Formas de melhorar a pele com a alimentação

Os benefícios que alimentos proporcionam podem contribuir diretamente para a beleza da sua pele, cabelo e unhas. Sua pele é sua apresentação e ela é resultado da sua alimentação, pois os nutrientes presentes em seu corpo que ajudam a circulação sanguínea combatem inflamações e renovam a pele.

Alimentos mais leves, que possuem vitaminas e minerais que neutralizam radicais livres, melhoram o funcionamento do intestino e auxiliam na hora de bronzeado. Saiba conosco formas de melhorar a pele, mantendo-a linda e hidratada:

Alimentos para melhorar a pele

Reunimos alguns alimentos que podem ser consumidos regularmente e apresentar ótimos resultados em sua pele:

  • Salmão: Ótimo para o combate ao estresse, ansiedade e depressão, que são prejudiciais à pele. Além disso, o salmão é rico em ômega 3 e vitamina D, melhorando inflamações na pele.
  • Pimentões vermelhos: Rico em carotenoides, previne o surgimento de rugas e aumenta a circulação sanguínea da pele, auxiliando no combate às espinhas.
  • Mamão papaia: Com grande quantidade de vitamina C e E e betacaroteno, possui efeitos positivos na redução de acnes. A vitamina C também auxilia na proteção da pele contra danos causados pelo sol.
  • Cenoura: Excelente para clarear manchas e rica em vitamina A, a cenoura evita o excesso de produção de células na camada exterior da pele que gera a oleosidade e também reduz as chances de desenvolver câncer de pele.

Dicas para o dia a dia

Certos hábitos diários não afetam sua rotina e fazem bem para sua saúde e aparência da sua pele, confira:

  • Reduza o consumo de açúcar, pois esse pode gerar problemas cutâneos, principalmente quando se consome muitos alimentos gordurosos, impedindo a pele de respirar da melhor maneira.
  • Evite bebidas alcoólicas com frequência.
  • Limpe e hidrate sua pele pelo menos duas vezes ao dia, de acordo com seu tipo de pele.
  • Ingira bastante água. O recomendado é 2 litros de água por dia, o que vai hidratar sua pele de dentro pra fora.
  • Utilize filtro solar mesmo em dias nublados ou chuvosos.
  • Evite fumar, pois o hábito destrói a vitamina C que mantém as fibras de colágeno presas à pele.

Sua alimentação é importante!

Hábitos alimentares ditam como todo seu organismo funciona. É importante ter uma dieta balanceada e rica dos nutrientes necessários para seu bem-estar geral. Caso sinta algum incômodo, consulte um especialista. O Instituto Digestivo, centro de gastroenterologia no Rio de Janeiro possui profissionais que podem lhe auxiliar. Não hesite em marcar sua consulta!

Como reduzir o açúcar na dieta

Consumir açúcar com frequência, principalmente o branco, pode aumentar as chances de desenvolver diversas complicações em sua saúde. Cáries nos dentes, acnes, obesidade, diabetes, colesterol alto, pressão alta, gastrite, trombose e até miopia têm maior risco de incidência se o paciente possuir uma dieta rica em açúcar.

Além das doenças mencionadas, o consumo excessivo da substância vicia o cérebro nesse tipo de alimentação, pois o açúcar estimula a produção do hormônio dopamina, que gera a sensação de prazer e bem-estar. O excesso de açúcar também é prejudicial ao cérebro, pois prejudica a memória e dificulta o aprendizado.

O açúcar não possui vitaminas nem minerais, ou seja, fornece ao corpo apenas calorias vazias. Diante de tantos prejuízos, mudar os hábitos alimentares e substituir o ingrediente é definitivamente a melhor opção. Por isso, listamos alguns tópicos para ajudá-lo nessa tarefa:

Hábitos para cortar o açúcar

Adotar pequenos hábitos pode gerar uma enorme diferença na sua alimentação. Dentro do ideal de 2000 calorias por dia para o consumo de um adulto, recomenda-se que sejam ingeridas apenas 200 calorias de açúcar. Aderir a alguns costumes mais saudáveis já trará benefícios. Confira:

Corte o refrigerante

Beber diariamente uma latinha de refrigerante com 350 ml resulta no consumo de um quilo de açúcar após o período de um mês. Tirar o refrigerante da dieta é, com certeza, garantir eficiência em seus novos hábitos alimentares sem açúcar. O mesmo vale para sucos de caixinha, que contêm mais conservantes, açúcar e corante do que realmente suco. Beber água, sucos naturais e isotônicos é o mais recomendado.

Consuma mais frutas

Após o almoço, muita gente tem vontade de comer um docinho. Uma barra de chocolate é praticamente irresistível, mas, durante a semana, você pode optar por alguma fruta ao invés de uma sobremesa rica em açúcar, pois é mais nutritiva e ainda facilita o processo de digestão.

Opte pelo chiclete sem açúcar

Se você comeu uma fruta como sobremesa no seu almoço e, ainda assim, a vontade de açúcar não passou, o sabor e o ato de mascar um chiclete sem açúcar podem ajudar. Mas só faça isso após as refeições: mascar chicletes de estômago vazio pode gerar uma gastrite, já que o ato libera ácido gástrico.

Evite alimentos industrializados

Apesar de a grande maioria dos alimentos industrializados serem salgados, eles escondem uma quantidade absurda de açúcar, utilizado para dar uma aparência atraente e brilhante ao alimento. As marcas aderem à propaganda de que são livres de conservantes, mas fique bem atento às informações nutricionais e não se deixe enganar.

Essa dica também vale para o consumo de fast-food, que tem uma série de alimentos industrializados. Até mesmo as saladas servidas podem ser prejudiciais, diante da grande quantidade de açúcar dos molhos utilizados e dos refrigerantes e sucos industrializados que são vendidos como acompanhamento.

Pratique exercícios

Exercícios leves praticados com uma certa frequência diminuem o nível de açúcar na corrente sanguínea dentro de poucos minutos, além de tornar seu metabolismo mais eficiente para quebrar a glicose no sangue. Exercícios mais pesados, como musculação, podem até aumentar o nível de açúcar em um curto período, mas a longo prazo vão ajudar a construir músculos, mostrando-se mais eficientes para a queimar a glicose.

 

Salada sendo preparada | Como substituir o açúcar na dieta

Como substituir o açúcar na dieta

A sua alimentação pode ser sua maior aliada para reduzir o consumo diário de açúcar e, consequentemente, a sua quantidade no sangue. Alguns alimentos cortam rapidamente o efeito do açúcar no corpo e diminuem o risco de desenvolver diabetes:

  • Espinafre: é rico em minerais como cálcio, magnésio e potássio, além de possuir muitos aminoácidos e uma boa dose de fibras. O espinafre ainda diminui os níveis da pressão arterial e mantém a insulina equilibrada.
  • Brócolis: motivos para consumir brócolis não faltam. Por ora, podemos ressaltar que ele é uma excelente fonte de fibras, o que retarda a liberação de açúcar em nosso sangue.
  • Lentilha: fonte de proteína, ferro, potássio e fibras, é uma ótima escolha para quem deseja diminuir o nível de açúcar no sangue.
  • Ovo: excelente fonte de proteína, gorduras saudáveis e vitaminas B12 e D, o alimento é facilmente digerido pelo organismo e regula a sacarose. A chave é consumi-lo com moderação.
  • Abacate: formada basicamente da substância anti-inflamatória ácido oleico, a gordura boa do abacate reduz o risco de síndrome metabólica, desordem no metabolismo que pode desencadear diabetes.

Alimentos que ajudam a reduzir o açúcar no sangue são uma ótima opção, mas é difícil ficar sem um doce. Por isso, também apresentamos algumas opções para você adoçar suas receitas de forma a deixá-las mais saudáveis e ricas em nutrientes:

  • Açúcar mascavo: obtido através das primeiras extrações da cana, possui menos calorias e mais minerais (cálcio, magnésio, potássio e fósforo). Não é recomendado para quem tem diabetes.
  • Sucralose: elaborada a partir da modificação da molécula do açúcar, também não contém nutrientes, mas sua vantagem é que ela não possui os efeitos nocivos do açúcar por não ter glicemia.
  • Mel: composto de frutose e glicose, é uma grande fonte de carboidratos, minerais e vitaminas do complexo B. Não deve ser consumido em grande quantidade por possuir um valor calórico alto.
  • Açúcar orgânico: é mais nutritivo que a versão refinada e livre de substâncias que fazem mal ao organismo, pois seu cultivo e processo é sem o uso de aditivos químicos. Assim como o mel, deve ser consumido de forma moderada.
  • Stévia: uma das opções mais saudáveis, uma vez que é de origem animal e não causa nenhuma alteração na glicemia. Além disso, adoça cerca de 300 vezes mais que o açúcar e não adiciona calorias à dieta. Seu uso é recomendado em sucos, sorvetes, chás e pratos cozidos ou assados.

A sua alimentação garante o seu bem-estar, assim como acompanhamento médico frequente. No Instituto Digestivo, centro de gastroenterologia no Rio de Janeiro, temos uma equipe qualificada para tirar todas as suas dúvidas. Faça-nos uma visita.

Mitos e verdades sobre alimentação

Desde pequenos, ouvimos muitas afirmações sobre alimentação: o ovo realmente aumenta o colesterol? O gás do refrigerante causa celulite? Margarina é mais saudável que manteiga? As dúvidas são muitas e, atualmente, vivemos em um momento no qual as informações são veiculadas rápido demais, o que pode ser perigoso quando se trata da alimentação.

Muitos blogs e sites falam sobre dietas ou alimentos que são benéficos para determinados fins, mas será que tudo que é dito é verdade? Como esse é um assunto importante, pois impacta diretamente na nossa saúde, listamos alguns tópicos para esclarecer os mitos e verdades sobre alimentação:

Pimenta emagrece?

Verdade! A pimenta é um alimento termogênico. Isso significa que, ao ingerir alimentos apimentados, há um gasto energético maior, que gera emagrecimento. Além disso, a ingestão da pimenta causa felicidade, pois diante da sensação de queimação na língua o cérebro produz endorfina, neurotransmissor que alivia dores e dá a sensação de bem-estar.

Água com limão emagrece?

Mito! Apesar de o limão ser um alimento rico em vitamina C e trazer diversos benefícios para a saúde, não se pode afirmar que suas substâncias eliminem gordura do corpo, já que não há nada comprovado cientificamente.

Comida japonesa engorda?

Mito! A culinária japonesa é bastante saudável, pois oferece uma boa quantidade de proteínas e ômega 3. E como acontece com qualquer outra comida, o que causa o aumento da gordura corporal é o excesso de consumo.

Hábitos alimentares influenciam no aspecto da pele?

Verdade! Acnes e a oleosidade na pele podem ser causadas por diversos fatores, e a alimentação pode ser um deles. Alimentos gordurosos consumidos em excesso podem facilitar o surgimento da acne, já que esta é uma afecção que pode surgir diante de uma inflamação. Por outro lado, a ingestão de nutrientes como zinco, selênio, cobre, vitamina A e vitamina B6 pode auxiliar a inibir elementos que prejudiquem a pele.

Ovo aumenta o colesterol?

Mito! Por conter aproximadamente 213mg de colesterol, a gema de ovo já foi considerada uma grande vilã na dieta. Com o passar do tempo, estudos comprovaram que é inverídica a relação do aumento do colesterol com o consumo do ovo. Pesquisadores afirmam ainda que o alimento é benéfico, pois auxilia na memória, na capacidade cognitiva e na formação de novos neurônios.

O leite auxilia no sono?

Verdade! O leite tem propriedades que auxiliam o sono, como o triptofano. O triptofano é convertido pelo organismo em serotonina, substância que ajuda a adormecer. Recomenda-se que o leite seja desnatado, pois a gordura presente no leite normal estimula a atividade digestiva e pode te manter acordado.

Adoçantes são melhores para a saúde?

Mito! Os adoçantes artificiais são prejudiciais ao sistema nervoso central, e podem causar danos lentos e silenciosos. Eles aumentam a vontade de comer doces, o que pode gerar a glicemia, além de provocar espasmos musculares, cefaleias, queda de cabelo, entre outros.

A soja tem menos calorias que a carne bovina?

Mito! Cada 100 gramas de soja possui 300 calorias, enquanto a carne bovina possui 179 calorias. A soja se destaca por ter 69% de proteínas em sua formação, enquanto a carne bovina tem 52%.

 

Alimentos servidos em mesa | Comer fibras emagrece?

Comer fibras emagrece?

Verdade! O consumo de fibras reduz a sensação de fome, pois ao entrarem em contato com a água, elas formam géis que dilatam o estômago. Além disso, as fibras aumentam o fluxo do trânsito intestinal, o que pode reduzir a absorção de açúcares e gorduras.

Café faz mal à saúde?

Mito! O café somente é prejudicial quando consumido em excesso, ou quando consumido por pessoas com insônia ou arritmias. Fora isso, seu consumo combate a fadiga, melhora o desempenho cerebral como memória e capacidade de concentração, além de ter efeito analgésico e estimular a função renal.

A carne de porco é a mais maléfica?

Mito! A quantidade de colesterol na carne suína é menor do que na carne de frango, acredite! Estudos afirmam que a carne de porco possui a maior quantidade de aminoácidos e de vitaminas do complexo B.

Ficar sem comer emagrece?

Mito! Ficar durante muito tempo sem se alimentar resulta no consumo de uma maior quantidade de comida. Além disso, o metabolismo do corpo fica mais lento, o que dificulta a perda de peso. Para perder peso, a alimentação deve ser fracionada e na quantidade certa, de acordo com seu organismo.

Consumir sempre os mesmos alimentos pode gerar danos à saúde?

Verdade! A ingestão de uma dieta formada pelos mesmos componentes é prejudicial, pois não fornece ao corpo todos os nutrientes essenciais. É importante sempre variar e ter um prato bem colorido, com muitos nutrientes.

Batata-doce ajuda na redução da gordura abdominal?

Verdade! Esse alimento possui baixo índice glicêmico, isto é, eleva lentamente a glicose no sangue, o que resulta em menor produção de insulina pelo organismo. Já que a insulina impede a quebra de gordura e acaba facilitando o acúmulo na região abdominal, ter essa substância em quantidade reduzida no corpo possibilita a quebra e digestão da gordura.

Gás do refrigerante causa celulite?

Mito! Apesar de muitos dizerem que o gás do refrigerante causa celulite, essa afirmação está errada, pois trata-se de gás carbônico injetado e não possui calorias. O que pode aumentar as chances de gerar celulite são os açúcares que os refrigerantes contêm.

Manter uma alimentação saudável é importante!

Uma alimentação feita de modo responsável e com os nutrientes essenciais é importante para o bom funcionamento do seu organismo e até para sua estética. Por isso, procure sempre ter uma dieta rica e cuidar também do seu sistema gastrointestinal, que é responsável pela sua digestão. O Instituto Digestivo, centro de gastroenterologia no Rio de Janeiro, tem profissionais especializados para cuidar da saúde do seu sistema digestivo. Não hesite em marcar uma consulta conosco!

Entenda tudo sobre a gastrite

A gastrite é uma inflamação, infecção ou erosão que atinge as paredes do estômago, e no início pode ser confundida com uma simples azia. A mucosa estomacal é responsável por produzir ácidos e enzimas que atuam na digestão dos alimentos. Quando ela se enfraquece e não realiza a função de proteger o revestimento estomacal, permite que os sucos digestivos entrem em contato com os tecidos e os danifiquem, causando grande incômodo ao paciente.

Quais são os sintomas da gastrite?

Os sintomas da gastrite variam de uma pessoa para outra, e também de acordo com a gravidade do caso. Por vezes, eles sequer se manifestam. Apesar disso, os sinais mais comuns são:

  • Sensação de enjoo.
  • Arrotos frequentes.
  • Perda de apetite.
  • Ânsia de vômito.
  • Queimação, azia ou indigestão.

O que causa a gastrite?

Como mencionado, a fraqueza da mucosa que protege a parede estomacal danifica o tecido que reveste o estômago, e provoca a gastrite. Essa fraqueza pode ser causada pela bactéria Helicobacter pylori, que vive no revestimento do estômago e, quando não é tratada, pode levar ao surgimento de úlceras e até ao câncer de estômago. Outras bactérias e vírus também podem causar infecções que levam à gastrite.

Além disso, o refluxo de bile também pode ser uma causa para a gastrite. Ele ocorre quando os líquidos do intestino retornam para o estômago e para o esôfago, resultando em irritação e sensação de queimação.

Tipos de gastrite

Existem diversos tipos de gastrite, classificados de acordo com há quanto tempo se manifestam, alimentação do paciente, entre outros fatores. Saiba mais:

  • Gastrite aguda: normalmente é causada pela bactéria que mencionamos anteriormente, a Helicobacter pylori. Manifesta-se repentinamente e apresenta sintomas como dor, náuseas e vômitos.
  • Gastrite nervosa: atinge principalmente as mulheres e surge em situações de grande estresse, ansiedade ou medo. Seus sintomas mais frequentes são azia, sensação de estômago cheio, arrotos frequentes e vômitos.
  • Gastrite crônica: caracterizada por uma duração prolongada dos sintomas de gastrite, leva a um aumento progressivo da inflamação na parede do estômago. Inicialmente é chamada de gastrite superficial ou leve. Em seguida, passa a ser chamada de gastrite atrófica ou moderada e, em sua fase final, atrofia gástrica.
  • Gastrite enantematosa: ocorre quando há inflamação em uma camada mais profunda do estômago, que pode ser causada por infecção bacteriana, doenças autoimunes, alcoolismo, uso frequente de medicamentos etc.
  • Gastrite eosinofílica: caracterizada pelo aumento das células imunes no estômago, gera inflamação e sintomas como azia, náuseas e vômitos. Afeta principalmente indivíduos com histórico de alergias.

Como evitar a gastrite

Todos os cuidados sempre recomendados para sua saúde ajudam a evitar a gastrite: não exagere no consumo de bebidas alcoólicas, não fume e não utilize substâncias tóxicas que possam causar irritação no estômago.

A higiene pessoal também é um fator importante. Manter as mãos sempre limpas e não as levar à boca quando estiver na rua são medidas que ajudam a evitar o contágio pela bactéria H. Pylori através do contato.

Dicas de como diminuir as dores da gastrite

  • Carregue pedacinhos de pão integral para onde você for. O pão integral absorve uma boa parte do ácido que fica no estômago, deixando-o mais “calmo”.
  • Além de bebidas alcoólicas, evite refrigerantes, embutidos e enlatados (como salsichas, presunto, peito de peru etc.), inclusive os em conserva, como palmito ou azeitonas. Leite, limão, café, vinagre, pimentão, chá verde, chá preto, carnes gordas e produtos gordurosos, como biscoitos (mesmo aqueles que não são recheados), maionese e doces também estão na lista de alimentos em que você precisa dar um tempo para o bem da sua saúde.
  • Procure consumir banana, couve, damasco, nozes e chás de camomila e gengibre, pois ajudam a diminuir a dor.
  • Evite ao máximo ficar em jejum por mais de 3 horas! A questão é lógica: com o estômago vazio, a quantidade proporcional de ácido vai ser muito maior e, assim, a dor volta a atacar, ainda mais forte.

Tratamento

Se você sentir algum desses sintomas e suspeitar de que seja gastrite, faça uma consulta com seu médico, que vai fazer o diagnóstico correto e confirmar a doença mediante exames de endoscopia, de sangue ou raios X. No Instituto Digestivo, seu centro de gastroenterologia no Rio de Janeiro, temos profissionais capacitados para cuidar de você e indicar o melhor tratamento. A gastrite não tem cura, mas existem tratamentos e medicamentos que podem aliviar ou prevenir o desconforto.

O que o consumo de carne estragada pode fazer com o seu corpo?

Nos último meses, a Operação Carne Fraca trouxe uma notícia ruim para os consumidores de carne brasileiros: a existência de um esquema de adulteração de carnes e derivados em grandes empresas do setor. Cabeça de porco em linguiças, carne vencida e frango misturado com papelão foram vendidos nos mercados brasileiros, usados na merenda escolar e exportados para Europa.

A grande preocupação com essa descoberta foi em relação ao que a ingestão desses produtos pode causar ao nosso organismo. O maior medo era o desenvolvimento de algum tipo de câncer, mas especialistas dizem que isso dificilmente acontecerá por causa do consumo de carnes contaminadas ou fora do prazo de validade.

Consequências do consumo de carne estragada

O que pode acontecer são infecções gastrointestinais graves causadas por bactérias. Além disso, essas bactérias também podem chegar ao intestino e causar graves casos de febre e diarreia. É possível também que as bactérias causem alguma lesão ao tecido intestinal, sendo necessária uma intervenção cirúrgica.

Para que um câncer aconteça por causa de um alimento estragado, é preciso que haja um consumo frequente e prolongado. Dessa forma, é bem improvável que isso aconteça por causa desses casos investigados pela Polícia Federal. Mesmo assim, vale lembrar que o consumo exagerado de carne vermelha e de alimentos embutidos está diretamente ligado ao aparecimento de tumores na próstata, mama, intestino e estômago.

Grupos mais vulneráveis

Crianças e idosos, por terem o sistema imunológico mais frágil, são os grupos que mais podem sofrer com o consumo de carne estragada. Nesses grupos, os quadros de diarreia e febre pode ser ainda mais graves, causando desidratação e, em casos mais extremos, até a morte.

Como saber se a carne está própria para consumo?

O mais importante é saber observar o produto. A cor é um ótimo sinal: carnes amareladas, acinzentadas ou esverdeadas não são indicadas. A textura também pode ajudar: fuja de produtos viscosos ou escorregadios. O cheiro é outro fator não deixa dúvidas, caso esteja desagradável é bem provável que a carne já esteja contaminada.

Mesmo com esses cuidados, é muito importante comer a carne bem cozida. Altas temperaturas são capazes de matar as bactérias que causam infecções, por isso o consumo de carnes malpassadas nunca é indicado.

O que fazer após o consumo de carnes estragadas

Hidratação é o mais importante, pois a água ajuda os rins e o fígado no combate às toxinas. Remédios para diminuir a acidez gástrica também podem ajudar. Caso algum sintoma mais forte apareça, é importante se consultar com um médico para decidir se é preciso o uso de antibióticos.

Se você já sentiu algum sintoma que pode ter sido causado pelo consumo de carnes em condições ruins, procure um médico. O IDigestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, você encontra uma equipe especializada e comprometida para atendê-lo. Marque sua consulta. Você pode nos encontrar em Copacabana ou no Rio Comprido.

Como se recuperar da endoscopia

Uma alimentação ruim pode causar alguns incômodos como queimação e dores no estômago, mas sintomas como esses também podem estar ligados a questões mais graves que só podem ser identificadas através de exame clínico. O exame para reconhecer a razão desse tipo de incômodo é a endoscopia.

Como a endoscopia é feita?

A endoscopia digestiva alta é feita com um tubo sensível para analisar o esôfago, o estômago e parte do intestino delgado. O paciente é sedado para que seja realizado o procedimento, e passa todo o tempo inconsciente. O sedativo é intravenoso, e também pode ser aplicada anestesia local na garganta, de acordo com a escolha do especialista e do paciente.

O exame é feito após o paciente ficar inconsciente, com um chip que faz as capturas das imagens passando pelo esôfago, estômago e duodeno, e a exibição das imagens é feita em tempo real. O paciente não sente nenhuma dor, mas pode haver pequenos reflexos manifestados posteriormente.

Efeitos e recuperação da endoscopia

Uma vez que o indivíduo é sedado, o ideal é ter companhia para a saída do hospital, pois a concentração fica afetada e o paciente não fica tão hábil devido aos efeitos do sedativo. Após o procedimento, pode ser que ocorra dificuldade para engolir e sensação de inchaço no estômago por causa do ar que é colocado pelo endoscópio.

O ideal para recuperação é manter o repouso, visto que suas habilidades podem ser afetadas por causa dos anestésicos. Dentro de algumas horas os efeitos do sedativo passam completamente e não irão mais interferir nas suas atividades.

Endoscopia no Instituto Digestivo

Para realizar o procedimento, é importante procurar um bom profissional para que tudo ocorra em segurança. No Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, localizada em Copacabana e Rio Comprido, tem os melhores especialistas para sua necessidade. Entre em contato conosco e marque uma consulta.

Cuidados para evitar hemorroidas

Elas são um assunto chato e que todo mundo costuma evitar, mas é preciso falar sobre as hemorroidas e resolver o problema antes de uma piora no quadro. Não há mistério ou motivos para se envergonhar: hemorroidas são apenas veias ao redor do ânus, que se dilatam durante o movimento intestinal e, geralmente, voltam ao tamanho normal.

O esforço repetitivo para evacuar pode dificultar esse retorno ao tamanho normal e provocar uma inflamação, causando um grande desconforto. Além da dificuldade para evacuar, outras coisas podem causar a inflamação das hemorroidas, como gravidez, diarreia, permanecer sentado por muito tempo e ter uma dieta pobre em fibras.

O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico, dependendo do estágio da inflamação. Nos casos cirúrgicos, a hemorroida inflamada é retirada. Isso causava um pós-operatório difícil, mas hoje as técnicas para cirurgias no aparelho digestivo estão bem mais desenvolvidas e menos doloridas, então não há motivos para adiar o tratamento.

É possível adaptar seus hábitos e evitar a inflamação das hemorroidas, para que não seja necessário nenhum tratamento médico:

Tenha uma alimentação rica em fibras

A principal causa de inflamações nas hemorroidas é dificuldade para evacuar, que acontece com quem não tem uma alimentação rica em fibras. Por isso é importante, para regular o seu intestino, consumir fibras diariamente, presentes em alimentos como feijão, ameixa, linhaça e pães integrais.

Use o papel higiênico da maneira correta

Qualquer coisa que irrite a região anal deve ser evitada, como passar o papel higiênico muitas vezes. O ideal mesmo é lavar a região com água e sabão após evacuar, e usar o papel somente para secar a região.

Tome cuidado com o sexo anal

É mentira que o sexo anal causa a inflamação nas hemorroidas, mas é muito importante que seja feito com camisinha e lubrificante, já que o ânus é menos preparado para ser distendido.

Não exagere na academia

Diferente do que muitas pessoas pensam, o ciclismo ou o hipismo não têm uma relação direta com a inflamação das hemorroidas, mas o halterofilismo (levantamento de peso) em excesso sim, e deve ser praticado com cautela.

Se você já está sentindo algum dos sintomas da inflamação ou viu sangue ao evacuar, não perca tempo. Quanto antes for feito o diagnóstico, mais fácil é o tratamento. O IDigestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro>, tem proctologistas e cirurgiões profissionais para tratar dessa situação da forma mais confortável possível.

Efeitos do café na digestão

O eterno debate sobre os benefícios e prejuízos que a ingestão de café tem para o corpo humano é ouvido constantemente. A cada certo tempo, um novo estudo é divulgado com informações diferentes às que já eram conhecidas e fica difícil saber em que acreditar.

O café certamente é uma bebida que faz parte da rotina de muitas pessoas: no café da manhã, após o almoço ou de tarde, o povo brasileiro já tem a costume de consumi-la há gerações. Mas, afinal, ele faz bem ou mal à saúde? Especialistas já descobriram diversas vantagens que vão desde melhorar a memória até prevenir o câncer, mas um benefício que surpreende muitas pessoas é que o café também pode ajudar na digestão.

No mês de maio é comemorado o Dia Nacional do Café, logo, é a ocasião perfeita para falar sobre os efeitos que ele tem no nosso corpo e como ele influencia o processo da digestão.

O café e a digestão

Por muito tempo as palavras “café” e “boa digestão” não eram mencionadas na mesma frase, porém hoje os resultados de pesquisas apontam que elas são o par perfeito. O café facilita a passagem da comida desde o esôfago até o estômago e, ao chegar lá, estimula a secreção de sucos gástricos, o que melhora e agiliza a digestão. Isso significa que nosso organismo não vai precisar de tanta energia para realizar esse processo. Logo, aquela xícara de café após o almoço realmente faz diferença porque contribui para o bem-estar e a saúde do corpo.

A tão popular bebida tem também uma alta concentração de fibras dietéticas, as quais devem fazer parte da dieta de toda pessoa saudável, mas devem ser ingeridas especialmente por aquelas com problemas de constipação, já que são excelentes incentivadoras do movimento intestinal. As fibras são conhecidas também por ajudar na prevenção contra câncer intestinal.

Quem não deve tomar café

Embora a lista dos benefícios do café seja atrativa, nem sempre eles aplicam para todo mundo. Cada organismo é diferente, portanto cada um reage de forma distinta ao café. Para pessoas que padecem das doenças que veremos a seguir, o consumo dessa bebida não é recomendado por médicos porque pode causar efeitos negativos no corpo.

  • Gastrite
  • Hipertensão arterial
  • Sensibilidade à cafeína
  • Refluxo gastroesofágico

É importante lembrar que tomar café em excesso, como toda bebida, é prejudicial à saúde. Sempre consulte o seu médico para obter mais informações. No Instituto Digestivo, seu centro de gastroenterologia no Rio de Janeiro, temos uma equipe médica capaz de responder a todas suas dúvidas. Visite-nos!

O que é hemorroida?

Muitas vezes, as pessoas que sofrem com hemorroida ficam constrangidas pela área que é afetada (o ânus) e por isso têm medo de procurar ajuda. Mas não é preciso se preocupar, a hemorroida é mais comum do que se pensa. Gestantes e pessoas obesas ou com idade avançada são alguns dos grupos que são afetados normalmente, além daqueles com histórico familiar que apresente esse distúrbio. A hemorroida acontece quando é exercida muita pressão nas veias localizadas no ânus – elas se inflamam e dilatam, o que causa sangramento e dor.

Existem dois tipos de hemorroida:

  • interna – quando ocorrem dentro do reto;
  • externa – quando ocorrem no final do ânus, na abertura.

Como identificá-la?

A sensação de dor na região do ânus ao evacuar ou ao estar sentado e a presença de sangue no vaso ou no papel higiênico são os principais sintomas que podem indicar a hemorroida. Porém também existem diversos outros: irritação ou coceira, dificuldade na hora de evacuar, inchaço na área ao redor do reto ou ânus e presença de um líquido mucoso.

É importante ressaltar que as hemorroidas não podem se tornar em câncer, como acreditam muitas pessoas. Embora alguns sintomas sejam parecidos, como o sangramento, elas nunca viram tumores. Aqui entra a importância de ter um bom diagnóstico antes de tomar qualquer medida. No Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, temos médicos capacitados para analisar seu caso e indicar o melhor tratamento.

Quais são os tratamentos?

Após o diagnóstico por parte do médico com a realização de um exame, o tratamento pode começar, o qual vai variar dependendo da gravidade do caso. Há o método mais conservador, que consiste na aplicação de pomadas e cremes na região, compressas ou remédios na forma de comprimidos. É recomendado não realizar atividades físicas durante o tempo do tratamento nem outro tipo de esforço, até ao defecar.

Por outro lado, quando o problema é maior, a cirurgia é o método mais adequado. Existem diversos procedimentos cirúrgicos que podem ser feitos, como a ligadura elástica, a mais comum e que apresenta melhores resultados entre os pacientes. Ela consiste em amarrar elásticos nas veias do ânus inflamadas a fim de parar a circulação de sangue. Em um período de dois a quatro dias, esses elásticos irão cair durante a evacuação.

Prevenção

Uma dieta rica em fibras é sempre recomendada para manter o processo da digestão em bom estado e facilitar a evacuação das fezes. As fibras estão presentes em alimentos como iogurte, nozes, frutas, grãos etc. Beber água constantemente também é importante para auxiliar esse processo. E, embora não pareça um fator significativo, ficar sentado no vaso por muito tempo é algo que pode resultar em hemorroida já que há pressão exercida nas veias.

O que é hérnia de hiato?

A hérnia de hiato é como uma bolsa que se forma no hiato entre o esôfago e o estômago. Esse hiato localiza-se no diafragma, e só deve permitir a passagem do esôfago para o estômago. A hérnia se forma quando acontece o contrário. O retorno ocorre porque o estômago não se fechou completamente e o alimento retorna ácido ao esôfago, causando a sensação de queimação.

Sintomas da hérnia de hiato

Os sintomas ligados à hérnia de hiato costumam aparecer por volta de meia hora após as refeições. Geralmente, estão relacionados diretamente ao refluxo identificado antes da hérnia de hiato. Os principais sintomas são:

  • Ânsia de vômito.
  • Arrotos frequentes.
  • Azia.
  • Queimação na garganta.
  • Sabor amargo.
  • Tosse seca.

Apesar dos sintomas, a única forma de confirmar a existência da hérnia de hiato é através de endoscopia ou de uma tomografia computadorizada.

Tratamento para hérnia de hiato

O tratamento é através de uma alimentação saudável e regular. O paciente será orientado a não ingerir bebidas alcoólicas e comidas com temperos muito fortes, e seguir uma dieta com alimentos pouco gordurosos a fim de facilitar o processo de digestão.

De todo modo, a alimentação deverá ocorrer de 3 em 3 horas, de forma leve, evitando deitar-se após comer ou beber líquidos durante as refeições. Seguir essas orientações pode ajudar a evitar a manifestação dos sintomas.

Em casos mais graves, quando a dieta não cessa os sintomas ou quando há o estrangulamento da hérnia, deverá ser realizada uma cirurgia, que é feita através da laparoscopia.

Conheça o Instituto Digestivo

O Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, possui diversos profissionais que podem auxiliar em casos de hérnia de hiato ou outras questões relacionadas ao seu aparelho digestivo. Entre em contato conosco e agende uma consulta!

Principais causas da azia

Apesar de não ser uma doença, a azia é algo que incomoda, segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 20 milhões de brasileiros. Quando é algo ocasional, ela pode ser facilmente tratada, com remédios práticos e sem prescrição médica. Mas quando ela se torna frequente, pode ser um sintoma de algo mais preocupante. Então, como ela acontece e de qual forma é possível resolver esse incômodo?

O que causa azia

A azia é aquela queimação ou ardência que se dá no esôfago e, às vezes, no estômago. Ela ocorre quando existe um refluxo de material ácido vindo do próprio estômago para a garganta ou o esôfago. Quando essa acidez é muito grande, ela também pode ser sentida pelo mesmo órgão de onde é gerada. Ela também pode gerar arrotos e gosto amargo ou ácido na boca.

Como diminuir a azia

Como foi dito acima, quando ela acontece com pouca ou quase nenhuma frequência, a azia pode ser tratada com medicamentos antiácidos. Existem também algumas dicas para aliviar os sintomas naturalmente, como, por exemplo, beber chá de hortelã, que também auxilia na digestão.

É importante deixar claro que uma pessoa que sente esse problema deve evitar certos tipos de alimentos, como café, pimenta, ketchup, mostarda, suco de laranja e de outros cítricos, além de refrigerantes e alimentos gordurosos. Também é necessário dar um tempo nas bebidas alcoólicas.

Azia na gravidez

O alto uso de medicamentos durante a gravidez também favorece o aparecimento de casos de azia. Por essa razão, além de evitar consumir os alimentos já citados, é recomendado que a gestante procure dormir de lado, principalmente sobre o lado esquerdo do corpo. É porque, desse lado, a gravidade age sobre o suco gástrico e evita que a queimação aconteça.

Azia pode ser sinal de doenças

Quando o incômodo se torna frequente, ela pode ser um indício de refluxo gastroesofágico, que é quando o estômago não consegue guardar todo o alimento ingerido e simplesmente o vaza para o esôfago. Isso é muito perigoso, pois como o suco gástrico contém líquidos ácidos demais para o esôfago, ele pode corroer o tecido do órgão.

Por essa razão, é necessário o acompanhamento constante de um médico especializado, como os que você encontra no Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, para que a doença seja tratada logo no seu início. Fale conosco e agende sua consulta agora mesmo.

Complicações da Hepatite A

A transmissão da Hepatite A é ocasionada pela ingestão de alimentos ou água contaminados. Pessoas que residem em locais cujo saneamento básico não é de qualidade ou que não têm acesso à água potável (aumentando as chances de resíduos fecais no líquido) estão mais propensas a desenvolverem a doença. Além disso, o uso da água contaminada para lavar os alimentos também pode infectá-los, espalhando o problema de forma mais rápida, e aumentando as chances de transmissão da Hepatite A.

Fora o saneamento básico, a contaminação também pode ser gerada pela própria pessoa, se ela não realizar a higienização ideal logo após fazer as necessidades fisiológicas. Se o indivíduo manipula alimentos ou leva a mão à boca sem lavá-la adequadamente, as chances de contaminação se multiplicam.

Sintomas da Hepatite A

Os sintomas da Hepatite A demoram alguns dias para aparecer após a infecção. Vale ressalta que o período de incubação do vírus pode durar até quatro semanas. A doença em si costuma durar no máximo dois meses, incluindo os seguintes sinais:

  • Náuseas e vômito;
  • Fadiga;
  • Febre;
  • Perda de apetite;
  • Dor muscular;
  • Pele e olhos amarelados;
  • Desconforto abdominal.

Dificilmente a doença é agressiva. Quando é mais grave, é chamada de Hepatite A fulminante e pode levar a óbito. Na maioria das vezes os sintomas são leves. Também pode acontecer de o paciente não sentir nada e a doença passa despercebida.

Tratamento da Hepatite A

Não há um tratamento da Hepatite A especificamente, pois o próprio corpo vai ser responsável por combater o vírus. O médico irá diagnosticar e comprovar a doença através de um exame de sangue. O recomendando é que o paciente descanse, e evite o consumo de álcool e medicamentos para não afetar o fígado, uma vez que é o órgão mais prejudicado pelo vírus.

Para evitar as náuseas e enjoos causados pela Hepatite A, o ideal é fazer pequenos e leves lanches entre as principais refeições. A indicação de remédios pode ocorrer somente para controle de náuseas, febre e dores musculares que possam incomodar demais o paciente, mas só faça uso caso o médico indique.

Procure um especialista

Se você apresentar os sintomas descritos, procure o IDigestivo, instituto especializado em gastroenterologia no Rio de Janeiro e marque já sua consulta! Temos profissionais capacitados e prontos pra lhe auxiliar.

Alimentos ricos em nutrientes para melhorar sua dieta

Existem diversos alimentos ricos em nutrientes que podem melhorar e equilibrar sua dieta, porém, eles costumam sem muito esquecidos no cardápio. Adicioná-los no seu dia a dia pode fazer muito bem ao seu organismo, mas nem sempre nós sabemos quais podemos incluir nas refeições diárias. Quer entender melhor o assunto? Continue lendo nosso artigo e veja como se alimentar melhor!

Rabanete

O rabanete auxilia nas funções digestivas, limpa as vias respiratórias e é bom para seu sistema imunológico. Rico em cálcio, magnésio, potássio e fósforo, o consumo do legume pode trazer grandes benefícios à sua saúde.

Beterraba

Apesar de muitos não gostarem, o consumo de beterraba é bastante recomendado pois ela é uma ótima fonte de ferro, potássio, fósforo, zinco, vitamina A e entre outros nutrientes. Além disso tudo, a beterraba também tem fama de combater o cansaço.

Batata doce

Muitas vezes a batata doce é excluída da dieta por possuir mais calorias e carboidratos do que a batata comum mas, além dessa diferença, a batata doce é rica em fibras, potássio e vitamina A. Ainda possui baixo nível glicêmico, de modo que evita picos de insulina no organismo.

Acelga

Conhecida como couve-chinesa, a acelga é fonte de vitamina A, C e de fibras, protegendo seu fígado e regenerando as células do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina, auxiliando no controle da diabetes.

Chicória

Além de possuir baixo valor calórico, a chicória propicia a absorção de minerais, é rica em vitaminas A, B, C, D e em sais minerais, promovendo o bom funcionamento intestinal e prevenindo o câncer.

Pitangas

Riquíssima em ferro, cálcio, fósforo, vitamina A e C, a pitanga possui grande poder antioxidante e fortalece os ossos. Previne diversos tipos de doenças, como câncer de próstata, pulmão e estômago.

Lentilha

Rica em proteína vegetal, fibras, ferro e vitaminas, a lentilha pode substituir o feijão no dia a dia. Auxilia na formação e no fortalecimento do corpo, protege o sistema cardiovascular e ainda é capaz de prevenir doenças como câncer e anemia.

Nabo

O vegetal é rico em vitamina C, cálcio e potássio, além de ser um grande aliado na prevenção do câncer. As folhas do nabo têm alto teor das vitaminas A, B e C. É vasodilatador, reduz a pressão sanguínea, e é excelente para o fortalecimento do sistema imunológico.

Consulte o Instituto Digestivo

Se está sentindo que sua alimentação tem lhe causado algum tipo de mal estar, procure um médico especializado para auxiliá-lo. O Instituto Digestivo, clínica de gastroenterologia no Rio de Janeiro, possui profissionais qualificados para atendê-lo. Marque sua consulta conosco!.

Como evitar enjoos na viagem

A maioria das pessoas gosta de cair na estrada durante o fim de semana ou um longo feriado, mas os enjoos na viagem são muito incômodose podem atrapalhar seu passeio. Você sabe qual a melhor maneira de lidar com essas náuseas? O blog do iDigestivo pode te ajudar!

Evite refrigerante e café

Apesar de muitas pessoas acharem que o refrigerante gera alívio para quem está passando mal, o efeito é somente temporário e pode acarretar em novos refluxos e enjoos. O café e refrigerantes à base de cola possuem cafeína, substância que tende a irritar a mucosa do sistema digestivo, facilitando os refluxos. Além disso, o gás de qualquer refrigerante promove uma distensão gástrica e levando ao incômodo.

Cuidado com sua alimentação

Evitar alimentos gordurosos e com cheiros ou temperos fortes é recomendável, pois comidas mais pesadas dificultam a digestão, causando irritação estomacal durante o processo mais demorado que o normal. Já os alimentos temperados com condimentos mais fortes ou com odores característicos podem provocar náuseas em algumas pessoas que tem o olfato mais sensível.

Em caso de vômito, a pessoa deve evitar comer qualquer tipo de alimento até que os sintomas passem, pois a ingestão pode irritar ainda mais o estômago. Após o enjoo passar completamente, o ideal é o consumo de líquidos e alimentos leves em pequenas quantidades, para que o processo de digestão seja tranquilo.

Ingestão de líquidos

Como informado anteriormente, o ideal é aguardar a sensação de vômito passar para ingerir qualquer coisa. Ao se sentir confiante de que o enjoo passou por completo, beba água em pequenas quantidades. Como muitas pessoas ficam incomodadas com o gosto que pode ficar na boca por causa do vômito, sugere-se o consumo de água de coco ou sucos de frutas que não são ácidas.

O consumo de chás também é recomendado, mas evite os que possuem cafeína em sua composição. Chás como de hortelã, gengibre e erva doce devem ser os escolhidos, pois são ricos em propriedades que desintoxicam o estômago. O chá de boldo é popularmente conhecido, mas ele não oferece nenhuma ação contra as náuseas, somente auxilia na digestão, portanto,tomá-lo com a intenção de controlar o mal-estar só irá proporcionar uma azia daquelas.

O mal persiste? Procure um especialista

Se sente um mal-estar e enjoos na viagem frequentemente, procure ajuda para cuidar do seu sistema digestivo. No IDigestivo, instituto especializado em gastroenterologia no Rio de Janeiro, você pode encontrar os melhores profissionais para lhe auxiliar. Marque já uma consulta!

Mitos e verdades sobre a gastrite

A gastrite é uma conhecida inflamação no estômago que acomete milhares de brasileiros. Alguns pacientes chegam a passar anos se dedicando ao tratamento da doença − nesses casos, é chamada de gastrite crônica −, e outros conseguem tratá-la em poucos meses − em casos de gastrite aguda. Apesar de famosa, existem muitos mitos relacionados à gastrite que podem ser tão prejudiciais para a cura quanto a própria infecção.
Confira os principais mitos e também verdades que vão esclarecer e ajudar no combate à doença:

Pessoas mais velhas têm mais risco de desenvolver gastrite

VERDADE – Com o passar do tempo, as paredes do estômago tendem a ficar mais flácidas, e consequentemente, sua capacidade de proteger o órgão das substâncias ácidas é reduzida. Por isso, em casos de surgimento de sintomas relacionados à gastrite, a conversa com o gastroenterologista é indispensável, além de fazer os exames corretos, como a endoscopia digestiva alta.

Gastrite é hereditária

MITO – Essa explicação como causa da gastrite não é verdadeira. Na maioria dos casos, a inflamação no estômago acontece devido à infecção por bactérias ou agentes que irritam a parede do estômago, como, por exemplo, o alto consumo de alimentos ácidos.

Basta trocar o café normal pelo descafeinado

MITO – Para tratar a gastrite, muitos alimentos são eliminados ou reduzidos da dieta, e o café é um deles. Mas a substituição do café normal pelo descafeinado pode ser uma pegadinha para quem está passando pelo tratamento da doença. Mesmo que o café tenha a cafeína reduzida, ele precisa ser consumido com muita moderação por pessoas que sofrem com gastrite, úlcera e refluxo gastroesofágico, pois também interfere na acidez do estômago.

Remédios não causam gastrite

MITO – Tanto o hábito da má alimentação quanto o consumo de alguns anti-inflamatórios estão entre as causas da gastrite. O uso prolongado desses remédios, como aspirina e ibuprofeno, em contato com substâncias presentes na mucosa do estômago pode causar inflamação, e na pior das hipóteses, até úlcera.

Chiclete causa gastrite

MITO – Esse é um mitos que mais ronda as informações sobre a gastrite. E mesmo que mascar chiclete não seja um hábito dos mais saudáveis e esteja relacionado a problemas de consumo de açúcar, ele não é responsável pelo surgimento de inflamações no estômago.

Falta de saneamento básico está relacionada a gastrite

VERDADE – Segundo a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), uma das causas da gastrite crônica não erosiva é a infecção pela bactéria Helicobacter pylori, que pode ser encontrada com frequência em áreas sem saneamento, e é transmitida por meio de água ou alimentos contaminados. Por isso, é extremamente importante lavar bem os alimentos antes do consumo. Os dados confirmam: em países industrializados, as taxas de infecção pela bactéria são mais altas em locais onde o saneamento é negligenciado, como nos EUA, em que 20 a 50% da população pode ser infectada por esse motivo. Esses índices são maiores em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, onde a taxa chega a 70%

Mande sua dúvida sobre os mitos e verdades da gastrite

Quando o assunto é saúde, é necessário todo esclarecimento possível. Se você tem alguma dúvida sobre a gastrite ou outras doenças relacionadas ao aparelho digestivo, fale com o IDigestivo, instituto especializado em Gastroenterologia no Rio de Janeiro.