de suspeita de úlcera, o médico examina o abdômen para localizar as dores. Por meio de uma endoscopia, que permite observar o interior do tubo digestivo com uma câmera pequena, é possível confirmar se há a ulcera; sendo este o caso, ela aparece sob a forma de uma fissura oca na parede gástrica ou intestinal.

Prevenção da Úlcera

Uma boa alimentação é fundamental para uma boa saúde, e ela também pode prevenir e até mesmo curar uma úlcera.

Por exemplo, uma dieta alcalina é excelente para todos os tipos de doença, pois ela balanceia o pH do nosso corpo, e um organismo muito ácido é propício para doenças. Água também é de grande importância, além de alguns chás, como os chás de ervas e o chá verde.

Já o que se deve evitar são alimentos ricos em açúcar ou gordura, queijos fortes e muito fermentados e tudo o que apresenta acidez elevada.

Essa e outras doença podem evoluir para problemas ainda mais graves no futuro, por isso é importante estar atento aos sintomas e à frequência com que aparecem. Por essa razão, é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, como os que você encontra no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, para que o quadro seja tratado no início. Fale conosco e agende sua consulta.

Existe diferença entre Intolerância alimentar e alergia alimentar?

É muito comum confundirem alergia alimentar com intolerância alimentar, uma vez que seus sintomas são parecidos em vários aspectos. Mas, apesar disso, a Intolerância alimentar e a alergia são originadas de formas diferentes.

A alergia alimentar

Na alergia, o organismo encara proteínas específicas de um alimento como inimigas e envia células de defesa para barrá-las; o que resulta numa agressão ao corpo. Inchaço nos lábios, coceira, tosse, falta de ar e diarreia estão entre as manifestações que aparecem após a ingestão.

O pior dos casos de alergia é quando ocorre o choque anafilático – reação alérgica que pode ser fatal, se não tratada com urgência.

A intolerância alimentar

A intolerância alimentar, por sua vez, é uma desordem completamente diferente, a começar pela causa: a carência de uma enzima que processaria certo nutriente. Por exemplo, para ser intolerante à lactose, deve haver a deficiência da lactase; então quando se ingere alimentos com lactose, há maior atração de água ao intestino, pela falta da digestão, o que causa diarreias.

Os efeitos da intolerância chegam a demorar horas, ou até dias, para se manifestarem e ficam, em suma, restritos ao aparelho digestivo – dor de barriga, gases, enjoo.

Maiores causadores da alergia alimentar

  • Peixes e frutos do mar
  • Ovo
  • Trigo
  • Soja
  • Amendoim
  • Castanhas
  • Leite e seus derivados
  • Gergelim

Maiores causadores da intolerância alimentar

  • Leite e seus derivados
  • Grãos com glúten
  • Banana
  • Frutas cítricas
  • Carnes processadas
  • Repolho
  • Vinho tinto
  • Produtos com corantes

Uma grande diferença entre os dois casos é que, ao contrário da alergia, o transtorno da intolerância ainda permite o consumo da substância não tolerada, desde que feita sob orientação médica. Há casos em que dá para tomar uma dose da enzima que falta, e então conseguir ingerir o ingrediente desejado, como alimentos feitos com lactose.

Apesar de suas diferenças, a intolerância e alergia tem um ponto em comum: com atenção e suporte médico, é possível contorná-las sem afetar tanto a qualidade de vida.

Por essa razão, é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, temos uma equipe preparada para que o quadro seja tratado no início. Fale conosco e agende sua consulta.

O que é azia?

A azia é um problema pequeno, mas que incomoda muito e que pode estar sinalizando outros quadros mais graves. Ela pode aparecer após ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, ou de um alimento que tenha feito mal e, nesses casos, é absolutamente normal que a sinta. Porém, quando se torna algo recorrente, pode ser sinal de um problema mais preocupante, e é importante investigar.

A sensação de queimação ou ardência no estômago ocorre quando há o refluxo de material ácido vindo do estômago para a garganta ou o esôfago. Se a azia estiver muito intensa, pode provocar gosto amargo e ácido na boca e arrotos.

Causas da azia

A azia normalmente é causada por problemas digestivos, e o problema aparece quando a válvula que controla o esfíncter esofágico não funciona adequadamente, liberando o ácido do estômago para o esôfago, provocando os sintomas de gases, queimação, dor na garganta, estômago e boca. A queimação realmente acontece e não é só uma sensação, pois o fluido digestivo do estômago irrita o revestimento da garganta e esôfago.

Sintomas da azia

É comum que os sintomas da azia ocorram à noite ou após consumir uma grande refeição. Os sintomas mais comuns da azia são a sensação de queimação, desconforto, dor, refluxo, gosto amargo na boca, sensação de empanzinamento e náuseas. Em caso de indigestão frequente, é importante buscar um médico.

Fatores de risco

Alguns quadros aumentam o aparecimento da azia, como a hérnia de hiato, a gravidez, o uso excessivo de medicamentos, o alcoolismo, a obesidade, o cigarro, o refluxo e o estresse.

Alimentos que podem causar azia

Muitos alimentos podem causar ou acentuar os sintomas da azia, como:

  • Cafeína no geral;
  • Pimentas;
  • Chocolate;
  • Cebola;
  • Frituras;
  • Refrigerantes;
  • Ketchup.

O alívio que um copo de leite gelado proporciona é apenas momentâneo, mas na verdade pode acabar piorando a queimação pelo fato de ter um pH baixo e ser rico em gorduras. O que pode realmente aliviar os sintomas, e de forma mais duradoura, é um copo de água gelada.

Como acabar com a azia

A ajuda médica deve ser buscada se a azia for constante e/ou surgirem sintomas mais graves, como vômito, fezes escuras, dor no peito com sensação esmagadora, dificuldade para engolir, ou se o paciente desconfiar que algum medicamento está causando o mal. Normalmente a azia é de fácil diagnóstico, mas caso precise investigar as causas normalmente, o exame a ser feito é a endoscopia digestiva alta.

No caso de azia ocasional, o mais recomendado é a mudança de alguns hábitos, como comer em porções menores, reduzir os alimentos que podem provocar azia, controlar o estresse e se atentar aos efeitos dos medicamentos.

Azia pode ser sinal de outras doenças

A azia pode sinalizar outras doenças e, por isso, é importante estar atento aos sintomas e à frequência em que acontece. Por essa razão, é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, como os que você encontra no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, para que o quadro seja tratado no início. Fale conosco e agende sua consulta.

O que é a Doença do Refluxo Gastroesofágico?

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é uma doença digestiva em que os ácidos dentro do estômago voltam pelo esôfago ao invés de seguir o fluxo normal da digestão. Esse movimento é conhecido como refluxo e irrita os tecidos que revestem o esôfago.

Causas

Quando uma pessoa se alimenta, a comida passa da garganta para o estômago através do esôfago. Uma vez que a comida está no estômago, um anel de fibras musculares impede que o alimento se mova para trás, em direção ao esôfago. Essas fibras musculares são chamadas de esfíncter esofágico inferior – EEI.

Se o esfíncter não fechar bem, tudo o que a pessoa comeu, bebeu e até mesmo o suco gástrico usado na digestão pode voltar para o esôfago; isso é chamado de refluxo gastroesofágico. Esse refluxo pode causar irritação na parede do esôfago, gerando os sintomas característicos da doença.

Fatores de risco

Alguns fatores são considerados de risco, pois aumentam as chances de uma pessoa apresentar a doença do refluxo gastroesofágico:

  • Obesidade
  • Gravidez
  • Hérnia de Hiato, em que parte do estômago se move acima do diafragma
  • Tabagismo
  • Ressecamento bucal
  • Asma
  • Diabetes
  • Atraso no esvaziamento do estômago
  • Esclerodermia e outros distúrbios do tecido conjuntivo
  • Síndrome de Zollinger-Ellison, em que o estômago produz mais ácido clorídrico que o normal.

A alimentação também está diretamente relacionada à ocorrência da doença. Chocolate, pimenta, frituras, café e bebidas alcóolicas estão entre os itens que, se consumidos em excesso, podem contribuir para o refluxo.

Sintomas

Alguns sintomas são característicos da doença de refluxo gastroesofágico, são eles:

  • Azia
  • Dor no peito
  • Dificuldade para engolir
  • Tosse seca
  • Rouquidão
  • Dor de garganta
  • Regurgitação e refluxo de suco gástrico
  • Inchaço na garganta
  • Náusea após refeições.

Uma pessoa diagnosticada com a doença de refluxo gastroesofágico pode ter a sensação de que o alimento ficou preso na garganta e pode sentir os sinais da doença aumentar ao se curvar, inclinar para a frente, ficar deitado ou comer. Os sintomas também costumam ser piores à noite e podem ser aliviados com antiácidos.

Prevenção

Manter-se dentro do peso ideal e fazer visitas frequentes ao médico é uma boa forma de prevenir não só a doença do refluxo gastroesofágico, como também outras doenças do trato digestivo. Evitar o fumo e o consumo excessivo de bebidas alcóolicas também pode ajudar a impedir a doença.

Vale ressaltar que apenas um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento.

Essa e outras doenças podem abrir margem para problemas ainda mais graves no futuro, por isso é importante estar atento aos sintomas e à frequência em que aparecem. Por essa razão, é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, temos uma equipe preparada para que o quadro seja tratado no início. Fale conosco e agende sua consulta.

O que é Dieta Alcalina?

Nada em excesso faz bem, e com a acidez no organismo não seria diferente. A acidez prejudica a oxigenação e a nutrição das células, com isso todas as funções ficam comprometidas. Nessa condição é que a dieta alcalina pode ser tão interessante, afinal, o corpo precisa manter-se alcalino para funcionar corretamente.

A dieta alcalina é baseada em um plano alimentar onde os alimentos ácidos – alimentos que após ingeridos podem gerar uma carga ácida, deixando o pH do organismo mais ácido – são consumidos em menor quantidade.

Para o bom funcionamento do organismo, é preciso que o pH esteja alcalino – em torno de 7,35, o que permite uma boa oxigenação e nutrição das células e tecidos. Entretanto, a maioria das reações que ocorrem no corpo geram substâncias ácidas que se somam aos resíduos ácidos gerados pelos alimentos.

Quando o pH sanguíneo sofre variações, o corpo aciona um mecanismo que utiliza diversos nutrientes para chegar ao equilíbrio, podendo causar deficiências nutricionais. Portanto, o consumo de comidas alcalinas pode ajudar na manutenção do pH, contribuindo então para o melhor funcionamento do organismo.

Um benefício da dieta alcalina é que ela não é restritiva, logo, não é preciso consumir apenas alimentos alcalinos, apenas manter um equilíbrio entre a ingestão de alcalinos e ácidos. A proposta da dieta é justamente trazer uma alimentação saudável e mais equilibrada.

Dieta Alcalina: Benefícios

A dieta alcalina promove o maior consumo de frutas e vegetais, sendo uma dieta rica em alimentos antioxidantes, que combatem a ação dos radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular.

Também pode ajudar no processo de emagrecimento por priorizar alimentos naturais e restringir o consumo de alimentos industrializados ricos em sódio, gorduras trans e aditivos alimentares. Ao tempo em que auxilia na saúde de ossos e articulações, já que previne artrite e desmineralização óssea.

Além de reduzir a retenção de líquidos, combatendo o inchaço, pois contém mais alimentos fontes de potássio e menos sódio. Portanto, acredita-se que esse tipo de alimentação pode contribuir para prevenção de algumas doenças, como osteoporose e câncer.

Dieta Alcalina: Cardápio

A proposta da dieta alcalina é aumentar o consumo dos alimentos alcalinos e reduzir os ácidos, então é importante lembrar que não é restritiva, e sim equilibrada. Portanto, os alimentos indicados são:

  • Verduras
  • Todas as frutas, incluindo as ácidas
  • Legumes
  • Alimentos integrais
  • Oleaginosas, como castanhas e amêndoas
  • Leguminosas, como feijão, lentilha e soja
  • Sementes, gergelim
  • Tubérculos, como inhame
  • Cogumelos
  • Chás
  • Óleo de peixe

Por outro lado, alimentos ácidos como açúcar, refrigerante, bebida alcoólica, cafeína, água com gás, tônica, adoçantes, amendoim, alimentos ricos em amido, industrializados ricos em sódio e em gorduras, laticínios e carnes vermelhas devem ser evitados.

Vale lembrar que é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, como os que você encontra no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, para que o quadro seja tratado no início. Fale conosco e agende sua consulta.